Resenha - Ilusões - Tésis Arsis
Por Marcos A. M. Cruz
Postado em 28 de janeiro de 2003
Nota: 8 ![]()
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Minha primeira impressão, ao ter o CD em mãos e ainda sem escutá-lo, era que este se tratava de um trabalho numa linha mais New Age, haja visto a ilustração da capa, os títulos dos temas e o fato de terem sido usados instrumentos pré-programados (baixo e bateria).

Talvez pelo fato de ao ouví-lo já estar devidamente preparado para o clima meditativo que viria, foi uma grata surpresa constatar que, na realidade, o que temos é um excelente álbum de Rock Progressivo Sinfônico instrumental, com cinco longas suítes recheadas de teclados e guitarras e diversas mudanças de andamento, como convém ao gênero.
TÉSIS ÁRSIS, na realidade, se trata de apenas um músico, Anderson Rodrigues, nascido no Rio mas residente em Brasília desde o início dos anos setenta, que concebeu este trabalho de forma independente entre janeiro de 2001 e março de 2002, sendo responsável por toda a parte musical (composição, arranjo e execução) dos temas, ora inspirados na vida das grandes cidades ("Cemitério dos Vivos"), ora em nosso planeta ("Global"), desembocando numa composição de quase vinte minutos inspirada em nosso espaço sideral ("Hale Bopp"), um dos destaques do álbum.
Uma excelente pedida aos apreciadores do estilo, que caso tenham dificuldade em adquirir este CD, podem entrar em contato direto com o músico através do email [email protected].
Faixas:
Ilusões
Cemitério dos Vivos
Global
Num Tempo Só
Hale Bopp
Total time: 68:48
E-mail: [email protected].
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