Meshuggah: obra mais cautelosa em sua abordagem
Resenha - ObZen - Meshuggah
Por Ben Ami scopinho
Postado em 25 de junho de 2008
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Com uma trajetória que já ultrapassa duas décadas, os álbuns do colosso Meshuggah sempre causaram impacto no cenário, tanto que não se conhecem muitas bandas com a intrigante, caótica e inesperada personalidade musical dos suecos. E "ObZen" é mais uma obra que, mesmo mais cautelosa em sua abordagem, novamente comprova que a criatividade e técnica do pessoal continua sem dar mostras de cansaço.
Meshuggah - Mais Novidades
Ainda que bem mais simples que o antecessor e claustrofóbico "Catch Thirty Three" (05), seu novo disco segue aquele padrão raramente convencional ou melódico, tão característico na sonoridade do Meshuggah. O leitor que acompanha a discografia do grupo encontrará em "ObZen" algumas similaridades com "Destroy Erase Improve" (95) e "Nothing" (02), parcialmente mescladas à atordoante faceta industrial e progressiva do já mencionado último disco. Isso, aliado a uma produção muito límpida – que até permite certa margem para se acessar um público mais amplo – torna-se uma combinação interessantíssima e brutal.
Além de muitos riffs matadores no decorrer do disco, outro ponto a ressaltar é o uso de uma bateria de verdade (demorou!), o que vem a corrigir a sensação mais artificial causada pela bateria programada tão utilizada anteriormente – aquele software criado pelo próprio baterista Tomas Haake, que acabou ficando conhecido como ‘Drumkit From Hell’, lembram-se?
José Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Talvez a canção que venha a ser unanimidade entre os ouvintes seja a abertura apropriadamente chamada "Combustion", em especial pela sua simplicidade que a torna diferente dos ritmos mais complexos do restante do repertório. Outras excelentes músicas são "Electric Red", as velozes "Bleed" e "Pineal Gland Optics".
"ObZen" possui faixas muito diversificadas e que abrangem as mais variadas fases musicais da carreira do conjunto. Assim, é um trabalho que ajudará a entender mais facilmente a relevância do nome Meshuggah por aqueles que não tiveram a oportunidade de conhecer sua sonoridade, além de também ter grandes chances de ser devidamente apreciado por quem admirou o que os suecos fizeram no passado e não digeriram muito bem o tal último registro, uma anomalia vanguardista que dividiu tantas opiniões.
Formação:
Jens Kidman - voz
Fredrik Thordendal - guitarra e sintetizadores
Mårten Hagström - guitarra
Dick Lövgren - baixo
Tomas Haake - bateria
Meshuggah – ObZen
(2008 - Nuclear Blast Records / Icarus Music - nacional)
01. Combustion
02. Electric Red
03. Bleed
04. Lethargica
05. ObZen
06. This Spiteful Snake
07. Pineal Gland Optics
08. Pravus
09. Dancers To A Discordant System
Homepage: www.meshuggah.net
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Zakk Wylde lembra breve período como guitarrista do Guns N' Roses
A canção de dois adolescentes que impediu "Bohemian Rhapsody" de chegar ao topo das paradas
A banda de metal que Gene Simmons dizia que iria tomar o lugar do Kiss
A música que Ian Gillan considera a melhor de sua carreira, acima dos clássicos do Deep Purple
Para Marty Friedman, Nick Menza foi uma das razões para o sucesso do Megadeth
As 10 melhores músicas do Anthrax com John Bush nos vocais, segundo o Metal Sucks
A banda influenciada pelo Iron Maiden que Bruce Dickinson elegeu como sua favorita
O álbum do Metallica que tem Kirk Hammett como ponto mais fraco, segundo Gastão
A melhor música dos Rolling Stones, segundo a Paste Magazine
Black Label Society faz show histórico em Belo Horizonte e emociona fãs
A divergência entre Max Cavalera, Jack Black e Michael Sweet sobre o grunge
Os três álbuns de estúdio que Alice Cooper não lembra de ter gravado
Por que o Led Zeppelin nunca alcançou a popularidade dos Beatles, segundo John Paul Jones
O músico do Led Zeppelin que só entrou na banda depois de receber dezenas de telegramas
Os 10 melhores álbuns de metal de todos os tempos, segundo Rob Halford do Judas Priest
Ritchie Blackmore surpreende ao revelar qual a sua banda favorita
Mike Patton abre o jogo sobre sua saúde mental; "Eu simplesmente surtei"
Para David Gilmour, reunião do Pink Floyd no Live 8 foi "como dormir com a ex"

Existe uma banda de metal para cada tipo de chefe e você vai reconhecer o seu
Baterista do Messhugah contou a Sebastian Bach que a banda ouvia Skid Row
Como o Meshuggah ajudou Courtney LaPlante, do Spiritbox, a entrar no mundo do metal
De Europe a Entombed, 15 das melhores bandas da Suécia, de acordo com a Metal Hammer
5 clássicos do metal que você nunca deve usar para apresentar o estilo para alguém

