Resenha - Humanimal - Humanimal
Por Rafael Carnovale
Postado em 17 de março de 2002
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Jeff Scott Soto está de volta. Uma das vozes mais poderosas do hard rock e heavy metal atual, e um multi-bandas confesso, agora ataca com o projeto HUMANIMAL, levado a cabo junto com seu fiel comparsa dos tempos de TALISMAN, o excepcional baixista Marcel Jacob. Na verdade, a banda nada mais é do que a formação do TALISMAN que tocou no álbum Truth, de 1995. Jeff havia decidido abandonar o rock e heavy metal, como declarara em entrevistas, mas resolveu voltar ao estilo que o consagrou, desde a época em que cantava no Rising Force de Yngwie "ego barriga grande" Malmsteen até o projeto de Axel Rudi Pell, que lhe rendeu muito prestígio e conceito. Este HUMANIMAL soa como uma mistura das bandas que Jeff integrou mais recentemente, TALISMAN e TAKARA, sendo um excelente álbum de rock com pitadas heavy, marcadas pelo vocal inconfundível, uma guitarra pulsante e o baixo sempre potente de Jacob. O cd já abre com a agressiva "R U 4 Real", aonde nota-se uma pegada TALISMAN evidente, com um hard bem puxado, com refrão agressivo, seguindo depois para a a mais hard "Again 2 B found", com uma linha de guitarras empolgante e refrão contagiante, será o máximo ao vivo. O disco mescla o Hard Rock do TALISMAN com uma pegada mais heavy, influência de Malmsteen e Pell. Isso fica evidente nas faixas "License 2 Kill", "Feel The Burn" e "I" que podem ser consideradas grandes obras de hard/heavy. O lado mais hard comercial (característica do TAKARA) aparece em faixas como "Find My Way Home", "Turn Away", altamente agradáveis de ouvir e sair assobiando. O cd fecha com 2 faixas mais diferentes do estilo comum de Jeff Scott Soto, "Who do U think U R" e "Way 2 Deep", ambas com uma pegada mais suingada, cortesia da fase disco de Jeff (que para quem não conhece recomendo o cd Welcome to The Jungle Boogie). É injusto falar apenas de Jeff Scott Soto, pois a banda toda é coesa e competente, principalmente a guitarra de Pontus Morgen e o sempre competente Marcel Jacob, que dá um show em "Who do U Think You R". Um ótimo cd de hard rock, valendo a pena, para quem já conhece as bandas citadas anteriormente, ou para quem quer apenas apreciar um bom hard com pitadas heavy.

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
Os melhores álbuns de hard rock e heavy metal de 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
Dave Mustaine explica por que não se interessa por bandas atuais de heavy metal
O guitarrista que Ritchie Blackmore acha que vai "durar mais" do que todo mundo
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
Agenda mais leve do Iron Maiden permitiu a criação do Smith/Kotzen, diz Adrian Smith
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
O que Paulo Ricardo do RPM tem a ver com o primeiro disco do Iron Maiden que saiu no Brasil
Dave Mustaine afirma que Marty Friedman é incrivelmente talentoso, mas muito misterioso
Bon Scott, do AC/DC, elegeu uma música do Kiss como a pior que já foi gravada
Empolgado, John Bonham mostrou para Geezer Butler música que viraria sucesso do Led Zeppelin
"Eu não estou nem aí com esses caras", diz Glenn Hughes sobre Ian Gillan e Roger Glover


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



