Luis e Hugo Mariutti: "A gente gosta de tocar de verdade!"

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Luis e Hugo Mariutti: "A gente gosta de tocar de verdade!"


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Depois de quase um ano meio escondidos do público e naquele impasse do fim do Sh(a)aman, tudo parece resolvido. A banda volta a se chamar Shaman, mas só com o batera Ricardo Confessori. Já o restante — André Matos, Luis e Hugo Mariutti, além de Fábio Ribeiro — agora já trabalham num novo álbum da banda que levará o nome do vocalista. O Whiplash! conversou com os irmãos Mariutti no estúdio Brainless Brothers, de Fábio Ribeiro em parceria com Alexandre Souza, em São Paulo, e que foi o palco das composições dos novos sons, para saber mais sobre este novo projeto e entender melhor a separação do Shaman. Além disso, Hugo e Luis falaram de Henceforth, Angra, o convívio entre irmãos e mais... Confira o papo exclusivo.

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Fotos: Arquivo pessoal

Whiplash: Gostaria de começar falando sobre o presente. Vocês poderiam explicar, realmente, qual o formato e como será essa carreira solo do André Matos, da qual fazem parte?

Hugo Mariutti: A gente está faz tempo com o André, desde que o Shaman se separou. Começamos fazendo umas músicas, compondo e agora estamos terminando o CD. Tivemos um produtor de primeira linha, que é o Roy Z, com quem nunca tínhamos trabalhado, e o Sascha (Paeth) que vai mixar o disco.

Whiplash: Como foi o processo de composição?

Luis Mariutti: Foi bem variado, na verdade. Tinha músicas que um trazia pronta, às vezes fizemos jams e aí saia uma música. Teve até participações do Pit (Passarel, do Viper) em algumas músicas. Ele veio aqui e ajudou em algumas coisas.

Hugo Mariutti: Ainda mais nesta parte, o André gosta de frisar que, apesar de ter o nome dele, trabalhamos como uma banda mesmo.

Whiplash: E quanto à sonoridade? Como vocês poderiam definir este novo trabalho?

Hugo Mariutti: Eu acho que o pessoal vai gostar muito, é uma mistura de toda a carreira do André. Tem bastante coisa do Viper, do Angra, do Shaman, enfim, de tudo. Está muito legal. Na minha opinião, é com certeza o melhor trabalho que já fiz.

Luis Mariutti: De sonoridade ele é o melhor, e de idéias se não for o melhor está junto com o “Ritual”, ou o “Angels Cry”. No estúdio, o Roy conseguiu tirar tudo de cada músico e extrair 100% do que o cara consegue tocar, o que foi muito legal.

Whiplash: Qual o objetivo que vocês tiveram? Se aproximar de algum dos álbuns do Shaman ou tentar uma direção oposta?

Luis Mariutti: As idéias foram saindo mesmo. Não tem essa de parar e falar, “vai fazer isso ou aquilo”. Na época do “Reason” muita gente achou “pô, os caras mudaram de estilo”. Mas não, na época saiu daquele jeito, é a energia que estava na banda naquele momento e é o que rolou no som. Agora a mesma coisa, nos reunimos, fomos tocando e as idéias apareceram para o disco sair.

Whiplash: Como tem sido com os novos integrantes?

Hugo Mariutti: O André Hernandes foi meu professor de guitarra. Ele estava tocando outros estilos, mas a veia dele sempre foi rock. Então falei que se a gente quer chamar mais um guitarrista, tínhamos que chamar o cara certo.

Luis Mariutti: Ele foi, na verdade, o guitarrista do Angra antes do Kiko. Ele que fez o riff, por exemplo, de “Carry On” e bolou muitos solos que foram influência para o Kiko e o Rafael, para quem ele deu aula também. Ele é um cara muito bom. Já o Rafael Rosa [nota do editor: baterista que gravou o CD] é também uma pessoa que conhecemos há muito tempo, muito virtuoso.

Whiplash: E a mudança de baterista, agora em cima da hora para o começo da tour?

Hugo Mariutti: Quem conversou com o Rafael foi o André. Pelo que eu sei ele tinha outros compromisso este ano e não poderia fazer a turnê. Mas nos dávamos muito bem com ele, além de ser um grande baterista. Já do Eloy Casagrande (de apenas 16 anos, vencedor do concurso Modern Drummer - 2005), nem tem o que falar. Quem assistir o cara tocando vai ver. Ele pode ter 16 anos, mas toca como gente grande.

Whiplash: Uma parte sempre importante no som de vocês são as orquestrações. Como foi trabalhado isso para o novo álbum?

Hugo Mariutti: Vai ter o mesmo de sempre. O Miro trabalhou junto também. Na verdade é engraçado, porque muita gente fez teclados. Eu fiz algumas partes, o Fábio fez muitas junto com o André, que ainda foi lá pra Alemanha trabalhar com o Miro. Vai ser um disco bem completo, os fãs podem esperar uma coisa muito boa.

Whiplash: Como foi o processo de gravação?

Hugo Mariutti: Fizemos uma pré-produção aqui no Brainless Brothers, depois fizemos mais uma no Ultrasonica, junto com o Roy e gravamos lá, além de ter algumas coisas na Alemanha. Aqui foi o lugar que acabamos usando para compor todo o disco.

Whiplash: Como está o andamento da coisa, o que vocês podem adiantar?

Hugo Mariutti: Vão ser dez músicas e uma releitura surpresa, que mais para frente a galera vai saber, mas o que dá pra adiantar é que vai ser um dos grandes discos que a gente já fez.

Whiplash: Já há alguma previsão de lançamento?

Hugo Mariutti: Isso é o André que está cuidando mais, dessa parte de burocracia, prazos.

Luis Mariutti: Eu acho que até o meio do ano deve sair.

Hugo Mariutti: Mas ainda não dá para ter uma data exata...

Whiplash: Como foi aquela misteriosa primeira apresentação no Live N’ Louder 2006, quando vocês foram a atração surpresa?

Luis Mariutti: Na verdade era a banda do André já, mas como foi uma coisa que o promotor do evento quis como surpresa, não dava para ser anunciado “olha, vai ser a banda tal, com esses integrantes”. Fomos lá e tocamos. Foi para ser assim mesmo, para mostrar que a gente não morreu, que está aqui, tocando. E valeu para isso, pra todos saberem que viria uma coisa nova por aí.

Whiplash: O que vocês querem abordar nesses novos shows com o André?

Luis Mariutti: Será como no Live N’ Louder, tocando Viper, Angra, Shaman, e até o Virgo.

Whiplash: Por que vocês acabaram, sem menosprezar, se sujeitando a entrar na banda solo de André Matos ao invés de uma nova banda, com novo nome e que daria um pouco mais de prestígio a vocês?

Luis Mariutti: Como não tínhamos intenção de romper com o Shaman, mas foi algo que aconteceu, pensamos que ia ser foda sair com outra banda, outro nome. Todos sabem a dificuldade disso. E na época já estávamos com o Henceforth. O André já estava desgastado e surgiu essa idéia por ele ter um nome forte. Ele mesmo não queria num primeiro momento. Falou, “porra, eu acho meio foda isso, muito pesado levar meu nome”. Mas é uma coisa em que pelo menos a gente não jogava fora o que já tínhamos feito. O jeito que estamos trabalhando e que o André deixou tudo é o de uma banda.

Hugo Mariutti: Nunca tivemos problema com ego e esse tipo de coisa. Para nós, é um prazer tocar com ele. Isso não é demérito nenhum, está sendo bem legal, com o clima bom. É encarar como se fosse a banda do Ozzy, por exemplo, onde o Zakk Wylde tem destaque.

Luis Mariutti: Nós já temos nossa banda, o Henceforth que é, vai, o “grupo dos irmãos”...

Hugo Mariutti: E o próprio André já tinha dito que o Shaman seria sua última banda. Ele pensou e disse “é hora de fazer meu disco solo. Quero que vocês estejam comigo, porque saímos pelo mesmo motivo”.

Whiplash: Você acaba ficando de fiel escudeiro, não Luís? Está a uns quinze com o André, saiu do Angra e do Shaman junto...

Luis Mariutti: Cara, eu nunca tive problema com ele. Nunca nos desentendemos, apesar de termos um jeito totalmente diferente, ritmos diferentes. Sempre nos respeitamos. Ele é um vocalista diferenciado, nunca teve problema com ninguém por ego, nem no Shaman.

Hugo Mariutti: Muita gente fala que o André sai de toda banda. Ele sai justamente porque não concorda com o que acontece. Ele podia estar com o Angra até hoje, num clima ruim, nós poderíamos estar no Shaman num clima ruim, ganhando dinheiro, mas o que queremos é transparência . Chegar com todo mundo numa boa, fazendo música com vontade, se dando bem. Trabalhamos há seis anos e nunca tivemos problema, o Luis e o Fábio, que estão desde o começo, também não. As coisas não são bem como o pessoal pensa.

