Testament: Banda nunca decepciona!
Resenha - Dark Roots of Earth - Testament
Por Carlos Henrique
Postado em 05 de agosto de 2012
Nota: 10 ![]()
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Eis que o novo álbum do TESTAMENT finalmente é lançado (vazado para quem baixou na internet)! Estamos falando de uma das bandas mais clássicas e íntegras do thrash metal, e só tendo escrito isso você já pode esperar uma brutalização thrash do primeiro ao último segundo.
O quinteto comandado por CHUCK BILLY (vocal), ERIC PETERSON e ALEX SKOLNICK (guitarristas), e contando ainda com o baixista GREG CHRISTIAN e o baterista GENE HOGLAN (substituindo o lesionado PAUL BOSTAPH; CHRIS ADLER, batera do LAMB OF GOD, gravou a bateria da faixa-bônus do lançamento pelo iTunes), novamente não decepciona, pelo contrário: Dark Roots of Earth, produzido pelo já lendário ANDY SNEAP, é candidato forte a disco do ano.
A trinca "Rise Up", "Native Blood" e "Dark Roots of Earth" forma uma das melhores da discografia dos caras (e a concorrência é dura), a primeira um típico thrash metal, a melhor escolha para abertura do álbum, a segunda com um refrão memorável e belas melodias de guitarra (e um solo espetacular) e a faixa-título dá uma acalmada no ritmo, impondo um som lento mais grooveado e cavalgado.
"Cold Embrace", que alterna momentos com passagens típicas de heavy metal tradicional com passagens acústicas, e "Throne of Thorns", extremamente técnica (e mais um sensacional solo), são as mais longas do álbum e fazem parte dos momentos de destaque junto com "True American Hate", que muitos fãs já escutaram antes do álbum ser lançado e que tem tudo para se tornar um novo clássico do grupo, além de possuir o melhor refrão do disco todo.
"A Day in the Life" (performance espetacular de GENE HOGLAN), "Man Kills Mankind" e "Last Stand For Independence" (um encerramento tão bom quanto o início do álbum) completam mais um lançamento de alto nível dos americanos.
Resumir ou definir o álbum em poucas palavras seria escrever "mais do mesmo" sobre o Testament: solos magníficos, riffs cortantes, refrãos magistralmente cantados pela lenda CHUCK BILLY (impressionante como esse cara fica mais brutal a cada lançamento), além de muito groove e um som límpido de bateria.
A capa do álbum é um show à parte, assim como a produção acima da média do já citado ANDY SNEAP.
As versões do disco que tem faixa-bônus ainda contam com covers para "Dragon Attack", do QUEEN, "Animal Magnetism" do SCORPIONS, além de "Powerslave" do IRON MAIDEN.
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