Pink Floyd: O último álbum da banda, lançado há 20 anos

Resenha - Division Bell - Pink Floyd

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Por Andreyson Jambersi, Fonte: Regencia Coletiva
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Nota: 10

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Esta é uma resenha que visa não somente à opinião do autor, mas também a contextualização do que o álbum significou para a música, como citado novamente abaixo. Peço mil desculpas àqueles que não passarão desta introdução, e sinto muito se ao final o conteúdo foi cansativo demais, ou o que mais temo, insuficiente para discorrer sobre esse álbum. Reitero, sei que uma “resenha” deste tamanho pode ser inviável à leitura, principalmente para não-fãs da banda em questão, mas se uma pessoa ler e ouvir o álbum logo em seguida, ou passar a interpretar as músicas do álbum de outra forma após a leitura, então valeu a pena!

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Saliento ainda que este não é meu álbum favorito, porém que será notória minha empolgação ao abordar do álbum e do que mais possa ser tratado, pois o Pink Floyd é a banda que me “educou” musicalmente e, possivelmente, é minha banda favorita.

A leitura na página original contém mais conteúdo agregado, entre eles curiosidades e fotos do encarte, e pode ser visualizada aqui.

Há 20 anos atrás, em 28 de Março de 1994, era lançado no Reino Unido o último disco da banda Pink Floyd (o lançamento mundial só ocorreria no início de Abril do mesmo ano). “The Division Bell”, o segundo álbum lançado sem o baixista/vocalista/compositor Roger Waters, o 14º disco de estúdio da banda e o primeiro em sete anos, foi a deixa perfeita, na opinião deste que vos escreve.

1. ERA 1983-94

Para discorrer sobre o álbum é, talvez, necessária uma contextualização sobre o que o Pink Floyd vinha passando desde alguns lançamentos anteriores.

Em 1983 era lançado o álbum “The Final Cut”, que já trouxe uma banda separada há muito tempo, sendo essa a primeira vez que um dos integrantes da formação clássica da banda ficaria de fora de uma gravação. O tecladista Richard Wright fora demitido durante as sessões de estúdio do lançamento anterior, “The Wall”.

Após o lançamento de “The Final Cut” a banda não excursionou, sendo esse o primeiro (e único) lançamento sem uma turnê subsequente. Em 1984 as especulações se confirmaram e, o então compositor principal e cabeça do grupo, Roger Waters, deixa a banda para investir em sua carreira solo.

Os anos seguintes foram de muita disputa judicial pelo nome do grupo, e o inesperado aconteceu. David Gilmour e Nick Mason, respectivos guitarrista/vocalista e baterista do grupo, conseguiram vencer judicialmente e ficar com o nome da banda. Criava-se uma nova marca: Pink Floyd Music (1987) Ltda.

No último trimestre de 1987 foi lançado o álbum “A Momentary Lapse Of Reason”, um disco visto por grande parte dos fãs, crítica e até mesmo pela própria banda, como sem direcionamento e fraco, já sem Roger Waters.

O maior problema talvez não tenha sido a excessiva influência de sons dos anos 80 e da era-digital em si, mas sim a quantidade absurda de músicos e compositores de fora da banda que participaram ativamente das faixas.

Richard Wright foi readmitido à banda, como músico efetivo, ao final das gravações de “A Momentary Lapse Of Reason”.

Após a turnê de divulgação, que durou de 1987 à 1989, mais um hiato aconteceu, e a banda só voltaria às atividades em 1993, quando começaram as gravações de “The Division Bell”.

2. CAPA E CONCEITO

A capa, segundo alguns, teria a ver com a ideia da divisão, conceito abordado durante praticamente todo o álbum. Storm Thorgerson é o responsável pela imagem (como foi durante muitos álbuns do Pink Floyd).

Para a capa, Storm Thorgerson sugeriu a construção de duas cabeças de metal, com aproximadamente 4.50 m de altura cada. As esculturas foram posicionadas uma em frente a outra, dando a ilusão de que elas formam uma terceira face. As esculturas foram criadas por Keith Breeden e construídas por John Robertson. A Catedral de Ely é visível no horizonte. As esculturas reais estão atualmente no salão do Rock And Roll Hall of Fame, em Cleveland, Ohio.

O que é visto entre as cabeças de metal e dentro do encarte variam ligeiramente conforme a região de lançamento, formato e edição do álbum.

Inicialmente o título do álbum seria “Awaken to the Sense of Reality”, mas posteriormente foi alterado para “The Division Bell”.

Explicação da escolha do título: Na Inglaterra e na Austrália, durante as sessões parlamentares, se houver um desacordo sobre um assunto, uma votação deve ser realizada. Nesse momento, o sino da divisão é tocado por algum tempo, e durante esse tempo cada parlamentar que tem direito ao voto deve ir para casa. Quando o sino para de soar, as portas são fechadas, e se você está atrasado, você perde o seu voto.

