Resenha - Lady Macbeth - Lana Lane
Por Rafael Carnovale
Postado em 31 de dezembro de 2005
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
E já fazem 10 anos desde que Lana Lane lançou seu primeiro álbum, "Love Is An Illusion". Apesar da competência da mesma como vocalista, e do talento do tecladista e maridão Erik Norlander, Lana só viria a obter maior reconhecimento com "Queen Of The Ocean" (1998). Desde então a mesma vem mantendo uma regularidade impressionante em seus álbuns, com um estilo que mescla heavy, hard e toques de prog em alguns momentos. Para o novo lançamento, Lana e Erik decidiram re-visitar uma obra de Willian Shakespeare, "Lady Macbeth", e o resultado é este CD meio conceitual, meio histórico que você tem em mãos, cortesia da Hellion Records.

Com um bom time de convidados, que incluem os vocalistas Kelly Keeling e Marc McCrite, Lana fez seu melhor álbum sem sombra de dúvida: iniciando com a épica "The Dream Never Ends" (aonde brilham os teclados de Erik e um bom trabalho das guitarras), seguido com a hard "Someone To Believe", e passando pela belíssima balada "Our Time Now", Lana e banda dão um show de como fazer música intrincada, e cativante ao mesmo tempo (aliás note como as guitarras soam como se tivessem sido gravadas por David Gilmour do Pink Floyd).
Lana também mostra como fazer música pesada em "Summon The Devil" e na prog-metal "Keeper Of The Flame", mas momentos de maior suavidade, como "No Tommorrow" e a excelente instrumental "The Vision" (com vocais apenas ditando a harmonia) são os destaques de um trabalho bonito, de extremo bom gosto. Para encerrar o CD em alto estilo, a progressiva "We Had The World" e a balda "Dunsiane Walls".
Um CD que a princípio não parece fácil de digerir... mas algumas audições atentas e sem preconceito irão mostrar o quão bela ficou esta obra. Vai ser difícil Lana Lane lançar algo tão bom quanto este novo CD, por isso confira!
Formação:
Lana Lane – Vocais
Erik Norlander – Teclados
Peer Verschuren – Guitarras
Mark McCrite – Guitarras/Vocais
Neil Citron – Guitarras
Kristoffer Gildenow – Baixo
Don Schiff – Teclados Auxiliares
Ernst Van EE – Bateria
Kelly Kelling – Vocais
Site Oficial: http://www.lanalane.com
10 faixas – Duração: 54min e 13seg
Hellion Records – 2005 (Nacional)
Outras resenhas de Lady Macbeth - Lana Lane
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Birmingham, Ozzy Osbourne e o heavy metal que a cidade ainda reluta em assumir
Playlist - Os melhores covers gravados por 11 grandes bandas do thrash metal
Foto junta Slash, Duff e Sharon Osbourne, e puxa o fio do tributo a Ozzy no Grammy 2026
A banda clássica dos anos 60 que Mick Jagger disse que odiava ouvir: "o som me irrita"
O indiscutível maior mérito de Jimmy Page enquanto guitarrista, segundo Regis Tadeu
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
O melhor disco de thrash metal de cada ano da década de 90, segundo o Loudwire
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
O melhor álbum de metal nacional lançado em cada ano entre 1990 e 2025
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
Para Lars Ulrich, o que tornava o Slayer interessante era seu extremismo
O álbum do Dream Theater que foi mais difícil compor as letras, segundo John Petrucci
O cantor famoso que ia entrar no Barão antes do Cazuza, mas achou que eles tocavam muito alto
Max Cavalera e o conselho dado por Ozzy Osbourne: "ambos nos sentimos traídos"
As influências de Humberto Gessinger, de Pink Floyd e Rush a punk e Iron Maiden


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



