Resenha - Greenhouze - Greenhouze
Por Ricardo
Postado em 19 de fevereiro de 2006
Greenhouze é uma das mais novas sensações européias, e não é pra menos. Seu estilo misturando AOR, melodic rock, new age com toques de modernidade, cativa e emociona. Assim como o Pride of Lions, o projeto é composto de dois integrantes: Solli (vocais) e Lars Levin (guitarra, teclado e backing vocais). A banda de apoio dos dois também dá um show à parte.

Não há realmente muito o que falar dos rapazes ainda, por terem aparecido a pouco tempo, mas esse pouco tempo já está produzindo um álbum que certamente será bastante procurado agora e se tornará referência do estilo daqui a alguns anos.
É realmente impressionante que um material como este esteja sendo lançado somente agora. O projeto foi fundado em 1995, e ao longo dos anos, o guitarrista foi acumulando idéias e tentando encontrar o parceiro ideal de banda com uma voz forte e marcante para interpretar as canções. O vocal também contribuiu com algumas letras.
Solli lembra muito em aspectos vocais o vocalista John Waite, egresso da superbanda Bad English, formada por membros do Journey no final dos anos 80. O estilo musical da dupla também parece bastante influenciado por Foreigner, Bad English, Journey e outros dos anos 80. Basicamente se trata de rock melódico com produção moderna e alguns toques modernos. O som também carrega um pouco do estilo do Kansas e algumas incursões no New Age.
Destaques no disco? Difícil tarefa, uma vez que todas as músicas são excelentes. Dos big bangs, "The Point" certamente é uma, não por ser a faixa de abertura, mas por sua melodia belíssima e seu efeito de fundo de onda de mar que dá uma certa paz de espírito, além de seu andamento marcante, emocionante e os belíssimos riffs e solos de Levin. A balada "Waterline" também é um grande destaque. "Remember" também é outra balada que merece destaque, digna de um tema cinematográfico. "Train Song" tem um clima na medida, riffs e solos de precisão cirúrgica e linhas vocais excelentes, sem falar na orquestração. "Rain" com certeza merece ser o single do disco. A belíssima e excelente instrumental "Snow on the Roof" tem ares de Kansas, e acerta em cheio, com passagens memoráveis e um trabalho primoroso de Levin.
As outras seis faixas do disco só não foram destacadas por possuírem elementos semelhantes às faixas acima, mas nenhuma delas é ruim. O disco todo parece funcionar como uma única e grande canção.
Posso afirmar sem sombra de dúvida que é um disco que todos deveriam ouvir, mesmo aqueles que não são muito apegados ao rock melódico irão escutar este trabalho primoroso e se impressionar com a qualidade musical.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A regra do Iron Maiden que Nicko McBrain quebrou e levou "uma bronca daquelas" de Steve Harris
O melhor livro de todos os tempos, segundo Robert Smith do The Cure
A banda que vendeu milhões nos anos 70 e hoje não aparece nas listas de rock clássico
O clássico dos anos 70 que para Slash tem o "melhor timbre de guitarra de todos os tempos"
A música que Flea escolheu como a melhor definição do Red Hot Chili Peppers
Sai Mario, entra Luigi: brasileiro assume temporariamente a bateria do Gojira
O tipo de banda que Joey Ramone odiava; "toda esta merda de nova fórmula de rock"
A frase dita por Brent Hinds em 2021 que ganhou outro significado após sua morte
A obra-prima do rock anos 90 que foi gravada em uma mansão medieval assombrada na Inglaterra
A turnê do Led Zeppelin que Robert Plant odiou fazer: "Uma tremenda bobagem!"
Os dois Beatles que poderiam ter entrado nos Rolling Stones segundo Keith Richards
5 músicas que fazem o metaleiro olhar para o amigo e dizer: "Agora ficou sério"
O melhor disco do Scorpions, segundo a Classic Rock
System of a Down puxa coro contra o Oasis durante show em Londres
A música que Lennon compôs durante seu "quase caso de amor" com um homem
Axl entendia que as coisas mudaram para o Guns, mas Slash tinha virado um personagem
A educada resposta dos Mamonas após Rita Lee dizer duras abobrinhas sobre a banda
A curiosa maneira como Rafael Bittencourt identifica quem é músico na plateia do Angra

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