O uso desse título foi sugerido por Douglas Adams (autor de "O Guia do Mochileiro das Galáxias") que está listado nos créditos do álbum. Adams fez a sugestão em troca de Gilmour doar uma certa quantia em dinheiro (£5.000,00) para uma instituição de caridade que Adams escolhesse, o Environmental Investigation Agency. Adams também disse que Gilmour pediu-lhe para brincar um pouco com as letras, mas nenhuma de suas sugestões foram realmente utilizadas no álbum.

Douglas Adams apareceu no show de 28 de Outubro de 1994, tocando violão em "Brain Damage" e "Eclipse". Este foi um presente de aniversário de Gilmour para Adams (o aniversário de 42 anos de Adams foi em Março).

As letras do álbum, assim como no disco anterior, foram assinadas com diversas co-autorias de fora da banda. Entre elas, a mais notória provavelmente é a de Polly Samson. Polly é uma jornalista (para o Sunday Times), escritora e, desde 29 de Julho de 1994, esposa de David Gilmour. Ela co-escreveu grande parte das faixas do álbum.

3. RECEPÇÃO

O disco conseguiu a primeira posição nas paradas tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos, mesmo com as críticas contrárias de parte da mídia especializada.

A maior participação de Richard Wright durante as sessões de estúdio foram notórias para a sonoridade do grupo, que segundo muitos finalmente voltava a soar como o Pink Floyd.

4. AS FAIXAS

Já citei no texto o conceito central abordado em “The Division Bell” e, tendo citado também que foram muitas as contribuições externas a banda, vou fazer uma análise bastante subjetiva no que as músicas significam e comentar brevemente sobre a musicalidade intrínseca em cada faixa.

No geral, o “The Division Bell” é um disco muito mais musical do que conceitual. O apelo das letras, em geral, é muito mais secundário aqui do que em “Animals”, “The Wall” e “The Final Cut”, os últimos três álbuns com Roger Waters (literalmente) às rédeas da banda.

O disco é recheado de uma atmosfera que remete à suaves melodias, mesmo que horas raivosas e nem sempre o contexto musical está tão diretamente associado às letras. Por isso, talvez, muitos ouvintes ocasionais, ou mesmo fãs, acabam deixando de lado possíveis interpretações que fazem esse álbum excelente.

Musicalmente a banda se encontrava em um pico criativo (talvez não no que se refere à toda a carreira, mas aos últimos discos). Se por um lado o trio não consegue atingir à atmosfera experimentalista de outrora, pelo menos consegue um direcionamento musical muito mais conciso do que em “A Momentary Lapse Of Reason”.

Vamos às faixas, e volto a repetir: As análises são subjetivas! Mesmo que algumas colocações e esclarecimentos dos autores sejam citados. As imagens do encarte foram incluídas devido seus significados terem relações diretas com o significado de cada música.

PS: Mantive as letras no idioma original para evitar possíveis perdas de significado na tradução. Para quem não consegue ler em inglês, um bom dicionário ou um site de letras traduzidas serão suficientes para resolver o problema.

4.01 -- CLUSTER ONE

Logo na faixa de abertura nota-se a impecável atenção dada à produção (onde finalmente o produtor Bob Ezrin parece ter acertado, no que se refere ao Pink Floyd) e aos detalhes nos arranjos orquestrais (creditados à Michael Kamen).

O piano de Richard Wright parece dialogar com a guitarra de David Gilmour durante a música, algo que não acontecia com tamanha harmonia desde, ouso dizer, “Wish You Were Here”, de 1975. A faixa é totalmente instrumental, mas vozes não fazem falta alguma aqui.

Cluster One é um termo que designa uma categoria de fortes desordens psicológicas.

Se a primeira faixa foi a calmaria, a segunda é a tempestade. A banda parece destoar um som com mais swing, abrindo caminho para a guitarra raivosa de Gilmour. Trata-se basicamente de um blues, com influências de Chicago. Os fraseados iniciais da guitarra deste foram retirados, na cara dura de “Raise My Rent”, de seu primeiro álbum solo, mas isso é completamente irrelevante e, inclusive, o fato de os fãs notarem isso é exatamente parte do que é tratado nessa música. A letra pode ser interpretada como um recado para os fãs.

Visto a árdua crítica sobre o álbum anterior por parte dos fãs, Gilmour responde de forma direta:

“Do you want my blood?
Do you want my tears?
What do you want?
What do you want from me?
Should I sing until I can't sing any more?
Play these strings until my fingers are raw?
You're so hard to please!
What do you want from me?

