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Rush: documentário é envolvente e sobretudo divertido

Resenha - Beyond The Lighted Stage - Rush

Por Amir R. De Toni Jr.
Postado em 14 de julho de 2010

Depois de uma memorável passagem pelo Brasil em 2002, o RUSH exibe mais um espetáculo em terras brasileiras, desta vez nos cinemas.

"RUSH: Beyond The Lighted Stage" é dirigido pelos renomados Sam Dunn e Scot McFadyen, responsáveis por "Iron Maiden: Flight 666" e "Metal: A Headbanger's Journey". Em se tratando de documentário, segue um caminho seguro e tradicional: os primórdios no circuito estudantil, o conflito com a família, o primeiro contrato, as primeiras turnês, e por aí vai. E a combinação dessa fórmula segura com as entrevistas bem editadas e um acervo incrível de fotos é realmente envolvente e sobretudo divertido.

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Os depoimentos de músicos inclui ótimas passagens com Gene Simmons, Kirk Hammet, Trent Reznor, mas se destacam as participações de Billy Corgan e Jack Black. Corgan expõe sua relação com as letras de Neil Peart e seu amadurecimento juvenil, enquanto Jack Black tem ótimas sacadas sobre a sonoridade da banda e a sua importância no cenário ao longo de mais de 30 anos de carreira. Há também relatos de produtores que participaram da carreira da banda, mostrando cada mudança de direção, cada passo adiante, desde o primeiro contrato até o retorno às atividades após as tragédias familiares do baterista.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

O documentário se fortalece ao exibir depoimentos de músicos que admitem não gostar de certas fases da banda, críticas grosseiras de jornais e revistas dos anos 70, piadas sobre o nariz e a voz de Geddy Lee. A edição certeira do conjunto (elogios, críticas, imagens de arquivo, entrevistas com a banda) oferece um retrato digno da importância do RUSH, sem mea culpa, sem excesso de bajulação. Como fã, senti falta de alguns detalhes, como o batismo da banda, o 'sistema de produção de discos', mas nada que realmente prejudique o resultado final.

Infelizmente o documentário teve exibição única em oito salas da rede Cinemark (sessão quase lotada em Porto Alegre), mas o DVD chega às lojas em breve. Um excelente dossiê para quem é fã e para apresentar a banda às novas gerações.

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Sobre Amir R. De Toni Jr.

20 e poucos anos, engenheiro. Começou muito tarde no rock, aos 17 anos, com "The Dark Side of The Moon" e não conseguiu mais parar. Pink Floyd, Rush, Metallica, Dream Theater e Rammstein em bom volume são o sinal de que está em casa. A vontade de ser músico é suprida com resenhas e invencionices no www.figment.cc.

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