Tellus Terror: Mesclando estilos como poucos
Resenha - EZ Life DV8 - Tellus Terror
Por Vitor Franceschini
Postado em 20 de janeiro de 2015
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Enquanto alguns conflitos entre ‘subgêneros’ vêm chamando atenção na denominada ‘cena’ Metal, uma banda fluminense lança seu debut e para o interessado situar-se em seu som eles se auto-rotulam M.M.S. (Mixed Metal Styles). Isto é, a banda não se prende a um estilo e deixa sua música viajar pelo mundo Metal, independente se os fãs de tal Metal não gostam de outro tipo de Metal, enfim...
E o Tellus Terror, banda fundada em 2012, vem surpreendendo o underground, pois além do talento nato de seus músicos e a qualidade de suas composições, a banda faz um trabalho de divulgação profissional e sério, mostrando que não querem passar despercebidos.
Primeiro falemos da faixa Stardust, afinal ela que abre o disco. Seu início brando com um belo dedilhado seguido pelo teclado serve de prévia para uma das mais intensas faixas de abertura que escutei nos últimos tempos. É o tipo de composição que mexe emocionalmente com o ouvinte, que pode tirar toda fúria guardada dentro de ti já na primeira audição.
A peteca não cai, mas essa intensidade sofre uma desaceleração nas outras composições, até pelo fato das músicas complexas que surgem depois. Dentre elas está 3rd Rock from the Sun e sua levada mais cadenciada, com arranjos bem desenvolvidos e a excelente Brain Technology (Part 1, This Is Where It Starts...) e toda sua variação e progressão.
A mescla de estilos surte, na maior parte, bons resultados. Afinal encontram-se elementos de Death Metal, Black Metal, Symphonic Metal, Metal tradicional e por aí vai. Há até elementos mais modernos e atuais e a baixa pode estar aí, não pela qualidade do gênero, mas sim por destoar muito do proposto (nem toda mescla funciona). Mas isso cabe a algumas passagens somente.
Uma menção honrosa ao vocalista Felipe Borges que possui um gutural excelente e que varia seu timbre com limpos, rasgados como se fosse brincadeira. Além da ótima produção, "EZ Life DV8" possui uma arte gráfica magnífica, a cargo de Seth Siro Anton (Septicflesh). Belíssima estreia.
http://www.tellusterror.com.br/
https://www.facebook.com/tellusterror
Outras resenhas de EZ Life DV8 - Tellus Terror
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Churrasco do Angra reúne Edu Falaschi, Rafael Bittencourt, Kiko Loureiro, Fabio Lione e mais
10 clássicos do rock que soam ótimos, até você prestar atenção na letra
Aos 94, "Capitão Kirk" anuncia álbum de metal com Zakk Wylde e Ritchie Blackmore
O que já mudou no Arch Enemy com a entrada de Lauren Hart, segundo Angela Gossow
Max Cavalera celebra 30 anos de "Roots" com dedicatória especial a Gloria Cavalera
Slash aponta as músicas que fizeram o Guns N' Roses "rachar" em sua fase áurea
Como foi a rápida conversa entre Kerry King e Jeff Hanneman que originou o Slayer
A maior canção de amor já escrita em todos os tempos, segundo Noel Gallagher
Dave Grohl explica decisão de demitir Josh Freese do Foo Fighters
10 discos de rock que saíram quase "no empurrão", e mesmo assim entraram pra história
Michael Amott diz que nova vocalista do Arch Enemy marca um passo importante
Accept anuncia primeiras datas da turnê celebrando 50 anos de carreira
Regis Tadeu atualiza situação de Dave Murray: "Tenho fonte próxima do Iron Maiden"
Regis Tadeu revela por que Sepultura decidiu lançar trabalho de estúdio antes de encerrar
As melhores músicas de todos os tempos, segundo Dave Gahan do Depeche Mode
"72 Seasons", do Metallica, é pior que "Lulu", segundo lista da revista SPIN
A curiosa e contundente opinião de Kurt Cobain sobre o Slayer
A triste história por trás de "Gimme Shelter", clássico dos Rolling Stones


"Ritual" e o espetáculo sensorial que marcou a história do metal nacional
Blasfemador entrega speed/black agressivo e rápido no bom "Malleus Maleficarum"
Tierramystica - Um panegírico a "Trinity"
GaiaBeta - uma grata revelação da cena nacional
Before The Dawn retorna com muito death metal melódico em "Cold Flare Eternal"
CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



