Hellscourge: banda chega ao segundo petardo com mais maleficência

Resenha - Unmerciful Blasphemies - Hellscourge

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

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O duo gaucho, formado por Hellcommander (vocal/bateria) e Mayhemic Omen (guitarra/baixo), chega ao seu segundo lançamento dessa vez através do selo paulista Heavy Metal Rock e com muito mais maleficência. Se o leitor é fã de Metal extremo enraizado, se prepare para o que está por vir.
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Quem pensa que o Metal primitivo, feito sem frescuras é sinal de má qualidade, se engana. Principalmente após ouvir "Unmerciful Blasphemies". Tudo aqui soa de tal maneira que parece ter vindo de lá pela metade da década de 80. Já na primeira composição, a 'diretaça' Antichrists Whores (um soco na cara), lembramos dos primeiros álbuns de nomes como Sodom, Venom e Slayer.

Mas, tudo isso não teria sentido se fossem meras cópias das influências citadas. O Hellscourge possui uma pegada própria, típica das bandas brasileiras de Metal extremo, principalmente aquelas do começo da década de 90. Tudo regado com letras blasfemas e maléficas.

As guitarras destilam riffs crus e agressivos, na maioria das vezes velozes. Sempre com alavanca armada, os solos são diretos, mas muito bem encaixados. A cozinha é simples, direta e faz a lição de casa muito bem. Os vocais de Hellcomander é aquele semi-gutural meio bêbado, típico das pioneiras bandas extremas.

Tudo isso envolto por uma produção suja e abafada que ao invés de tirar o brilho do trabalho, dá ainda mais característica às composições. "Unmerciful Blasphemies" ainda conta com 4 faixas bônus retiradas de um EP não lançado. Difícil mesmo é destacar alguns dos trezes hinos contidos no trabalho. Portanto, é melhor indicar para que o leitor corra atrás do seu. Aprovado!

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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