Resenha - Power Of The Dragonflame - Rhapsody

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Thiago Sarkis
Enviar Correções  

8


Quando o assunto é Rhapsody, surgem duas correntes de opiniões, incongruentes e febris, às quais tentarei me desassociar por alguns instantes. De um lado, os adoradores da banda, que promovem, a meu ver, um endeusamento descabido, como se Alex Staropoli fosse o novo Beethoven e nada mais houvesse para se ouvir no mundo. Em direção oposta, temos os críticos ferrenhos, que não conseguem sequer admitir as qualidades dos músicos e apreciar as belas composições espalhadas pela obra dos italianos.

publicidade

Antes de "Power Of The Dragonflame", minha crença sobre um meio termo inexistia. Porém, neste álbum, que fecha as "Algalord Chronicles", vi pontos realmente balanceados, e variantes, mesmo que brandas, em relação aos lançamentos predecessores.

É difícil contradizer os que falam de um certo oportunismo do Rhapsody. Sem dúvida eles começaram de maneira reluzente, mas lamentavelmente, notados do sucesso de suas propostas, seguiram pegando a mesma onda por anos, e o fazem até hoje. Haja mar... E paciência!

publicidade

Esse aspecto não impede que vejamos outras demandas e é bobagem entrar num conflito e criar barreiras intransponíveis para com Fabio Lione & cia. Desde o debute, material de qualidade vem sendo colocado à disposição dos fãs, e dentro da proposta deles, ninguém é melhor, ainda mais com Sascha Paeth apadrinhando e produzindo.

O quarto disco completo do grupo, que finaliza o primeiro legado de sua carreira, é estrondoso e bem composto como nunca. "The March Of The Swordmaster", a fantástica "Agony Is My Name", "Lamento Eroico" e "Gargoyles, Angels Of Darkness" são gigantescas e vistosas amostras de um Rhapsody se superando e variando de certa forma, ainda que mantendo todos os elementos determinantes de amor e ódio, dependendo de sua posição em relação à banda.

publicidade

Provavelmente os conceitos de cada lado serão mantidos e a discussão se fará preponderante. Todavia, há suaves estruturas se instaurando, as quais merecem um novo olhar, menos apaixonado ou preconceituoso.

Site Oficial – http://www.mightyrhapsody.com

Line Up:

Fabio Lione (Vocais)
Luca Turilli (Guitarras)
Alex Staropoli (Teclados – Cravo – Piano)
Alex Holzwarth (Bateria)

publicidade

Material cedido por:

Rock Brigade / Laser Company Records – http://www.lasercompany.com.br
Rua Madre de Deus 432 - CEP: 03119-000
São Paulo / SP – BRASIL
Tel.: (0xx11) 6605-6011
Fax: (0xx11) 6096-2288
Email: [email protected]

publicidade


Outras resenhas de Power Of The Dragonflame - Rhapsody

Resenha - Power Of The Dragonflame - Rhapsody




Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Rhapsody Of Fire: por onde anda o baterista original?Rhapsody Of Fire
Por onde anda o baterista original?

Angra: banda errou na escolha de Fabio Lione?Angra
Banda errou na escolha de Fabio Lione?


Iron Maiden: A tour de Powerslave quase acabou com a bandaIron Maiden
A tour de Powerslave quase acabou com a banda

The Voice: candidato faz power metal cantado em portuguêsThe Voice
Candidato faz power metal cantado em português


Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

Mais matérias de Thiago Sarkis no Whiplash.Net.

WhiFin WhiFin WhiFin WhiFin WhiFin