Resenha - Disconnected - Fates Warning
Por Rodrigo Simas
Postado em 02 de julho de 2000
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após a obra Pleasant Shade Of Gray, o Fates Warning parecia não ter mais para onde ir. Eles haviam chegado a um nível de evolução tão grande, em termos de composição e melodia, que para muitos era até difícil absorver o que estava sendo tocado, parecendo aquele um disco chato e demasiadamente complicado. O importante era perceber que, como todos os outros discos da banda, Pleasant era um álbum diferente, e um novo caminho e uma nova forma de mostrar suas músicas, sem se repetir. E principalmente sem ser influenciado por nenhuma tendência musical que estivesse "na moda".
Fates Warning - Mais Novidades
Com Disconnected a saga continua... não mais um disco de uma música só, mas sim um álbum com uma Intro, uma Outro e mais 5 composições que com certeza não decepcionarão nenhum fã da banda. Pelo contrário, certamente os deixará muitos alegres, pois além de ser bastante diferente de tudo que eles já fizeram, sem perder suas características básicas, é um disco realmente pesado, mais do que todos seus lançamentos nos últimos anos.
A guitarra de Jim Matheos está bem pesada, enquanto Ray Alder continua cantando maravilhosamente bem, dando seu toque em todas as músicas. Como músicos convidados, Joey Vera (Armored Saint, baixo) e o ex-Dream Theater Kevin Moore (nos teclados). Se isso tudo não bastasse, eles ainda tem Mark Zonder, que dispensa apresentações, sendo no mínimo absurdo o que o cara faz com a bateria no decorrer do disco.
Após a abertura com Disconnected Part 1, One entra e já mostra que o novo Fates Warning voltou com um novo pique, mais agressivo e mais heavy metal, e assim segue na arrastada So e na contagiante Pieces Of Me, que tem um refrão pesadíssimo e empolgante. Mas é em Something From Nothing e Still Remains que o brilhantismo de Jim Matheos aparece e a veia progressiva da banda tem sua fusão perfeita com o heavy metal, provando que, mais uma vez, o Fates Warning soube se reinventar. Sem soar repetitivo, mantém-se ainda muito a frente de seu tempo, com a qualidade que os acompanha desde o saudoso Night On Brocken.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Regis Tadeu esclarece por que Elton John aceitou tocar no Rock in Rio 2026
Guns N' Roses anuncia valores e início da venda de ingressos para turnê brasileira 2026
A maior banda do Brasil de todos os tempos, segundo Andreas Kisser do Sepultura
Os dois guitarristas que são melhores que Ritchie Blackmore, de acordo com Glenn Hughes
Radiohead quebra recorde de público do Metallica em Londres
O disco do Dream Theater que Felipe Andreoli levava para ouvir até na escola
Para Edu Falaschi, reunião do Angra no Bangers Open Air será "inesquecível"
As 3 bandas de rock que deveriam ter feito mais sucesso, segundo Sérgio Martins
Os melhores covers gravados por bandas de thrash metal, segundo a Loudwire
Bruce Dickinson relembra, com franqueza, quando foi abandonado pelos fãs
James Hetfield deu o "sinal verde" para vocalista do Paradise Lost cortar o cabelo nos anos 90
Queen considera retornar aos palcos com show de hologramas no estilo "ABBA Voyage"
A banda de classic rock que Angus Young achou um tédio ao vivo; "uma piada"
Mantas convidou Cronos para reunião da formação clássica do Venom
A maior canção já escrita de todos os tempos, segundo o lendário Bob Dylan
A diferença entre discurso do rock e sertanejos como Gusttavo Lima, segundo Samuel Rosa
A música do Genesis com Phil Collins que deixou Peter Gabriel em choque por ser "complexa"
Hollywood Vampires: Matt Sorum saiu da banda porque não aparecia nem nas fotos

5 discos lançados em 1991 que todo fã de heavy metal deveria ouvir ao menos uma vez na vida



