Resenha - Voodoo Hill - Voodoo Hill

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Por Jeferson Alan Barbosa
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Talvez poucas pessoas conheçam ou já ouviram falar do talentoso guitarrista italiano Dario Molo; confesso que também não o conhecia até comprar este “Voodoo Hill”.
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Molo já havia realizado o ótimo “The Cage” de 99, ao lado de Tony Martin .

Neste seu trabalho Molo decidiu recrutar para o line-up de sua banda o veterano Glenn Hughes, que volta ao Hard-Rock em grande estilo, evidenciando a todos, neste trabalho, por que é conhecido como “The Voice of Rock”.

Este pode ser considerado o trabalho mais pesado e diversificado da carreira deste guitarrista, devido às influências de Hughes, responsável pela composição de boa parte das letras.

Ao ouvirmos a faixa “Disconnected” ficamos maravilhados ao ouvir o que Glenn é capaz de fazer com suas cordas vocais, e passamos ter certeza de que Deus realmente existe, pois sua voz pode ser considerada uma verdadeira obra divina,.

O cara canta como se estivesse brincando com as letras das músicas, com mudanças que vão do grave ao agudo, e que só poderiam ser feitas com a habilidade de um verdadeiro Mestre.

Ouçam com atenção as músicas “Keep it to yourself” e “24”e confiram por si próprios !

Dario Molo por sua vez não fica atrás demonstrando sua técnica refinada e extrema competência , além de deixar transparecer claramente uma de suas influências que é Ricthie Blackmore.

Outro destaque do CD é a canção “ Spun in Lost Wages” que muito nos faz lembrar do álbum “Seventh Star” do Black Sabbath de 86 e que contava com Hughes nos vocais.

O CD é bom do começo ao fim, pois quando terminamos de ouvi-lo, dá vontade de faze-lo novamente, sem pular um música sequer.

Voodoo Hill é indicado e indispensável a todos aqueles que curtam trabalho de membros da família Purple, como é o caso do magnífico Glenn Hughes.

Detalhe: Para quem gostar deste CD, recomendo, adquirir os ótimos, The Cage e The Cage II, trabalhos anteriores de Molo, ambos ao lado de Tony Martin, este útlimo lançado no Brasil pela Hellion Records, que tem prestado um grande serviço em prol do Hard-Rock, lançando ótimos títulos nacionais a um preço justo.

NOTA 11

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Sobre Jeferson Alan Barbosa

Comecei a ouvir Rock aos 12 anos, no inicio dos anos 80, meu primeiro disco foi "PETER FRAMPTON Special" mas foi através do extinto programa "Som Pop" exibido pela TV Cultura que passei a conhecer aquelas que seriam as minhas bandas preferidas, KISS e IRON MAIDEN. Como não tinha dinheiro, a única solução era pedir discos emprestados aos amigos, sendo que os primeiros foram: Fireball e Made In Europe (DEEP PURPLE), Saint n' Sinners (WHITESNAKE), Heaven and Hell (BLACK SABBATH), Iron Maiden (IRON MAIDEN) e Killers (KISS). Possuo um vasto acervo pessoal que incluem fotos, pôsteres e reportagens de muitas bandas, sendo o maior deles o da banda KISS. Assisti a inúmeros shows mas, destaco entre eles como sendo os de maior importância, as duas primeiras edições do Rock in Rio (85 e 91), onde assisti o melhor show da minha vida, o JUDAS PRIEST na tour do disco "Painkiller".

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