Resenha - Live at The Gods 2002 - Jeff Scott Soto
Por Rafael Carnovale
Postado em 25 de setembro de 2003
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Festival "The Gods" reúne todo ano a nata do hard rock europeu e mundial. O ano de 2002 contou com Ten, Harem Scarem e Mr Soto, com sua banda solo. Mas o que é Jeff Scott Soto solo? É basicamente tudo o que o carinha já gravou em sua longa carreira.... e tem coisa pra tocar. Aproveitando sua boa participação no festival, Jeff lança este cd gravado ao vivo, que antecedeu o lançamento de seu cd solo, "Prism".
Jeff Scott Soto - Mais Novidades
O show é uma mescla de toda a carreira deste cara, então temos desde Talisman a Malmsteen, passando por trabalhos solos e sons acústicos. O show já começa na manha, com uma introdução à capela de "2 Your Heart" por parte da banda, emendando com "Let me Entertain You" do Queen, gravada pelo Talisman em seu cd "Truth", emendada com "Break Your Chains" (também do Talisman). Soto também apresenta duas canções de "Prism", "How Long" e o primeiro single "Eyes of Love" e músicas de seu projeto "Love Parade" (a excelente faixa título).
Quer mais? Ele ainda detona tudo com uma versão arrasa-quarteirão para "Stand Up", do filme Rockstar (cujos vocais foram gravados por Jeff mesmo) e ainda puxa "Warrior", uma das melhores músicas da época em que Jeff cantou com Axel Rudi Pell. Para detonar tudo, Jeff manda "I’ll Be Waiting" do Talisman e "Again 2 Be Found", do pesadíssimo Humanimal.
Mas os maiores destaques ficam para os medleys finais. Jeff apresenta um medley acústico com "Mysterious", "Crazy" (SIM!!! De Seal), "4U", "Nobody Said It Was Easy", "Jyst Between Us" e "Stranded", aonde a banda demonstra todo seu talento e Jeff mostra que seu gogó continua ótimo. Porém, se isso não fosse suficiente ele aproveita para encerrar o show com um outro medley, de músicas gravadas com Yngwie Malmsteen. "Don’t Let it End", "On the Run Again", "I’m a Viking" e "I’ll See the Light Tonight" arrasam o público, com um show do guitarrista Howie Simon e de Jeff, que mostra que ainda tem todo o poder de fogo da época em que era, junto com Yngwie, um moleque procurando fazer som.
Um grande show, com uma boa banda. Um cd que vale a pena ser curtido do início ao fim, pois mostra toda a versatilidade de um dos maiores vocalistas dos anos 90 e contém um repertório de tirar o fôlego. Vale!!!
Line Up:
Jeff Scott Soto – Vocais
Howie Simon – Guitarras
Alex Papa – Bateria
Gary Schutt – Baixo
Lançado em 2003 pela Frotiers Records na Europa.
Outras resenhas de Live at The Gods 2002 - Jeff Scott Soto
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Capital Inicial cancela shows nos Estados Unidos após vistos negados
Rush é parado na fronteira dos Estados Unidos com o México e precisa adiar show
20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
Rhapsody se despedirá com formação clássica ao lado do Epica na América do Sul
Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
Ripper Owens: "Há uma razão pro Iron Maiden tocar pra 20 mil e o Judas pra 5 mil"
Os dois clássicos do Judas Priest que Ripper Owens não queria cantar no Masters of Voices
Classic Rock ranqueia discografia do Bon Jovi do pior ao melhor álbum
O cantor de prog metal que foi cotado para substituir Bruce Dickinson no Iron Maiden em 1993
A melhor música de rock progressivo de todos os tempos, segundo os leitores da Prog
O show em que o Iron Maiden tocou Van Halen, de acordo com Adrian Smith
O que torna o Slayer diferente, na opinião de Dave Mustaine
A grande omissão do Rock and Roll Hall of Fame segundo Steve Stevens
O clássico do Angra de Andre Matos que parece com faixa do "MI'RAJ", segundo Edu Falaschi
Dave Lombardo conta que "névoa mental" o fez usar anotações nos shows
A improvável música pop que coloca um sorriso no rosto de Dave Mustaine há 30 anos
Iron Maiden e a decisão de Vladimir Putin que arruinou o título de uma canção clássica
Titãs e a inesperada visita punk que Arnaldo ficou muito grato de receber na prisão


Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



