Scorner: Death Metal influenciado por Cannibal e Nile
Resenha - Bloodshedding - Scorner
Por Vitor Franceschini
Postado em 06 de setembro de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Scorner foi formado em 1993 por A. Mauricio Laube (guitarra) e Silvio Knop (baixo) e já lançou uma demo, intitulada Majesty em 1995 e um split-álbum com a banda Insane Devotion (que também conta com Laube em sua formação) chamado In Inferioribus Terrae, em 2000.

Atualmente o Scorner é capitaneado por Laube que faz tudo na banda. O som é um excelente Death Metal, o que pode ser conferido neste Bloodshedding.
Apesar da bateria programada, o som soa bem orgânico e direto, e "God Is Dead" abre o disco de forma brutal, aonde o verdadeiro fã de Metal extremo irá se deleitar com os ótimos riffs e peso da faixa. São menos de três minutos de um Death Metal que une influências das raízes do estilo com o atual Death Metal praticado por nomes como Cannibal Corpse e Nile.
"Shed The Blood" vem logo em seguida e mantém a chama da brutalidade acesa. A faixa possui um ótimo refrão, onde Laube mostra que sabe muito bem vomitar as letras com ‘classe’, dando mais um atrativo às composições do Scorner. Seu vocal soa quase monocórdio, com pouca variação, portanto casa perfeitamente com o estilo.
"Astonishing Willingness" mostra as influências de Brutal Death Metal através dos ótimos riffs de guitarra e bateria veloz, com um baixo que dá enorme peso à faixa. "Dawn Of The Dead" é a mais trabalhada do álbum, com uma boa variação rítmica, ótimos riffs e a bateria soando praticamente como se fosse de verdade, muito boa!
"Dark Passager" e "Planet Death" fecham o trabalho mantendo a chama do Death Metal acesa, já que a última faixa é um remix desnecessário para "Dawn Of The Dead".
Vale destacar também a ótima capa e o trabalho gráfico do álbum que ficaram muito bons, com tonalidades que casam perfeitamente com as composições do disco. Uma pena o trabalho contar com apenas sete faixas (incluindo o remix), já que as composições são de ótima qualidade.
O trabalho contou com as participações especiais de Marcio Rapezzi (ex- Ahasverus) no baixo e Nahtaivel (Insane Devotion) nos backing vocals.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Fãs de Angra piram: Rafael Bittencourt confirma que Edu Falaschi vai ao Amplifica em 2026
O melhor disco de heavy metal de 2025, segundo o Loudwire
Para Mikael Akerfeldt (Opeth), o rock/metal progressivo virou regressivo
"Parecia Def Leppard ou Bon Jovi": vocalista explica recusa a convite do Pantera
O maior cantor de todos os tempos para Steven Tyler; "Eles já tinham o melhor"
Dave Mustaine fala sobre "Ride the Lightning" e elogia Lars Ulrich: "Um excelente compositor"
Tony Iommi faz um balanço do ano que passou e promete álbum solo para 2026
Loudwire escolhe parceria feminina como a melhor música de heavy metal de 2025
O categórico argumento de Regis Tadeu para explicar por que Jimi Hendrix não é gênio
Os mitos sobre Woodstock que todos repetem no automático até hoje, segundo Barcinski
A banda que fez Jimmy Page passar vergonha; "eu não queria estar ali"
Os 5 discos de rock que Regis Tadeu coloca no topo; "não tem uma música ruim"
A "canção romântica" dos Titãs que era a preferida de Renato Russo
A música desconhecida que deu origem a um dos maiores clássicos do heavy metal
Cinco músicos brasileiros que integram bandas gringas
5 curiosidades sobre Alexandre o Grande, ícone retratado em música do Iron Maiden
O disco do Iron Maiden que para Regis Tadeu é "criminosamente subestimado"
Alice in Chains: a triste entrevista final de Layne Staley, ciente de que morreria

Edguy - O Retorno de "Rocket Ride" e a "The Singles" questionam - fim da linha ou fim da pausa?
Com muito peso e groove, Malevolence estreia no Brasil com seu novo disco
Coldplay: Eles já não são uma banda de rock há muito tempo



