Deathraiser: O retorno triunfal do Thrash Metal à cena
Resenha - Violent Agression - Deathraiser
Por Vitor Franceschini
Postado em 23 de julho de 2011
O retorno triunfal do Thrash Metal à cena teve o Brasil como um dos principais safristas do estilo, tanto que nomes como Violator, Farscape, Blasthrash e Bywar são alguns dos principais nomes da nova geração do Thrash Metal mundial, mesmo que no underground.
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O Deathraiser segue esta tendência e a faz com competência ímpar. Tudo neste trabalho remete ao primeiro estilo extremo do Metal. Desde a concepção da capa ao visual da banda, passando pela temática das letras e execução das músicas, tudo foi feito com extrema competência e boa produção.
O álbum abre com a faixa título que é um murro na cara e já mostra que o ouvinte não terá folga durante a execução do petardo. A faixa é rápida e brutal, com vocais rasgados, bem na linha Kreator das antigas. Annihilation Of Masses mantém a pegada com ótimos riffs e cozinha insana. Terminal Disease é mais uma fábrica de riffs com algumas belas e raras quebradas e solos na velocidade da luz.
Enslaved By Cross, Commando To Kill e Killing The World seguem a pancadaria e mostra o maior defeito (ou qualidade?) do álbum, a homogeneidade. Todas as faixas são rápidas e brutais, mas parecidas entre si. Podem agradar alguns, mas soarem cansativas para outros.
Oppression Till Death é mais um destaque, novamente com riffs a rodo e alguns backing vocals que se encaixaram muito bem ao som da banda, dando uma pitada de crossover ao som. E, fechando o trabalho, Lethal Disaster e o hino Thrash Or Be Thrashed, mantendo a linha de todo o álbum.
Como foi dito a homogeneidade do trabalho pode agradar alguns e desagradar a outros. No meu caso soa cansativo no final, mas é inegável que as composições são de ótima qualidade.
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