Resenha - Drachenherz - Siegfried
Por Thiago Sarkis
Postado em 29 de janeiro de 2003
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Em busca da originalidade nessa ilha de cópias aberrantes, na qual se configura o power metal tantas vezes, creio que encontramos um tesouro. O Siegfried, ao mesmo tempo em que abre o portal dos elementos tradicionais do estilo, traz uma gama de surpresas e possibilidades engatinhando pela via de suas músicas.

Primeiramente, já alertando, estes austríacos escrevem todas as letras em alemão. Caso isto seja um problema para ti, então exclua o grupo de seu catálogo imediatamente.
Seguindo em frente, o destaque principal dos estreantes está nos vocais, extremamente inusitados e bem trabalhados. São três vocalistas cantando diversamente, e variando as próprias abordagens realizadas com suas vozes.
Sandra Schleret (ex-Dreams Of Sanity) vai do canto lírico a agressividades inesperadas, surpreendendo o tempo. Talentosa a moça. Bruder Cle manda um vocal rasgado único, o qual chega a ser realmente engraçado. Melhor nem tentar comparar, é ele e ponto final. Já Werner Bialek se fixa nos cânticos limpos, ‘heróicos’ como mencionados no encarte. O interessante é a união que eles fazem do trio, a qual me parece uma proposta perfeitamente aceitável e cabível de ser trabalhada pelo próprio Siegfried e por outras bandas num futuro próximo.
O baterista Moritz Neuner (Darkwell, Korovakill, Dornenreich & cia) também se destaca por sua competência já dantes comprovada pelos mil e um projetos do qual faz parte, uma vez que é um ‘músico de estúdio’.
Infelizmente ainda não foi dessa vez que eles obtiveram sucesso ao mixar essas idéias e o instrumental tradicional, power. Ralaram tanto na conjunção das vocalizações que falharam na produção e mixagem restantes.
"Darchenherz" é um álbum para poucas audições, contudo, as quais serão certamente inesquecíveis e, por vezes, hilariantes. É uma questão de costume, todavia não me parece que essa será uma moda pra rolar em ‘festinhas’ e prévias de shows.
Não é fácil de ouvir, tampouco de se adaptar a isso. Porém, a tentativa é rica, e assim que captada exteriormente à noção de um ‘corpo estranho’, torna-se interessante e produtiva. Vale a empreitada, e o projeto apresentado é totalmente aceitável. Que eles obtenham mais sucesso e consigam incluir, de fato e com competência, o instrumental, no decorrer da estrada.
Site Oficial - http://www.siegfried.at.tf
Formação:
Sandra Schleret (Vocais)
Bruder Cle (Vocais)
Werner Bialek (Vocais)
Daniel Bachmaier (Guitarras – Teclados)
Roland Wurzer (Baixo)
Moritz Neuner (Bateria)
Material cedido por:
Hellion Records – http://www.hellionrecords.com
Rua 24 de Maio, 62 – Lojas 280 / 282 / 308 – Centro.
São Paulo – SP – BRASIL
CEP: 01041-900
Tel: (11) 5083-2727 / 5083-9797 / 5539-7415
Fax: (11) 5549-0083
Email: [email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
Como Paulo Ricardo faz para evitar que suas músicas soem muito metal ou hard rock
Max Cavalera explica o que fez o Sepultura mudar o som em "Chaos A.D."
O projeto que é os "quatro tenores do rock", segundo Eric Martin
Briga de tributos tem Blood Fire Death reclamando de Blood Fire Death
As 25 melhores bandas de todos os tempos, segundo a Classic Rock
Edu Falaschi lamenta vazamento: "Qualidade horrível, o cara captou do jeito que pôde"
A banda americana dos anos 1970 que é a maior influência da nova baterista do Rush
Nocturno Culto explica por que o Darkthrone nunca mais tocou ao vivo
Rush inicia novo capítulo de uma carreira baseada em fortes convicções
Os roqueiros da Seleção Brasileira na História das Copas do Mundo
Rush toca "A Farewell to Kings" pela primeira vez desde 1979
A música do Judas Priest que mistura rock, funk e jazz, segundo Ian Hill
O guitarrista mais rápido que Slash viu tocar; "literalmente explodiu minha cabeça"
Como era a relação dos Beatles com o dinheiro, segundo Paul McCartney
Kiko Loureiro conta como Teemu Mäntysaari foi escolhido para ser guitarrista do Megadeth
Axl Rose: por que ele foi o entrevistado mais mala da MTV Brasil, segundo Astrid



Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Tarja Turunen: Frisson Noir - o álbum que os fãs sempre quiseram ouvir
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