Os versos seguintes seguem a mesma linha, basicamente tratando sobre as críticas da decisão da banda em continuar sem Roger Waters e manter o nome Pink Floyd.

“Should I stand out in the rain?
Do you want me to make a daisy chain for you?
I'm not the one you need!
What do you want from me?”

Apesar disso, David Gilmour afirmou que a música trata de relações mais pessoais.

4.03 -- POLES APART

A música abre com sons acústicos e um violão muito bonito, a sonoridade em si remete ao “folk”. A voz de Gilmour parece mais calma (talvez contribuição da ambiência empregada).

O primeiro verso já se mostra mais apaziguador do que a letra da música anterior. Nota-se uma nostalgia de um tempo de amigos que tomaram caminhos diferentes, talvez.

O segundo verso é uma crítica leve a um amigo que se tornou “frio” e que se tornou algo muito diferente do que era.

Os últimos versos voltam a tratar as coisas de forma amigável, aparentemente significando que o passado deve ser deixado pra trás.

Não fica claro se todas as mensagens são para a mesma pessoa. Mas o ouvinte é induzido à acreditar que não, que os dois primeiros versos tratam de pessoas diferentes, mas que o verso final cabe às duas. Porém, de acordo com Polly Samson, que co-escreveu a letra, o primeiro verso é sobre Syd Barrett e o segundo é sobre Roger Waters.

4.04 -- MAROONED

Faixa instrumental, supostamente. Digo supostamente porque para mim há uma voz nessa música. A guitarra canta, ou melhor, na minha opinião, se lamenta e depois chora, assim como o piano.

Essa faixa me causa arrepios até hoje, à cada ouvida e, talvez, seja a mais bela música dos últimos lançamentos da banda. Os cuidados em harmonizar tudo, cada fraseado, cada acorde do piano, os detalhes na entrada da bateria... Bom... Não há como descrever nada disso, assim como acho impossível notar todos os detalhes na primeira audição.

A faixa também pode ser vista como uma música de melodia simples e um guitarrista testando seu novo pedal whammy... Bom... Eu prefiro a interpretação anterior.

Curiosidade: A faixa foi tocada ao vivo apenas três vezes, sendo duas em 1994 e uma em 2004.

4.05 -- A GREAT DAY FOR FREEDOM

A canção originalmente se chamava “In Shades of Grey”, trata de votos de esperança após a derrubada do Muro de Berlim. Na minha opinião, a música mais fraca do álbum (lembrando que julgo este um ótimo álbum, a canção não é ruim como um todo). Algumas interpretações dão em conta a liberdade da banda pós Waters e seu “Muro”, mas possivelmente interpretar dessa forma seria paranoia demais. Ou talvez não.

Os refrães apresentam uma orquestração majestosa, que dão uma ideia de que a música é muito mais impactante do que parece à princípio.

4.06 -- WEARING THE INSIDE OUT

Outro ponto alto do álbum, “Wearing The Inside Out” finalizava o lado A da versão vinil do disco. É a primeira música desde “Time”, do “Dark Side Of The Moon”, de 1973, em que Rick Wright canta os vocais principiais (só levou 21 anos). Nunca foi tocada ao vivo pelo Pink Floyd, apesar de ter sido tocada por David Gilmour com sua banda solo que contava com Rick Wright, em 2006.

A música, escrita por Rick Wright em parceria com Anthony Moore, permite diversas interpretações. É de conhecimento que Wright passou por diversos problemas pessoais, lidando com a luta de sua mulher contra a depressão. O disco tem uma sonoridade semelhante à algumas faixas de “Broken China”, disco de Wright lançado em 1996, cujas letras foram escritas, em boa parte, com parceria de Anthony Moore, e talvez fizesse parte das mesmas sessões.

Algumas interpretações, entretanto permitem chegar à outro contexto. Lembrando que o Pink Floyd era uma banda que perdia sua essência e seguia perdida (até o lançamento de “The Division Bell”).

Outro caminho ainda, seria entender que o vocal principal parece cantar sobre algo, e as vozes de fundo cantam outra. Os cantores discordam, não se entendem e parecem não se ouvir (qual era o conceito do álbum mesmo?!).

Seja lá do que trata, o final da canção tem tom otimista. E temos uma belíssima interpretação vocal de Wright e um sentimental solo de guitarra por parte de David Gilmour.

“Inside Out”, livro de Nick Mason que conta sua versão da história da banda, faz referência ao título desta canção.

4.07 -- TAKE IT BACK

Uma canção, ao meu ver, deslocada. Não se encaixa, em minha opinião, no lugar em que está. Não que seja ruim, mas... David Gilmour usa um E-bow aqui (o que acaba lembrando U2, talvez?!).

