Resenha - Disconnected - Fates Warning

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Por Rodrigo Simas
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Nota: 9


Após a obra Pleasant Shade Of Gray, o Fates Warning parecia não ter mais para onde ir. Eles haviam chegado a um nível de evolução tão grande, em termos de composição e melodia, que para muitos era até difícil absorver o que estava sendo tocado, parecendo aquele um disco chato e demasiadamente complicado. O importante era perceber que, como todos os outros discos da banda, Pleasant era um álbum diferente, e um novo caminho e uma nova forma de mostrar suas músicas, sem se repetir. E principalmente sem ser influenciado por nenhuma tendência musical que estivesse "na moda".

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Com Disconnected a saga continua... não mais um disco de uma música só, mas sim um álbum com uma Intro, uma Outro e mais 5 composições que com certeza não decepcionarão nenhum fã da banda. Pelo contrário, certamente os deixará muitos alegres, pois além de ser bastante diferente de tudo que eles já fizeram, sem perder suas características básicas, é um disco realmente pesado, mais do que todos seus lançamentos nos últimos anos.

A guitarra de Jim Matheos está bem pesada, enquanto Ray Alder continua cantando maravilhosamente bem, dando seu toque em todas as músicas. Como músicos convidados, Joey Vera (Armored Saint, baixo) e o ex-Dream Theater Kevin Moore (nos teclados). Se isso tudo não bastasse, eles ainda tem Mark Zonder, que dispensa apresentações, sendo no mínimo absurdo o que o cara faz com a bateria no decorrer do disco.

Após a abertura com Disconnected Part 1, One entra e já mostra que o novo Fates Warning voltou com um novo pique, mais agressivo e mais heavy metal, e assim segue na arrastada So e na contagiante Pieces Of Me, que tem um refrão pesadíssimo e empolgante. Mas é em Something From Nothing e Still Remains que o brilhantismo de Jim Matheos aparece e a veia progressiva da banda tem sua fusão perfeita com o heavy metal, provando que, mais uma vez, o Fates Warning soube se reinventar. Sem soar repetitivo, mantém-se ainda muito a frente de seu tempo, com a qualidade que os acompanha desde o saudoso Night On Brocken.




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Sobre Rodrigo Simas

Designer, carioca e tricolor. Começou a ouvir música aos 11 anos, com Iron Maiden, Metallica e Rush. Tem como hobby quase profissional, a música. Além de produzir shows e eventos, trabalhou por 5 anos em loja especializada em Heavy Metal, e já escreveu para alguns sites e revistas de música. Hoje escuta de tudo um pouco, e cada vez mais descobre que existem apenas dois tipos de música: a boa e a ruim, independente do estilo. Bandas e artistas favoritos: Dave Matthews Band, Peter Gabriel, Rush, Iron Maiden, Led Zeppelin, Ben Harper, Radiohead, System of a Down... e a lista continua...

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