Anonymous Hate: Death Metal, honestidade e bom gosto
Resenha - Red Khmer - Anonymous Hate
Por Vitor Franceschini
Postado em 17 de junho de 2012
Nota: 8
O novo trabalho da banda amapaense Anonymous Hate traz três novas composições, além de quatro covers (sendo dois em um medley para Paranóia Nuclear/Poluição Atômica do R.D.P.) e uma intro.
As composições inéditas demonstram uma evolução natural que tem caracterizado os trabalhos da banda desde a demo "Worldead" (2010) passando pelo full length "Chaotic World" (2011). Chega a impressionar como a banda evoluiu gradativamente, sem se perder, nestes dois anos. O detalhe é que todos os trabalhos são acima da média.
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | André Silva Eleutério | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Euber Fagherazzi | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Henrique Haag Ribacki | José Patrick de Souza | Julian H. D. Rodrigues | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva |
O Death Metal está mais imposto neste trabalho, enquanto as influências Grindcore (que eram o principal foco) se mantêm de forma mais tímida. O ponto alto do disco é sem dúvidas o vocal do estreante Victor Figueiredo, pois o cara demonstra ter um peito de aço, mandando ótimos e inteligíveis guturais.
Falando no som em geral, "Red Khmer" supera as expectativas e mostra uma banda mais madura, pesada e coesa. Através de riffs sujos, cozinha técnica e veloz, a banda consegue evocar elementos básicos, mas fundamentais ao Death/Grind. Tudo regado a temas que envolvem o caos da humanidade.
Não tem como não destacar a faixa título que é uma fábrica de riffs e cheia de variações rítmicas, a cargo de uma cozinha fenomenal. Dentre os covers, Dead Shall Rise 666 (Terrorizer) é a grande jogada, já que a versão dos caras ficou tão matadora quanto à original.
Outro fator positivo e evolutivo é a melhora na produção tanto sonora (que contribui e muito com o peso das composições) quanto à gráfica (muito acima da média para um EP). Honestidade e bom gosto é sempre bom, e os caras são top nisso, confira!
http://www.myspace.com/anonymoushateap
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