A música parece tratar do mal entendido entre o que os homens acham que seja o “desenvolvimento” do planeta. Parece uma discordância entre o que queremos tirar da Terra e o que ela pode nos fornecer. Um discurso ambientalista.

A letra anuncia que, algum dia, “ela” irá cobrar isso de volta.

4.08 -- COMING BACK TO LIFE

A música fala, basicamente, sobre alguém (ou, quem sabe, uma banda) que volta a vida após muito tempo de reflexão. A estrutura da música é recheada de solos de guitarra, que mostram mais uma vez o domínio que David Gilmour exerce sobre seu instrumento.

A música em si possui uma estrutura bastante simples, mas sem dúvidas possui uma das introduções mais bonitas jamais gravadas por um grupo de rock.

4.09 -- KEEP TALKING

David Gilmour usa um talk box nessa faixa. Ferramenta que mescla o som da guitarra com sua voz, causando um efeito bastante distinto. Assim como um E-bow. A letra fala sobre uma briga, ou um problema, sugerindo que muitas coisas podem ser resolvidas na base de um diálogo e com calma.

“Keep Talking” é uma canção com um instrumental bastante sombrio, Gilmour interpreta a letra de forma não muito longe do sombrio/triste. Os vocais de fundo dão a noção de desespero em tentar encontrar a solução para um problema, de tentar se comunicar.

4.10 -- LOST FOR WORDS

“Lost For Words” trata a falta de diálogo, a briga sem retorno, a desistência em sustentar uma relação e o perdão de uma das partes, perdão necessário para seguir em frente. Ponto. Poderia parar a análise aqui. Mas não vou.

A música trata explicitamente sobre a briga Gilmour x Waters. Talvez pelo nome da banda, ou talvez alguma sugestão por parte do guitarrista para que Waters voltasse a trabalhar com o grupo, e a possível resposta por parte deste.

“So I open my door to my enemies
And I ask could we wipe the slate clean
But they tell me to please “go fuck myself”
You know you just can't win.”

Waters guardou muito ódio e mágoas de seus ex-companheiros de banda quando os mesmos conseguiram o nome “Pink Floyd”. Em todas as entrevistas do final dos anos 80 Waters citava o fato de estar tocando para públicos 10 ou 15 vezes menores que seus ex-companheiros que carregavam agora o nome de “sua banda” e tocavam “suas músicas”.

“To martyr yourself to caution
Is not going to help at all
because ther'll be no safety in numbers
When the right one walks out of the door.”

Basicamente a letra é uma das mais fortes e diretas do disco. Sua introdução remete brevemente à música “Wish You Were Here” e tem um solo fincado no country. É também uma das poucas músicas do Pink Floyd à citar diretamente um palavrão em sua letra.

4.11 -- HIGH HOPES

Chegamos à última música do último álbum do Pink Floyd.

Após uma carreira de 27 anos, 14 álbuns de estúdio, inúmeras coletâneas/edições promocionais, 4 mudanças sérias na formação, sendo que em 2 delas os respectivos principais compositores/mentores do grupo ficaram de fora... Chegamos ao fim.

“High Hopes” é uma música de David Gilmour, com letra escrita em parceria com sua esposa Polly Samson e é, essencialmente, uma música que tudo tem a ver com o que Gilmour viria a fazer depois, em “On An Island”, de 2006, seu mais recente álbum solo.

A música tem detalhes dentro de detalhes, e é uma das mais belas músicas que já ouvi. A sutileza com que todos os elementos fluem, o sino marcando os tempos, os ecos, a voz sombria e o violão pesado, o clima em si, criado durante esta canção, são todos fatores inigualáveis.

A canção nos leva à infância de Gilmour, ao ato de deixar sua cidade natal. Basicamente é uma música autobiográfica. A música apresenta belos solos de “slide guitar”.

“The grass was greener
The light was brighter
When friends surrounded
The nights of wonder.”

Douglas Adams escolheu o nome do álbum a partir de um verso dessa música.

De forma irônica ou não, a última música do último disco de toda a extensa discografia do Pink Floyd trata de nostalgia!

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Por fim, espero que alguém tenha sobrevivido na leitura dessa resenha até aqui ou, ao menos, que o mesmo tenha servido como consulta ou curiosidade de algum fã.

Reitero, a leitura na página original contém mais conteúdo agregado, entre eles curiosidades e fotos do encarte, e pode ser visualizada aqui:
http://www.regenciacoletiva.com/2014/04/division-bell-20-ano...

Tracklist:
1. "Cluster One" (Instrumental)
2. "What Do You Want from Me"
3. "Poles Apart"
4. "Marooned" (Instrumental)
5. "A Great Day for Freedom"
6. "Wearing the Inside Out"
7. "Take It Back"
8. "Coming Back to Life"
9. "Keep Talking"
10. "Lost for Words"
11. "High Hopes"

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