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Dream Theater: Nada diferente dos últimos dez anos

Resenha - Dream Theater - Dream Theater

Por Tiago Meneses
Postado em 20 de novembro de 2013

Nota: 5 starstarstarstarstar

Há cerca de 2 anos a banda lançava, "A Dramatic Turn of Events", primeiro álbum sem contar com o baterista MIKE PORTNOY, mas que depois é dito que muito do que o MIKE MANGINI fez foi reler composições já escritas pela banda, já deixada pelo ex baterista e um dos fundadores e peça chave dentro do hoje seu ex grupo. No último dia 24 de Setembro (falo de maneira oficial, sei que o trabalho já rolava na internet antes disso), a banda lançou, "Dream Theater", 1º registro homônimo e 12º da carreira.

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Bom, antes de mais nada, é sempre interessante limar, por exemplo, a frase, "bom era com o Portnoy", pois qualquer pessoa que evite usar o coração pra pensar, sabe que ele não mudaria em absolutamente nada a qualidade do álbum, mesmo porque a banda antes de sua saída já vinha em uma descente, atingindo uma leve crescente justamente no seu álbum anterior, já com o Mangini (tudo bem que tocando mais composições do ex baterista do que criando coisas novas pra banda). Mas isso é um fato de que independe quando o motivo de tudo é o aparente cansaço de uma banda.

O que se escuta aqui não é nada diferente do que a banda vem fazendo nos últimos mais de 10 anos. Frustrando novamente sonhadores como eu que cria uma expectativa de ouvir obras com um nível de inspiração que parece ter desaparecido após o lançamento de "Six Degrees Of Inner Turbulence". Estou dizendo que a banda não criou nada bom desde então? Claro que não, estou apenas apontando um buraco de musicalidade muitas vezes mais do mesmo que foi criado durante esse tempo, ainda que em até mesmo em seus piores trabalhos (Systematic Chaos, por exemplo), sempre existam, senão grandes, ao menos momentos dignos e que merecem uma atenção diferente.

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Quando se escuta um álbum onde a todos os momentos prevemos aquilo que virá, é quando notamos que muito mais do que um estilo definido, a banda também segue sempre o mesmo caminho, sempre a mesma zona de conforto pra quem toca e que pode se transformar um desconforto pra quem ouve.

Não vou cair no exagero de dizer que esse novo álbum trata-se de um trabalho precisamente ruim, que nada se aproveita, mas simplesmente soa um clichê com alguns momentos contendo lapsos de criatividade mais chamativa. Eu sempre defendi a banda diante de opiniões que a tratam simplesmente como um conjunto de músicos técnicos, de habilidades ímpares, mas sem sal, onde cada um "sola" sua parte montando músicas intrincadas e sem sentimento algum. Porém, esse círculo sonoro da banda o qual anda presa há anos, e tirando a parte do, "cada um "sola" sua parte", faz a definição ser bem essa mesmo.

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Surpreenderam um pouco em seu álbum anterior, um esforço várias vezes convincente em mostrar que as coisas poderiam ir bem sem MIKE PORTNOY, mas agora tudo volta pro seu lugar (?). Acabou a "atração" causada pela expectativa de um novo baterista. Novo baterista que por sinal, soa de fato novo apenas nessa sua 2ª experiência de estúdio com a banda.

Momentos de destaques e que merecem maiores elogios ficam por conta de, "Enigma Machine", faixa instrumental com riffs cativantes, sonoridade agressiva e dinâmica sobre uma técnica extremamente progressiva. "The Bigger Picture", balada que talvez mereça o meu destaque por conter um trabalho de guitarra que me faz lembrar de um JOHN PETRUCCI que às vezes parece não querer mais existir, aquele guitarrista que coloca na música algo a mais do que muita velocidade e técnica. A faixa também contém um refrão que ainda que seja bastante emotivo, não soa meloso demais. "Illumination Theory", com seus 22 minutos faz com que a banda mais uma vez acerte (quase) em cheio em seus épicos, ainda que dessa vez, dentro do que se pode destacar em "Dream Theater", pela 1ª vez, esse tipo de faixa não mereça o destaque de maneira isolada como sendo o suprassumo de tudo.

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Enfim, depois do bom (melhor até do que se esperavam) "A Dramatic Turn Of Events", em "Dream Theater" tudo parece ter voltado ao "normal" que a banda carrega a mais de uma década. Mais um álbum em que foi melhor requentar ou no máximo partir de um lugar "semi pronto" do que botar as mãos na massa e criar algo novo. Um disco que talvez sirva pra mostrar mais uma vez que há muito tempo a banda tenta caminhar mais rápido do que as próprias pernas (não aceitar esse ritmo foi inclusive um dos motivos do MIKE PORTNOY não permanecer no grupo). Umas férias pra rever seus trabalhos e, acima de tudo, fazer de fato brotar ideias novas ou ao menos mais chamativas não fará mal algum.

Faixas:

1.False Awakening Suite
2.The Enemy Inside
3.The Looking Glass
4.Enigma Machine
5.The Bigger Picture
6.Behind the Veil
7.Surrender to Reason
8.Along for the Ride
9.Illumination Theory

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Músicos:

James LaBrie - Vocal
John Petrucci - Guitarra
Jordan Rudess - Teclado
John Myung - Baixo
Mike Mangini - Bateria

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Um amante do rock em todas as suas vertentes, mas que desde que conheceu o disco Selling England by the Pound do Genesis, teve no gênero progressivo uma paixão diferente.
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