Bloodgood: Mostrando que ainda sabem fazer Metal
Resenha - Dangerously Close - Bloodgood
Por Márllon Matos
Postado em 21 de dezembro de 2013
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após mais de 20 anos sem nenhum lançamento, o (agora quinteto) BLOODGOOD retorna com Dangerously Close, o seu álbum mais pesado e um dos melhores álbuns de retorno dentro do que se convencionou chamar de cena cristã.
São 12 faixas (mais uma exclusiva para os apoiadores do kickstarter) bem agressivas e que mostram um lado do BLOODGOOD que poucos conhecem. Alguns fãs da fase histórica da banda podem chiar perante o uso de elementos mais modernos, mas pode ficar tranqüilo que eles não viraram banda de Alternativo, New Metal ou o que quer que seja, a história ainda é Heavy Metal e dos bons !!!
O álbum todo é muito bom e pode figurar sem medo entre os 3 melhores lançamentos da banda, e isto é bom pois mostra que eles conseguiram se reinventar e mesmo assim manter as suas características que sempre a diferenciaram de outras bandas.
A faixas que mais me chagaram a atenção foram: Lamb Of God, single, clip e fortíssima candidata a hit do disco, tem um refrão de fácil assimilação que, nos shows, será certamente cantada por todos.; Child On Earth com uma bem sacada utilização de escalas árabes e arranjos cadenciados; Bread Alone, com bumbos duplos constantes e necessários e com uma levada mais rápida, próxima a do Metal Tradicional; Man In The Middle é uma das mais agressivas do disco, e mostra que os tiozinhos aqui não estão pra brincadeiras quando o assunto é fazer Metal de qualidade e Crush Me, que apesar de ser acústica não tem nada de balada, pois é uma música de linha mais densa e introspectiva.
O trabalho das cordas (Paul Jackson e Oz Fox – guitarras; Michael Bloodgood – baixo) está redondo e satisfatório para uma banda do estilo, Kevin Whisler soca a mão na bateria e sabe dosar momentos mais tranquilos com levadas mais agressivas sem perder o pique e Les Carlsen, bem, o que falar dele ? Está em sua melhor forma e ainda atingindo tons incríveis, deixando muito meninão metido a cantor debaixo do chinelo ! Seu timbre chega a lembrar bastante John Schillit, do PETRA, só que mais encorpado e "raivoso".
Para quem já conhecia é sinal de qualidade, pois o BLOODGOOD nunca errou a mão e pra quem não conhece, vale a pena conferir pois é Metal feito com paixão por quem sabe como fazer !
Track List :
1. Lamb Of God
2. Run Away
3. Child On Earth
4. I Will
5. Bread Alone
6. Pray
7. I Can Hold You
8. Run The Race
9. Father Father
10. Man In The Middle
11. Crush Me
12. In The Trenches
13. The Word [Kickstarter Supporters Bonus Track]
Line – up :
Les Carlsen : Vocais
Michael Bloodgood : Baixo/BGV
Paul Jackson : Guitarra/BGV
Oz Fox : Guitarra/BGV
Kevin Whisler : Bateria
Outras resenhas de Dangerously Close - Bloodgood
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
Os melhores álbuns de hard rock e heavy metal de 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
Brian May indica que Queen não fará mais shows nos Estados Unidos; "Um lugar perigoso"
Dave Mustaine explica por que não se interessa por bandas atuais de heavy metal
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
Sepultura anuncia título do último EP da carreira
Adrian Smith destaca passagens curiosas do livro "Infinite Dreams", do Iron Maiden
Dave Mustaine diz que ex-membros do Megadeth falam mal dele na imprensa
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A canção do AC/DC que emocionou Brian Johnson; "todos pararam para aplaudir", contou Angus
A única banda que Slash admite que consegue ouvir a qualquer hora; "ainda são meus favoritos"
O megahit do Sepultura que conta com membro do Skank na gravação e poucos sabem


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



