RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

Vinheteiro chama Angra de "fezes puríssima" e ouve resposta de Rafael Bittencourt

Gravadora negou quantia irrisória ao Judas Priest e acabou perdendo a banda

A música do Led Zeppelin que Robert Plant considera perfeita

O panfleto de fundamentalistas religiosos que "denunciava o satanismo" do Kiss em 1979

As 10 músicas mais emocionantes do Slipknot, segundo a Metal Hammer

Tem alguma música do Guns N' Roses que é a mais difícil de tocar? Duff McKagan responde

As encrencas que causaram expulsão do Krokus de turnê com o Def Leppard

Novo vocalista foi "presente dos deuses", diz baixista do Nazareth

O filme que fez Dave Grohl mudar o título do novo álbum do Foo Fighters

A música do Genesis que para Phil Collins lembra o Led Zeppelin

A inesperada inspiração dos anos 1980 por trás da bateria de Dave Grohl em "Nevermind"

Regis Tadeu "revela a verdade" que se esconde por trás do Angine de Poitrine

A atitude de Eric Clapton que Neil Young não gostou e escreveu música a respeito

5 músicas do Dream Theater que são carregadas de emoção

A música que, segundo David Gilmour, apontou o caminho que o Pink Floyd deveria tomar


Resenha - Storm - Theatre of Tragedy

Por
Postado em 04 de junho de 2006

Nota: 7 starstarstarstarstarstarstar

O norueguês Theatre Of Tragedy foi um dos primeiros conjuntos bem sucedidos por fazer uso de vozes masculinas guturais se contrapondo com linhas vocais femininas angelicais. Mas com o passar dos anos a banda foi fazendo muitas experimentações em sua música, e o que começou como metal doom e gótico foi adquirindo contornos cada vez mais eletrônicos e pop, e a partir daí começaram os problemas: desprezo por parte de fãs mais radicais, crítica malhando seus discos e trocas de músicos, sendo que a maior perda foi Liv Kristine, que deixou a banda em 2003.

Theatre Of Tragedy - Mais Novidades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Então já dá para imaginar a expectativa em torno de "Storm", seu sexto álbum de estúdio, principalmente por ser a estréia da cantora Nell Sigland (The Crest). De qualquer modo, estes quatro anos afastados dos estúdios permitiram que seus músicos refletissem tranquilamente sobre o caminho musical a ser seguido, e o resultado, se por um lado não traz nada que inove o estilo, por outro mostra que a banda se afastou um pouco da faceta eletrônica de seus últimos discos, soando mais pesada e gótica.

Nell tem uma voz realmente encantadora e sua performance está incrível, sua inclusão no Theatre Of Tragedy foi mais do que bem sucedida. Já quanto a Raymond, este se caracteriza pela frieza imposta por vocalizações repletas de efeitos eletrônicos, com resultados razoáveis. Na parte instrumental, Lorentz se sobressai pelo total controle de sintetizadores e muitos pianos belíssimos em canções que ainda mantém resquícios de elementos eletrônicos e pop, mas cuja presença não ofusca o termo "metal", pois há muitos riffs simples, mas que aparecem bastante pela distorção utilizada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Merece destaque principalmente a faixa-título, bastante gótica, pesada e com uma grande interpretação de Nell, além de "Ashes And Dreams", outro bom momento entre as variações vocais femininas e masculinas sombrias, permeadas por orquestrações bem encaixadas. Mas as melhores faixas que são as cantadas inteiramente por Nell, sua voz límpida é brilhante em, por exemplo, "Fade", bonita balada orientada pelo piano.

Em suma, "Storm" nada mais é do que apenas um álbum decente. Está a anos-luz da esperada volta às raízes góticas e doom, mas também está longe dos delírios eletrônicos de "Musique" e "Assembly". O Theatre Of Tragedy mostra que ainda tem algum fôlego para tentar recuperar a reputação adquirida como uma das precursoras do metal gótico. Quanto ao futuro...

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Formação:
Nell Sigland - voz
Raymond I. Rohonyi - voz
Frank Claussen - guitarra
Vegard K. Thorsen - guitarra
Lorentz Aspen - teclados
Hein Frode Hansen - bateria

Theatre of Tragedy – Storm
(2006 / AFM Records – Rock Brigade Records)

01. Storm
02. Silence
03. Ashes And Dreams
04. Voices
05. Fade
06. Begin & End
07. Senseless
08. Exile
09. Disintegration
10. Debris

Homepage: www.theatreoftragedy.com


Outras resenhas de Storm - Theatre of Tragedy

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Stamp


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".
Mais matérias de Ben Ami Scopinho.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS