The Beatles: 50 anos de uma revolução cultural

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Por Daniel de Paiva Cazzoli
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Não sou o primeiro e nem serei o último a escrever sobre este álbum. Nada do que eu comentar aqui será novidade. Tudo já foi dito e revelado sobre o processo de composição, o conceito criado por PAUL MCCARTNEY, a arte da capa, as ousadias em estúdio... não há novidades.

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Mas estou falando de algo eterno. Meio século. Cinco décadas. Cinquenta anos. O número é simbólico e o assunto é sério. Sim, tudo que se relaciona com arte deve ser tratado com seriedade.

Agora, quando o tema é envolto em mística e adquire contornos históricos, é impossível ficar calado. “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band” não é meu álbum preferido dos Fab Four. “Álbum Branco” ainda fica na frente. Só que não há como discordar da revolução que essa preciosidade trouxe ao mundo. Nada do que foi feito antes soava parecido... e muito do que se fez depois bebeu dessa fonte. Para quem duvida da genialidade daqueles quatro rapazes nascidos em Liverpool em plena Segunda Guerra Mundial, está aqui neste disco a prova definitiva de que os BEATLES não vieram ao planeta Terra a passeio.

Instrumentos nunca utilizados, músicos de orquestra com narizes de palhaço, JOHN LENNON e sua rebeldia inspiradora, exigindo que um som de circo invadisse “Being for the Benefit of Mr. Kite!”, a cítara instigante de GEORGE HARRISON alinhada à psicodelia da época, RINGO STARR sendo ele mesmo ao pedir uma “pequena ajuda de seus amigos”. E Paul, o mais completo compositor contemporâneo, musicando uma tragédia com uma melodia maravilhosa: “She’s leaving home”, sublime em suas notas e harmonias e desesperadora em sua letra.

Só mesmo uma banda fora de série para juntar duas partes de uma canção usando um despertador para anunciar quando acabava o folhetim tragicômico de John e começava o "Woke up, fell out of bed…" de Paul.

O mago dos estúdios, George Martin, soube atender os desejos de cada um daqueles excêntricos roqueiros e utilizar os parcos recursos da época para entregar à posteridade o documento inefável de que a humanidade pode fazer sempre a diferença. Basta traduzir os dons oferecidos pelo Divino em sabedoria e bom gosto.

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Sobre Daniel de Paiva Cazzoli

Daniel é bancário, professor de Inglês e Português, fanático por Rock´n´Roll em quase todas as suas vertentes, tendo como início de tudo o quarteto fabuloso de Liverpool.

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