Madness Factory: Ótimo segundo album da banda paraibana
Resenha - Follow the Madness - Madness Factory
Por Junior Frascá
Postado em 28 de abril de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Ao se deparar com esse segundo trabalho dos paraibanos do MADNESS FACTORY, com base na capa e logo da banda, você logo imagina tratar-se de uma banda death metal. Contudo, ao dar play na bolachinha, de forma surpreendente, o ouvinte é surpreendido por uma sonoridade que, embora também agressiva, não se enquadra no referido estilo.
Isso porque o som praticado pela banda é uma mescla bem interessante entre thrash metal, crossover, stoner hard e até classic rock, algo que em até certo ponto lembra MOTORHEAD. Ou seja, é um som sujo, pesado e muito divertido, daqueles para se escutar junto com os amigos, com um bom copo de cerveja para acompanhar.
Cheio de riffs classudos, ótimas linhas de bateria e baixo, e linhas vocais descompromissadas e agressivas, o quarteto mostra muita competência na criação de faixas simples, mas cheias de energia e atitude.
Em relação ao aspecto lírico, a banda também nos brinda com temas diversificados, sendo a maioria das faixas cantadas em inglês, mas trazendo também temas em nossa língua pátria (com destaque para a ótima "Grito de Silêncio", com grandes riffs).
Desta forma, o disco flui de forma espontânea e cativante, com destaque para "Follow the Madness", com vários elementos de thrash metal; "Le Monde Bizarre", com uma letra ácida, guitarras eletrizantes, e um andamento que remete ao punk rock; e a empolgante "Earthquake", que fecha o disco com chave de ouro.
Vale menção também o capricho da banda ao lançar o material em formato digipack. Altamente recomendado, mas vá com o pescoço preparado para trabalhar...
Follow the Madness – Madness Factory
(Microfonia - 2014 – Nacional)
Formação:
Fillipe Alves - Baixo, vocais
Diego Nóbrega - Guitarras
Vannucci Oliveira - Guitarras
Jorge Augusto - Bateria
Tracklist:
01. The Factory
02. Follow the Madness
03. Maligna
04. Grito ao Silêncio
05. Le Monde Bizarre
06. I Am a Renegade
07. Matadores de Gigantes
08. Estação Paradoxo
09. First Song
10. Earthquake
Outras resenhas de Follow the Madness - Madness Factory
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Ex-baterista do Black Sabbath considera Tony Iommi um dos músicos mais fáceis de lidar
O principal problema do novo documentário dos Raimundos, segundo Digão
Mortiis cita o Sarcófago entre as poucas referências do black metal no início dos anos 90
A insana rotina matinal de Lemmy revelada pelo baterista do The Clash
Angra - como foi assistir a um show da banda em Campinas
Qual banda do Big Four do thrash metal possui a discografia de estúdio mais extensa?
Metallica contribuiu para a ascensão do grunge e do Nirvana, segundo Kirk Hammett
O megastar maior que o Pink Floyd cujo show David Gilmour achou apenas "mediano"
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
A estrela de Hollywood que ajudou a transformar uma canção em clássico do Guns N' Roses
Vivian Campbell relembra teste para entrar na banda de Dio; "Eles estavam chapados"
A acusação sobre os Titãs que Rick Bonadio rebate: "Isso é a maior besteira"
Skid Row anuncia versão remasterizada de coletânea, que será lançada em novembro
Joe Lynn Turner explica diferenças entre trabalhar com Ritchie Blackmore e Yngwie Malmsteen
O veterano músico que salvou a vida de Eddie Vedder; "sem ele eu não estaria aqui"
Eagles: o significado da clássica "Hotel California"
Rob Halford acha que se Freddie Mercury não fosse gay, o Queen seria uma banda diferente

Depois da ressurreição, Marilyn Manson declara vingança em novo álbum
Relevante como nunca, Totalitär retorna após vinte anos com EP furioso
Herman Frank - O motor barulhento, rápido e construído para rodar
Entre nostalgia, legado e recomeços, Beseech apresenta seu 7º álbum de estúdio
Veterano Sacrifice mostra que continua afiado como nunca no ótimo "Volume Six"
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Metallica: And Justice For All é um álbum injustiçado?



