Resenha - Light Grenades - Incubus
Por Thiago Zanetti
Postado em 26 de dezembro de 2006
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Dois anos após o lançamento de "A Crow Left Of The Murder", as lojas recebem o novo trabalho de estúdio do Incubus: "Light Grenades". Quem esperava um novo "S.C.I.E.N.C.E." vai se decepcionar; quem esperava o equilíbrio de "A Crow Left Of The Murder" também vai torcer o nariz. Basicamente, "Light Grenades" parece ser uma continuação do açucarado "Morning View", o trabalho mais leve da banda.
Desde o segundo álbum ("Make Yourself"), ficava claro que o Incubus estava tomando um rumo diferente daquele apresentado em seu antecessor. Baladas extremamente acessíveis, como "Drive" e "Stellar", já estavam lá; e isso se consolidou em "Morning View", com faixas como "Wish You Were Here", "11am", "Echo" e "Aqueous Transmission". Em 2004, com "A Crow Left Of The Murder", muitos fãs mais antigos viram a possibilidade de retomada de peso, mas "Light Grenades" mandou essa esperança por ábua abaixo.
O álbum conta com 13 faixas e tem cerca de 47 minutos de duração. A abertura, "Quicksand", é extremamente lenta com toques progressivos (característica marcante do Incubus) e, em seguida, começa "A Kiss To Send Us Off" que, de certa maneira, lembra um pouco a faixa de abertura do disco anterior, "Megalomaniac" (que fez um sucesso relativo no Brasil, com o clip em uma posição razoável na MTV). Em seguida, "Dig", uma bela balada com uma bela letra - forte candidata a single.
"Anna Molly", o primeiro single, é uma das mais empolgantes do álbum - junto com a faixa título, "Rogues" e "Pendulous Threads". As demais são baladas muito bem construídas e grudentas, mas que acabam por perder um pouco do brilho devido à saturação do estilo neste álbum.
No geral, é um bom álbum. Não apresenta nenhuma grande novidade no estilo, não é um álbum maravilhoso ou um divisor de águas; é um álbum legal, com músicas boas prá namorar ou tocar em uma rodinha de violão.
Tracklist:
1. Quicksand
2. A Kiss To Set Us Off
3. Dig
4. Anna Molly
5. Love Hurts
6. Light Grenades
7. Earth To Bella (pt. 1)
8. Oil And Water
9. Diamonds and Coal
10. Rogues
11. Paper Shoes
12. Pendulous Threads
13. Earth To Bella (pt. 2)
Incubus:
Brandon Boyd - Vocal
Mike Einziger - Guitarra
Ben Kenney - Baixo
Jose Pasillas - Bateria
Chris Kilmore - Turntables
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O maior álbum grunge para muitos, e que é o preferido de Eddie Vedder
A música que o Helloween resgatou após mais de 20 anos sem tocar ao vivo
A melhor música de cada álbum do Ozzy Osbourne, de acordo com a Loudwire
"Dias do vinil estão contados", diz site que aposta no CD como o futuro
A música do Helloween na fase Andi Deris que Kai Hansen adora
O headliner do Bangers Open Air que não tem nenhum membro original em sua formação
Roland Grapow traz ao Brasil show celebrando 30 anos de clássico do Helloween
Dave Mustaine explica por que resolveu colocar um ponto final na história do Megadeth
As 11 melhores músicas lançadas em 1973, de acordo com a Classic Rock
Pink Floyd anuncia a coletânea "8-Tracks", que inclui versão estendida de "Pigs On The Wing"
"Não somos um cover, somos a banda real", diz guitarrista do Lynyrd Skynyrd
Blaze Bayley não gostou de trabalhar com o produtor Rick Rubin; "Ele era maluco"
As 11 bandas de rock progressivo cujo primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
Por que Izzy Stradlin decidiu sair do Guns N' Roses em 1991, segundo autor
Ícone do thrash metal, Mille Petrozza não dá muita atenção ao "Big Four"
Nicko McBrain volta aos palcos sem o Iron Maiden
Humor: como seriam os nomes de alguns rockstars se eles fossem brasileiros
O disco em que o Angra se distanciou do "Metal Espadinha", segundo Rafael Bittencourt


Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



