Resenha - Dead Soul Men - Freak Kitchen
Por Thiago Sarkis
Postado em 28 de setembro de 2002
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Freak Kitchen é uma banda incomum que desafia dicionários, palavras, rótulos. Circundá-los num estilo, mesmo que por referência, seria um delito grave para com a criatividade e liberdade musical. Esta última é exatamente do que tratamos aqui: expansão, horizonte aberto, raciocínios à frente de nosso tempo, novas propostas.

Logicamente tentarei situá-los, de maneira a possibilitar a formalização de uma certa idéia do que estes intrépidos músicos fazem. Provavelmente darei pistas, mas no todo fracassarei. Apesar disso, vale arriscar.
Desde o começo da carreira, com "Appetizer" (1994) - eleito o melhor debute lançado por um grupo sueco nos últimos vinte anos - Mattias IA Eklundh e seus companheiros trouxeram ao mundo letras agressivas e atrevidas, de bastante atitude, lembrando as bizarrices e loucuras do Faith No More.
No som, uma combinação experimental, esquisita, pesada, e que, aos poucos, evoluiu em termos melódicos, soando melhor aos ouvidos, como comprova "Dead Soul Men". Metal de peso e riffs estonteantes, emaranhados a passagens de jazz a’lá Allan Holdsworth, Shawn Lane & cia. Pegadas fortes, coalhadas de ‘funk’ e balanço ao nível de Extreme, Living Colour, King’s X. Por fim, toques de metal técnico aqui e ali, os quais culminam em intensidade alucinante e ocupação mental total.
Tudo isso em mãos e mentes nitidamente conhecedoras de meios musicais diversos e que dominam vários destes assustadoramente. Obra de um trio excelente, liderado pelo fora de série Eklundh, quem, aliás, teve atuação fantástica na produção.
O incrível é finalizar a crítica de um disco tão essencial, e ter a certeza de que em futuro próximo haverá superação disso por eles próprios, num acerto ainda maior entre as variadas instrumentações mirabolantes e as melodias marcantes.
Site Oficial – http://www.freakkitchen.com
Line-Up:
Mattias IA Eklundh (Vocais – Guitarras – Teclados – Percussão)
Christian Gronlund (Baixo – Vocais)
Joakim Sjoberg (Bateria – Vocais)
Material cedido por:
Thunderstruck Productions © 2000
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Fabio Lione rompe silêncio e fala pela primeira vez sobre motivos da sua saída do Angra
Fabio Laguna quebra silêncio e fala sobre não ter sido convidado pelo Angra para reunião
Jimmy Page celebra 25 anos de show do Iron Maiden no Rock in Rio III
Shawn "Clown" Crahan fala sobre o próximo álbum do Slipknot: pausa agora, criação em andamento
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Helloween coloca Porto Alegre na rota da turnê de 40 anos; show antecede data de SP
Dave Mustaine diz que integrantes reagiram bem ao anúncio do fim do Megadeth
A voz mais pura do rock de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen
Os baixistas que influenciaram John Myung, do Dream Theater
William DuVall encara desafio do metal ao gravar com Metal Allegiance: "É preciso estar à altura"
Geddy Lee não é fã de metal, mas adora uma banda do gênero; "me lembram o Rush"
Regis Tadeu explica por que Roger Waters continua um imbecil
Os discos do U2 que Max Cavalera considera obras-primas
Guitarrista da banda solo de Bret Michaels sai em sua defesa
A música que Bruce Dickinson fez para tornar o Iron Maiden mais radiofônico
O baterista que gravou duas das músicas mais famosas dos anos 80 - por bandas diferentes
Angus Young: quem é o Deus do Rock para o guitarrista do AC/DC?
Fabio Lione revela característica que não curte nas vozes de Andre Matos e Tarja Turunen


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



