Resenha - Empire of Future - Silent Force

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Por Thiago Aggio Zanaroli
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Depois de ter deixado o Royal Hunt, graças ao sucesso de seu trabalho solo, o vocalista D.C. Cooper juntou-se ao guitarrista Alex Beyrodt (Sinner, the Sygnet) e levou a cabo essa bela banda que lançou o debut intitulado The Empire of Future. Os dois provaram, mais uma vez, que são grandes compositores (já que em suas bandas originais, eles não recebem ou não recebiam o devido espaço para escrever músicas).

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Praticando um heavy melódico com pitadas hard e progressivas, que lembra em alguns momentos o clássico Operation: Mindcrime do Queensryche, o petardo começa com uma intro simples (que já é bastante comum em CDs do estilo) chamada The Beginning e segue com a poderosa Live for the Day. Logo depois vem a faixa auto-intitulada que tem uma longa introdução. Na seqüência, a música Saints and Sinners chega com um refrão bem no estilo Royal Hunt.. A faixa Tell me Why possui um riff que lembra bastante Primal Fear. O Cd vai seguindo com as fabulosas New Experimence e Six Pas the Hour, que mostra todo o talento do tecladista Torsten Röhre, desconhecido no meio metálico por enquanto. A faixa Broken Wings possui um belo refrão e We Must Remain (uma das melhores do CD) mostra a grande evolução que D.C. Cooper vem tendo em seus últimos trabalhos. Ele está melhor do que nunca! O CD encerra-se com a bela balada I'll Be There que conta com a participação de Gunter Werno (Vanden Plas) no piano, que já tinha trabalhado antes com D.C. em seu projeto solo.

O álbum não decepciona em nenhum momento, muito pelo contrário, vai deixar os fãs do estilo de cabelo em pé. E, mais uma vez, D.C. Cooper prova que acertou em cheio quando saiu do Royal Hunt, já que esse pode ser considerado, sim, como o melhor trabalho de sua carreira. E que mais trabalhos como esse venham dessa grande união que já mostrou que deu certo.

A versão nacional (lançada pela Moria Records) traz um encarte adicional que conta com todas as letras traduzidas para o português.




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