Resenha - Power Of The Dragonflame - Rhapsody
Por Paulo Finatto Jr.
Postado em 27 de maio de 2002
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Certamente, quem sempre gostou do trabalho do Rhapsody vai gostar mais ainda com o lançamento deste mais novo CD, e quem sempre odiou a banda vai continuar com este pensamento. "Power Of The Dragonflame" continua na mesma linha dos antecessores, metal ultramelódico, sinfônico e com coros magistrais. Mas com certeza, o trabalho da banda abandonou um pouco as influências mais tradicionais de "Legendary Tales" e já está totalmente ligado à veia mais agressiva e rápida de "Dawn of Victory".
Rhapsody - Mais Novidades
A banda de Luca Turilli e Alex Staropoli manda muito bem neste álbum, gravado no final de 2001, e lançado agora neste primeiro semestre no Brasil pela Rock Brigade Records. O que se ouve na totalidade do trabalho é a grande evolução e "perfomance" das partes orquestradas, como é visto em todas as músicas, e especialmente o grande momento por que passa Fabio Lione, pois na grande maioria das faixas ele consegue intercalar bons momentos melodiosos com outros onde a sua participação torna-se levemente agressiva. Com certeza, já podemos citar o seu nome numa lista de melhores vocalistas do metal atual.
O álbum abre com a introdução medieval "In Tenebris", que gera uma grande expectativa para a melhor música ao meu ver, "Kinghtrider of Doom", bem na linha da faixa título do álbum anterior, com um grande refrão que será facilmente cantado por todos nos próximos shows da banda. Dando continuidade temos a música "Power Of The Dragonflame" que tem levadas mais melódicas, mas também é uma grande faixa do álbum homônimo, e uma música com influências celtas, o que já é comum nos álbuns do Rhapsody: "The March of the Swordmaster".
O CD segue com "When Demons Awake", até agora a canção mais agressiva do Rhapsody. É o isolado ponto "curioso" do trabalho porque, muito bem elaborada, foge um pouco das características principais da banda. "Agony is my Name" é outra faixa rápida, bem elaborada e executada pelo grupo, mas assim como "Steelgods of the Last Apocalypse" e "The Pride of the Tyrant" não estão nem um pouco diferentes das músicas que o Rhapsody já fez em toda a sua carreira. Os destaques finais são para "Lamento Eroico", uma balada cantada em italiano, muito bela por sinal, juntamente com a longa "Gargoyles, Angels of Darkness", esta última forte candidata a hino de "Power Of The Dragonflame".
Vale ressaltar que quem gravou as linhas de baixo foi o produtor Sascha Paeth.
Rock Brigade Records – 10 músicas (61:06)
Tracklist:
01. In Tenebris (1:28)
02. Knightrider of Doom (3:57)
03. Power of the Dragonflame (3:27)
04. The March of the Swordmaster (5:04)
05. When Demons Awake (6:47)
06. Agony is My Name (4:58)
07. Lamento Eroico (4:38)
08. Steelgods of the Last Apocalypse (5:49)
09. The Pride of the Tyrant (4:53)
10. Gargoyles, Angels of Darkness (19:03)
Formação:
Fabio Lione (vocal)
Luca Turilli (guitarra)
Alex Starapoli (teclado e piano)
Alex Holzwarth (bateria)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rhapsody se despedirá com formação clássica ao lado do Epica na América do Sul
20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
Live anuncia cancelamento de shows no Brasil
Em clima de Copa do Mundo, Angra lança videoclipe da releitura de "Pra Frente Brasil"
A música de Dio que ele achava que Ozzy Osbourne não conseguiria cantar
O clássico que quase foi para o lixo por ser "pop" e parecer música de parque de diversões
A música em que Dio disse ter cantado "como uma garota"
A cantora que conquistou James Hetfield com sua voz "de cheiro de cigarro"
Queen + Adam Lambert acabou? O próprio vocalista responde
Max Cavalera e Andreas Kisser usaram uma guitarra e uma palheta nas gravações de "Schizophrenia"
As quatro melhores músicas do Led Zeppelin, segundo Robert Plant
A separação de banda que deixou Jimmy Page arrasado; "Ficamos tristes quando eles terminaram"
A banda que Brian May achava que deveria ter sido gigantesca; "Eles foram nossos mentores"
Com a cantora Mona Miari, Roger Waters lança nova versão de "Comfortably Numb"
A melhor música de rock progressivo de todos os tempos, segundo os leitores da Prog
O dia que Paul McCartney comentou com Pedro Bial sobre fãs fazendo amor no Maracanã
A opinião de Edu Falaschi sobre o lendário DVD "RituAlive" do Shaman
O hit dos Beatles que foi gravado somente com músicos de estúdio, nenhum deles está tocando


Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



