Burning Butthairs: Grind/Death proibido para menores

Resenha - Dirty Sanchez - Burning Butthairs

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Por Vitor Franceschini
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Este segundo trabalho dos alemães do Burning Butthair mantém a proposta da banda e toda sua essência, ou seja, fazer da podridão seu prato principal, mas com elementos que podem servir de entrada e abranger ainda mais famintos dentro do Metal extremo.

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Variando entre o Grindcore e o Death Metal, a banda soa sarcástica desde o primeiro momento, mas sem perder a seriedade na execução das quinze composições aqui encontradas. Brutalidade com riffs que não dão espaço pra solos, tendo um baixo pesado e com linhas interessantes fazem a linha de frente.

Não fosse pela informação no release nem notar-se-ia que trata-se de uma bateria programada, já que o timbre da mesma soa bem natural. Destaque para os vocais versáteis de Ötze que faz o melhor gutural na linha Death Metal e quando precisa encaixa o famigerado ‘pig squeal’.

O que não colabora muito com o resultado final é a produção e não pelo fato de prejudicar a audição, já que a qualidade nesse sentido é boa. O problema está nos timbres e na mixagem que deixaram o som um pouco seco e sem peso. No mais, é podridão garantida.

http://www.burningbutthairs.de/
https://www.facebook.com/burningbutthairs.official



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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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