Quinta Travessa: Agressividade e letras ácidas

Resenha - Hora da Verdade - Quinta Travessa

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Por Vitor Franceschini
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"Hora da Verdade", terceiro EP da banda paulistana Quinta Travessa, mostra que o Metal pode sim flertar com o som do gueto. Afinal, o que encontramos aqui é um Metal pesado, com nítidas influências de Thrash Metal, New Metal e Rapcore, estilos que podem fazer muita gente conservadora da ‘cena’ torcer o nariz, mas sem motivos.

Afinal, Metal é peso, agressividade e letras ácidas, e nada impede que o estilo se alie ao ‘groove’ aqui encontrado e letras em português que explanam a realidade cotidiana dos brasileiros que vivem na metrópole e sabem lidar sabidamente com as leis das ruas. Mas as mesmas não se restringem a isso, havendo mensagens positivas de forma metafórica em alguns pontos.

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O primeiro destaque fica por conta das intensas linhas de baixo de Kenji. Apesar de sempre subestimado, o baixo é fundamental ao peso e aqui é um dos carros-chefes das composições, dando toda a ‘ginga’ necessária às composições. Lógico que aliado a isso temos guitarras intensas, com afinações baixas e uma bateria cheia de pegada.

As músicas alternam vocais guturais com linhas ‘rapeadas’ como o estilo pede e a difícil missão fica por conta de citar as melhores faixas do EP, já que o equilíbrio entre as mesmas existe e isso é muito bom para o resultado final. Muito peso, agressividade e ‘groove’ em um trabalho de muita qualidade. Podem lançar um full-length.

https://www.facebook.com/quintatravessa
http://bandaquintatravessa.blogspot.com.br/

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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