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Cavalera Conspiracy: Um grande show em Porto Alegre

Resenha - Cavalera Conspiracy (Bar Opinião, Porto Alegre, 14/09/2014)

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Por Guilherme Dias
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A banda dos irmãos Max e Iggor Cavalera, o CAVALERA CONSPIRACY esteve em Porto Alegre e detonou o bar Opinião com muita brutalidade sonora.O thrash metal foi o que esteve presente na noite. A abertura ficou por conta da CAPADOCIA, banda do ABC Paulista que vem tocando seguidamente com o CAVALERA CONSPIRACY.

Fotos por: Liny Oliveira
facebook/photoslinyoliveira

Baffo Neto (VOCAL/ GUITARRA), lembrou da última presença dos irmãos Cavalera juntos em Porto Alegre, em turnê com os Ramones no ano de 1994. O CAPADOCIA foi muito respeitado pelos gaúchos. A banda, que está junta desde 2011, recebeu bastante atenção do público, que os apoiou durante todos os quarenta minutos de show. Músicas como “Standing Still” e “Stay Awake” proporcionaram um grande momento para quem já estava presente no local. Palmer de Maria (BATERIA), Marcio Garcia (GUITARRA) e Gustavo Tognetti (BAIXO) completam a banda, que ganhou os fãs do thrash metal quando tocaram “Blackened” do Metallica, logo após “Lord of Chaos”.

Com a casa praticamente lotada, os pequenos minutos de atraso pareceram uma eternidade para os fãs que estavam lá para ver Max e Iggor juntos novamente. Às 21 horas e 20 minutos era a vez do CAVALERA CONSPIRACY começar o seu grande show. “Inflikted” abriu a apresentação, que contou também com “Warlord” e “Torture” no seu início. O público não precisou nem pedir as velhas músicas do Sepultura, pois logo em seguida a banda apresentou um medley com “Beneath the Remains”, “Desperate Cry” e “Troops of Doom”.

Max Cavalera estava com o público em suas mãos. Qualquer pedido para gritarem, para fazerem roda na pista e para cantarem junto era atendido pelos fãs. O frontman estava nitidamente emocionado com a força de seus fãs. Tony Campos (BAIXO) e Marc Rizzo (GUITARRA) estavam nos cantos do palco, batendo cabeça e sendo muito participativos no palco.

Do disco de estreia da banda “Inflikted”, eles ainda tocaram “Sanctuary”, “Terrorize” e “The Doom of All Fires”. Do projeto Nailbomb, apareceu no set-list “Wasting Away”.

Iggor Cavalera (no fundo do palco), maltratou a sua bateria que tomou muita porrada de suas baquetas. A sua força e a sua técnica foram impressionantes durante todo o show. Os bumbos incansáveis de Iggor ficarão na cabeça de todos que estavam no show durante muito tempo ainda.

Do novo disco que será lançado pelos irmãos Cavalera, a banda tocou “Babylonian Pandemonium” (na qual, Max interagiu bastante com o público no final) e “Bonzai Kamikaze”, que foram muito bem aceitas pelos gaúchos. Max Cavalera apresentou o seu filho, com o pedido para todos chamarem junto, gritando “CAR@!%* RITCHIE”, que foi muito bem atendido. Ritchie cantou “Black Ark” junto da sua família.

Em português, Max chamou a “Guerra para o território”, deixando a pista rodando com “Territory”. “Inner self” e “Attitude” fecharam mais um bloco de Sepultura, antes da despedida, que ocorreu em seguida com “Roots Bloody Roots”. Juntos, na frente do palco, Max e Iggor se despediram dos gaúchos, que esperam um retorno da banda para essa terra, mas que leve muito menos do que 20 anos dessa vez.

Set-list completo:
Inflikted
Warlord
Torture
Beneath The Remains/ Desperate Cry/ Troops of Doom (Sepultura)
Sanctuary
Terrorize
The Doom Of All Fires
Wasting Away (Nailbomb)
Babylonian Pandemonium
Arise/ Dead Embryonic Cells (Sepultura)
Killing Inside
Refuse/ Resist (Sepultura)
Territory (Sepultura)
Black Ark
Bonzai Kamikaze
Inner Self (Sepultura)
Attitude (Sepultura)
Roots Bloody Roots (Sepultura)

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Sobre Guilherme Dias

Sou Guilherme Figueiró Dias, de Porto Alegre, estudante de educação física, tenho 23 anos e sou fanático por música e futebol, especialmente hard rock e heavy metal. Preferências entre Helloween, Gamma Ray, Pink Cream 69, Bon Jovi, Hellacopters, Michael Kiske, entre outros. O que gosto realmente de fazer (além de torcer, cantar e pular pelo Grêmio na Geral) é curtir um bom show das bandas que eu adoro e tomar umas cervejas pra celebrar a vida.¨

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