Luis Mariutti: Se for ver, a equipe que trabalha conosco é a mesma do tempo de Angra e os que entraram no Shaman são os que vão sair em turnê com a gente. Então, na verdade, não é difícil trabalhar com a gente, ou com o André. É que no Angra e no Shaman tivemos problemas e preferimos continuar dessa forma.

Whiplash: Depois de tanto tempo nesta confusão toda, dá para finalmente explicar o que colocou fim ao Shaman, ao menos no que dizia respeito à banda como foi originada?

Luis Mariutti: Na verdade houve algumas desavenças e não tinha mais clima pra continuar. Uma coisa que sempre tivemos na cabeça é de não ter medo de falar “não está bom, vamos parar”. Tem muita banda que fala “não está bom, mas vamos continuar. A gente está bem, ganhando dinheiro e vamos seguir”. Beleza, é um modo de se fazer a coisa. Eu não acho errado se você consegue conviver desse jeito. Só que o André, eu, e mais recentemente o Hugo, temos na cabeça de que se não está bom, melhor separar. Foi o que aconteceu.

Whiplash: Vocês ficaram na boa com a decisão de o Ricardo continuar o Shaman com uma banda nova?

Hugo Mariutti: Não, eu não fico na boa, porque a idéia do nome Shaman era do Luis, baseado numa música do André e acho que o grupo eram os quatro juntos. Com certeza ele terá músicos competentes tocando, a banda tem um nome, uma história e pode ser até mais bem sucedida do que foi com a gente, mas, para mim, Shaman era os quatro. Depois disso não é mais...

Whiplash: Até para romper aquela imagem antiga, já que o grupo fica totalmente desfigurado agora...

Luis Mariutti: Principalmente porque foi uma banda, nunca uma coisa de alguém.

Hugo Mariutti: Pode ver em todas as entrevistas que era algo democrático...

Whiplash: O que vocês acham que houve de melhor nesta fase do Shaman?

Luis Mariutti: A fase do “Ritual”, realmente foi a melhor. Teve a música na novela (“Fairy Tale”), a turnê bombou...

Hugo Mariutti: Eu particularmente acho o “Reason” um disco muito bom. Não tem essa de “ah, ele arriscaram”. O disco saiu daquele jeito e somos orgulhosos dele, assim como do “Ritual”. Não temos vergonha nenhuma. Porque todo mundo fala: “o Shaman acabou depois do ‘Reason’”. Não é verdade. Foi um disco tão bem sucedido quanto o Ritual em número de vendas.

Whiplash: Você gosta, Hugo, até por tem muito a sua cara, com a afinação de guitarra diferente, por exemplo?

Luis Mariutti: Aí é que está, não é só a cara dele. O fato, por exemplo, de a bateria não ter muito bumbo foi decisão do baterista. Ou o baixo ser mais simples foi decisão minha.

Hugo Mariutti: Sim, eu não toco bateria, então naqueles arranjos eu não mexi, por exemplo...

Luis Mariutti: A “More” (cover do Sisters of Mercy) foi uma decisão do Ricardo com o André, uma sugestão deles com o Sascha. Eu sugeri tocar Ozzy, o Hugo, outra...

Hugo Mariutti: É muito fácil chegar agora e falar que foi ruim, ou quase ter vergonha. Mas eu gosto bastante.

Whiplash: Com apenas dois álbuns e mais um ao vivo, deu para marcar a história aqui no Brasil?

Luis e Hugo, juntos: Foi o que deu pra fazer!

Luis Mariutti: Os discos rolaram, venderam bem no Brasil, fizemos turnês aqui para os dois CDs, fomos para Europa, América Latina. Nós não tínhamos um empresariamento fixo, só para os shows mesmo e a banda se perdeu um pouco nisso. Você gerenciar a própria banda não é fácil.

Hugo Mariutti: Nós aprendemos muitas coisas que não estávamos acostumados a fazer...

Luis Mariutti: O Shaman foi um grande aprendizado nesse aspecto. Gerenciar uma banda é muito difícil, fazendo os músicos tomarem essa frente de negociar com gravadora, arranjar publicidade, fazer marketing.

Hugo Mariutti: Cada um acabava fazendo uma coisa. Por isso que falo que era uma banda, ninguém tinha poder maior que ninguém.

