London Souls: Influenciado por Cream, Led Zeppelin e Who
Resenha - London Souls - London Souls
Por Ricardo Seelig
Fonte: Collector's Room
Postado em 14 de setembro de 2011
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Uma banda batizada com um nome que é uma homenagem às suas principais influências (Cream, Led Zeppelin e The Who), cujo primeiro álbum foi gravado no mítico Abbey Road e produzido pelo renomado Ethan Johns. São ingleses, certo? Não. O London Souls é um power trio nova-iorquino formado por Tash Neal (vocal e guitarra), Kiyoshi Matsuyama (vocal e baixo) e Christ Saint (vocal e bateria), e a sua estreia auto-intitulada é facilmente um dos melhores discos de 2011.

As influências vão dos já mencionados Cream, Led Zeppelin e Who, passam por Jimi Hendrix e chegam em referências mais atuais como Prince e Lenny Kravitz. A escolha por uma sonoridade fortemente calcada nos anos setenta atrairá de saída os órfãos dessa década, mas os caras vão muito além. A maturidade do trio é evidente. Recheado de boas composições, o debut do London Souls revela uma banda afiada e com um entrosamento todo especial. Os três músicos se revezam nos vocais principais, o que faz com que o disco tenha uma variedade muito bem-vinda.
Com todas as faixas sendo gravadas em apenas um take, a espontaneidade e a energia saltam aos ouvidos. "She's So Mad" tem guitarras que são puro Hendrix. "She's in Control" soa como se Prince tocasse rock. A balada "Easier Said Than Done" tem ecos de Beatles, enquanto "Old Country Road" traz pitadas de country.
A escolha por uma sonoridade mais limpa e crua, sem os exageros do rock atual, faz o London Souls prender-se apenas no que realmente importa: a música, pura e simplesmente. O ritmo (sempre pulsante) e as melodias (onipresentes) são a linha de frente do grupo. A banda sabe usar o silêncio, os espaços entre os instrumentos, a seu favor, e o resultado são composições cheias de swing e dinamismo.
Com uma personalidade forte e ótimas músicas, a estreia do London Souls destaca-se com facilidade entre os lançamentos de 2011 e é, sem sombra de dúvidas e desde já, um dos grandes álbuns de 2011.
http://www.mixcloud.com/ricardoseelig/the-london-souls-easier-said-than-done/
http://www.mixcloud.com/ricardoseelig/the-london-souls-old-country-road/
Faixas:
1. Intro
2. She's So Mad
3. Someday
4. She's in Control
5. Future Life
6. Old Country Road
7. Six Feet
8. Stand Up
9. Easier Said Than Done
10. I Think I Like It
11. Dizzy
12. Under Control
13. The Sound
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música do Rainbow que Ritchie Blackmore chama de "a definitiva" da banda
A melhor música de cada álbum do Iron Maiden, segundo ranking feito pela Loudwire
"I Don't Care", do Megadeth, fala sobre alguém que Dave Mustaine admite ter implicância
Uma cantora brasileira no Arch Enemy? Post enigmático levanta indícios...
Metal Church anuncia seu décimo terceiro disco, o primeiro gravado com David Ellefson
Ao lidar com problemas de saúde, Dee Snider admitiu fazer algo que rejeitou a vida inteira
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
A música épica do Rush que mexeu com a cabeça de Dave Mustaine
"Não tenho mágoa nenhuma": Luis Mariutti abre jogo sobre Ricardo Confessori e surpreende
35 grandes músicas que o Megadeth lançou no século XXI
O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
Jão sofre fratura exposta em dedo da mão e se afasta das atividades do Ratos de Porão
Summer Breeze anuncia mais 33 atrações para a edição 2026
Arch Enemy é anunciado como atração do Bangers Open Air
O cover do Led Zeppelin que Frank Zappa fez para humilhar a banda
Como foi o dia que Raul Seixas convidou membro da Legião Urbana para fumar um?
A banda que Nasi apresentou a Regis Tadeu e o crítico considera som como "inclassificável"


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
O disco que "furou a bolha" do heavy metal e vendeu dezenas de milhões de cópias



