Morfolk: aula para quem insiste em plastificar o Metal extremo

Resenha - Prelude - Morfolk

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 9

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Como o Death Metal nacional é bom, e como é bom ouvir uma banda que tem conhecimento de causa praticar este estilo que talvez seja o menos acessível e o mais imutável de todos. O que se ouve neste trabalho é uma aula para aqueles que tanto insistem em modernizar e plastificar o Metal extremo.
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Mesmo com 6 anos de pausa (entre 1996 e 2002), os paulistas do Morfolk estão há mais de 20 anos no cenário e já possuem dois álbuns oficiais. Atualmente divulgam "Prelude", um EP que mostra que o que está por vir não é brincadeira, afinal o que ouvimos aqui deve ser levado muito a sério.

Riffs mórbidos e solos insanos, aliado a um baixo preciso e bateria variada mostram que a banda sabe onde pisa. Vocais guturais cavernosos dão o charme e composições que variam o ritmo mostra toda a brutalidade que convém à banda. São três ótimas faixas onde Bloodlust se mostra um hino do estilo, mesmo sendo as outras duas de ótima qualidade.

Com uma produção sonora muito boa que ficou a cargo de Vágner Alba, no Oversonic Studio, "Prelude" ainda conta com uma bela arte gráfica, fruto do trabalho de Daniel Sanchez. Se você é um daqueles guerreiros que apoiam a cena Metal do Brasil e ergue a bandeira do Death Metal, não pode perder este trabalho. Primoroso!

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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