Superstitious: Procurando manter vivo o espírito Rock
Resenha - Superstitious - Superstitious
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 28 de maio de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Em 2007, quando iniciou sua carreira na capital paulista, o Superstitious tinha plena consciência de que a cena Hard Rock / AOR brasileira possuía pouquíssimos bons nomes. Assim, encarando as dificuldades de exposição, a banda passou a tocar pelas casas de shows da região enquanto refinava seus arranjos tendo como objetivo o lançamento de um primeiro álbum, que agora chega ao mercado sob o título "Superstitious".
O Superstitious possui aquela importante característica, típica dos grupos iniciantes: seus músicos tocam com o coração. E quando todo esse feeling está devidamente comprometido em atualizar uma fórmula consagrada e reconhecida por atrair um público tão abrangente, tudo fica mais fácil para um disco ser bem recebido. A banda simplesmente prova ter as manhas em mesclar Hard Rock com alguns arranjos mais pesados e uma apurada carga melódica, o que dá um tom bastante acessível ao álbum.
E, como o estilo necessita, o Superstitious conta com um vocalista chamado Luis Wasques, que acerta em cheio por explorar os limites de sua voz, mas nunca indo além do necessário – e inclusive seu timbre consegue remeter ao de Bruce Dickinson. Ok, por ser uma banda independente, é natural que o áudio careça de algum refinamento, mas nada que comprometa a deliciosa fluidez proporcionada pelos 50 minutos de audição, recheada de grandes momentos como "Living My Dreams", "Standing By Your Side" e "Sweet Angel".
Como os próprios paulistas conscientemente afirmam, este é um disco que procura manter vivo o espírito do Rock'n Roll através dos novos tempos. É bem por aí mesmo! O Superstitious está de parabéns pelo carisma e acessibilidade de suas canções, e, mesmo com a resenha chegando ao fim, fica a certeza de que o disquinho continuará rolando por aqui por um bom tempo... Procure conhecer!
Contato:
http://www.superstitious.com.br
http://www.myspace.com/superstitiouspace
Formação:
Luis Wasques - voz
Rodrigo Cordeiro - guitarra
Daniel Mattos - baixo
Lael Campos - teclados
Flávio Gasperini - bateria
Superstitious – Superstitious
(2011 / independente – nacional)
01. Inside Our Hearts
02. Living My Dreams
03. What I Feel For You
04. Shining On Me
05. Standing By Your Side
06. Don’t Give It Up
07. Shelter
08. Not Alone
09. Sweet Angel
10. Win Or Wall
11. Sabrina
12. Devil Inside
13. Let It Rain
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
Por que "Mob Rules" é melhor do que "Heaven and Hell", segundo Jessica Falchi
Dave Mustaine comenta a saída de Kiko Loureiro do Megadeth: "Era um cara legal"
Sepultura anuncia título do último EP da carreira
Dave Mustaine afirma que Marty Friedman é incrivelmente talentoso, mas muito misterioso
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
O conselho que Rodolfo recebeu de vocalista de histórica banda de hard rock brasileira
O pior álbum da carreira solo de Bruce Dickinson, segundo a Metal Hammer
A resposta de Fernanda Lira para quem pergunta por que ela faz caretas para cantar
Ritchie Blackmore surpreende ao revelar qual a sua banda favorita


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



