Smashing Pumpkins: Álbum decente, mas não monumental
Resenha - Monuments to an Elegy - Smashing Pumpkins
Por Roberto Rillo Bíscaro
Postado em 24 de fevereiro de 2015
Nota: 7 ![]()
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Formada em 1987, a banda norte-americana SMASHING PUMPKINS é desculpa pros projetos ambiciosos de Billy Corgan: álbum conceitual dentro de álbum, faixas lançadas a conta-gotas na internet e por aí afora. Como Robert Smith no THE CURE, Corgan controla tudo com punho de ferro.
Dia 9 de dezembro, saiu Monuments to an Elegy, pela BMG. Decepcionou-se quem esperava uma obra-prima conceitual-progressiva-messiânica-densa. Conciso, direto e simples em seus 33 minutos, o álbum traz 9 faixas homogeneamente boas, tornando-o bem consistente.
Anaise! tem pegada de disco music - ainda bem que alguns roqueiros superaram o feudo quadridecenal com o subgênero dançante. Run2me tem jeitão oitentista, na qual a bateria de Tommy Lee (do MOTLEY CRUE) soa como se estivesse numa canção de PHIL COLLINS. Dorian é synth pop anos 80.
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O grande filão do álbum, porém, é rock alternativo com sonoridade noventista, com fios graves de guitarras trançadas. Mesmo que teclados gelados oitentistas se intrometam em Monuments e Tiberius, a sonoridade remete à década retrasada.
A decantada megalomania de Billy Corgan apresentou-se apenas no título, Composto por canções decentes, o trabalho está muito aquém de conter monumentos para elegias.
Tracklist
Tiberius
Being Beige
Anaise!
One and All (We Are)
Run2me
Drum + Fife
Monuments
Dorian
Anti-Hero
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