As duas bandas clássicas que, para Lemmy, deveriam ter encerrado atividades
Por Bruce William
Postado em 11 de fevereiro de 2023
Uma das características mais marcantes do saudoso Lemmy era a sua paixão pelo rock and roll e sua devoção à música. Ele acreditava firmemente que o rock and roll era uma forma de expressão livre e autêntica, e que era importante mantê-lo verdadeiro e autêntico.
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Além disso, ele enfatizava a importância da diversão e da energia positiva na música e nos shows. Ele acreditava que o rock and roll era uma forma de celebrar a vida e de se conectar com as pessoas, e que os shows deveriam ser uma experiência intensa e divertida para todos os envolvidos.
Em resumo, Lemmy via o rock and roll como uma forma de expressão autêntica e livre, e enfatizava a importância da integridade artística, da diversão e da conexão com o público. Suas opiniões e sua paixão pelo rock and roll são parte de sua herança e continuam a inspirar novas gerações de fãs e músicos.
Lá em 2007 Lemmy disse ao Stuff.co.nz da Nova Zelândia: "Algumas pessoas às vezes afirmam que o Rock N’ Roll está morto, mas ele nunca vai morrer, porque é sempre empolgante ouvir uma música decente de Rock N’ Roll. Veja o AC/DC, cara. Eles ainda são bons para car****, do mesmo jeito que eram quando eles começaram, há anos atrás. ZZ Top é outro. Eles continuam compondo grandes 'riffs'. Existe uma coisa em um bom 'riff' de guitarra que mexe tanto com seu corpo quanto com sua alma. Ele fala com algo profundo em você. Ele entra em você. Isso nunca vai mudar".
Já em 2010 ele disse para a Stay Thirsty: "O Rock n' Roll sempre volta. Não há como lutar contra isso. E todas essas pessoas acham que elas podem matar o Rock n' Roll deviam também tentar conter as enchentes. Não tem jeito. Ele sempre volta porque sempre há gente querendo ouvir música alta, áspera. É empolgante. Toda essa merda que essas revistas gostam não é empolgante. Tipo, Radiohead. É foda. Coldplay. Jesus! Essas não são bandas de Rock. São sub-emo. Quero dizer, eles fizeram umas coisas boas, sejamos justos. Mas não é Rock n Roll. Eu conheço Rock n Roll quando escuto. Eu tenho escutado isso desde que eu tinha 12 anos, sabe. Então, cai fora!"
E em 2015, durante conversa com The Guardian, Lemmy estava falando animado sobre os discos e bandas que o entusiasmaram há muito, muito tempo. The Birds, a banda freakbeat de Ronnie Wood dos meados dos anos 60 (não confundir com The Byrds), cuja versão da música do Motown, "Leaving Here" foi uma peça fundamental dos shows do Motörhead por muitos anos; ou Peter Green's Fleetwood Mac, que ele viajou pelo país para ver. Mas Lemmy é implacável com grupos que foram ótimos e que ele acredita terem traído seu talento. "The Who está ferrado. Eu não sei por que eles ainda se esforçam sem John (Entwistle) e Keith (Moon), eles deveriam ter se separado em 1978." Ou o Free, "que infelizmente se tornou Bad Religion. Era Bad Religion? Não, Bad Company. Isso foi uma coisa terrível", disse, em tom irônico.
Lemmy também era conhecido por suas opiniões fortes e sem filtros sobre a indústria musical e a cultura popular. Ele frequentemente criticava a comercialização excessiva e a falta de originalidade na música moderna, e enfatizava a importância de manter a integridade artística. E neste trecho acima, podemos ver que ele tinha uma paixão profunda pelo rock and roll e estava animado ao falar sobre as bandas e discos que o inspiraram. Além disso, ele tinha opiniões fortes sobre grupos que ele acreditava terem traído seu talento, como The Who e Free. Mas, ao mesmo tempo, Lemmy valorizava a integridade artística e não hesitava em expressar sua frustração com aqueles que ele acreditava terem vendido sua alma ao comercialismo puro e simples.
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