Armageddon: psicodelia aloprada da Alemanha de 1970
Por Roberto Rillo Bíscaro
Postado em 13 de maio de 2017
Armageddon é um nome não muito incomum entre bandas de várias sub-categorias do rock ao redor do globo.
A cena psicodélica alemã também teve o seu Armageddon, formado por Frank Diez, Manfred Galatik, Michael Nürmberg e Jürgen Lorenzen.
O quarteto deixou apenas um LP, com toques de prog e space rock, hoje facilmente audível graças ao Youtube.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A lendária banda de heavy metal que ficou quase 7 anos seguidos sem fazer um único show
Dave Mustaine explica por que não vai convidar Kiko Loureiro para show com Megadeth
Thiê rebate Dave Mustaine e diz acreditar em sondagem por Pepeu Gomes no Megadeth
Judas Priest escondeu por 10 anos que vivia sem dinheiro, segundo K.K. Downing
Quatro bandas internacionais que fizeram mais de 50 shows no Brasil
Vinheteiro chama Angra de "fezes puríssima" e ouve resposta de Rafael Bittencourt
As 10 músicas mais emocionantes do Slipknot, segundo a Metal Hammer
O disco do Black Sabbath que causa sensação ruim em Geezer Butler
O solo de guitarra mais difícil do Dire Straits, segundo Mark Knopfler
70 shows internacionais de rock e metal para ver no Brasil em maio
Baixista do Nazareth opina sobre versão do Guns N' Roses para "Hair of the Dog"
O maior cantor de rock de todos os tempos, segundo Axl Rose; "abriu minha mente"
O cover gravado pelo Metallica que superou meio bilhão de plays no Spotify
Como Jimi Hendrix dividiu o Black Sabbath; uma parte amava, outra odiava
3 hits dos anos 1980 cujas letras muita gente não entende direito até hoje
Guitar Hero: veja como o jogo desgraçou uma geração inteira
Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 2009
Dave Mustaine: Não há solos no Nü Metal porque os guitarristas não sabem tocar
Morbid Angel: "banda satânica, eu jamais voltaria", diz Sandoval
Pensadores e autores que inspiraram o Heavy Metal: Friedrich Nietzsche
O curioso significado do refrão de "Maluco Beleza", clássico de Raul Seixas de 1977