Whiplash: E o “Ritualive”, que àquela altura não parecia ser um lançamento bom, por vocês terem um álbum apenas e hoje virou o único registro de vocês ao vivo?

Hugo Mariutti: Nós ficamos surpresos, não achávamos que o primeiro disco de uma banda pudesse causar o impacto que o “Ritual” causou. E o show estava lotado. Manter esse nível não é tão fácil. Fizemos 130 shows na turnê. Obviamente iria diminuir para o “Reason”. Mas é natural, muita gente viu a banda muitas vezes, não é porque foi mal sucedido.

Whiplash: Como foi sua entrada no Shaman, Hugo, saindo do anonimato para "substituir" Kiko e Rafael do Angra?

Hugo Mariutti: Era uma responsabilidade grande no início de falar “vou encarar isso aí”. E na época, o Shaman tinha poucas músicas, então eu ia ter que tocar as do Angra, que era com duas guitarras. Mas o Luis nunca forçou a barra pros caras. Fui tocando as músicas, levando composições...

Luis Mariutti: Na verdade, ele tinha uma música que eu levei pro André e pro Ricardo, que era “Time Will Come”. Eles pediram então pro Hugo gravar e quando o viram tocando na frente deles, acharam legal. Mas sempre fiquei na minha, ajudando, mas não forçando, porque sabia da responsabilidade. Então deixei quieto, sabia que ele tinha méritos e que ia ficar na boa. E aconteceu, chegou um dia e eles disseram “o Hugo está na banda”...

Whiplash: Luis, o que ficou marcado na sua lembrança dos tempos do Angra?

Luis Mariutti: O Angra foi uma época em que tudo era novo, aos 20 anos. Sair com uma banda que ia pro Japão pra Europa, era um negócio louco, uma coisa grande. Chegamos no “Fireworks” fazendo show em Paris para seis mil pessoas, lotando em todo lugar. Não sei como está agora, mas deve ter mantido. Foi a fase boa. O que lembro mesmo são as turnês, a parte que mais gosto. Tento apagar as coisas ruins.

Whiplash: Falando no “Fireworks”, o que você acha dele?

Luis Mariutti: O “Fireworks”, como CD, não é tão bom como os outros dois. Mas foi muito falado, a banda estava decolando. Lembro que na França, primeiro tocamos com o “Angels Cry” para certo público, no “Holy Land” com mais um pouco e chegou no “Fireworks” estava lotado. Criou maior buchicho em cima do disco e tinha músicas boas, a “Lisbon”, a “Wings of Reality” e ainda outras. Mas não era tão forte como os outros. Também foi quando começou a ter problemas. Foi nosso auge, mas a fase de mais problemas também.

Whiplash: Há algum ressentimento, quando você lembra disso?

Luis Mariutti: Para mim, se eu tivesse ressentimento seria porque teria alguma vontade de voltar. Mas não, desejo boa sorte pra quem está lá. Quem entrou são ótimos músicos, o Felipe, o Aquiles... Saí porque não concordava mais com a mentalidade e acabou. É como casamento que acaba, o tipo de coisa que nunca vai voltar. Boa sorte e beleza, estou feliz onde estou.

Whiplash: Você ouviu os últimos trabalhos deles? O que acha?

Luis Mariutti: Ouvi pouco, mas é um som que não encaixaria mais com o que eu quero tocar.

Whiplash: E conte um pouco como é esse trabalho em irmãos e em mais de uma banda, já que tem o Henceforth também?

Hugo Mariutti: A gente se dá muito bem, nunca teve problema. Na verdade, ele ser são-paulino é a única coisa que pega (risos! Hugo é palmeirense.). Trabalhamos bem, é mais fácil para um entender o outro. Na parte ao vivo é mais fácil ainda. Geneticamente já tem alguma coisa, porque é até parecido nosso jeito de tocar. É bem mais fácil.

Whiplash: Mas há diferenças também, como a atitude no palco...

Luis Mariutti: O Hugo é mais solto, mas é tudo uma questão de estilo. No geral, ele é mais disciplinado que eu.

Whiplash: E o Henceforth? A quantas anda e como foi a aceitação do primeiro CD, com um som bem diferente do que os fãs se acostumaram, vindo de vocês?

Hugo Mariutti: Nós já temos algumas músicas prontas e em breve vamos começar a gravar. É uma banda diferente, como eu falo: “se tem um projeto paralelo tem de ser totalmente diferente”. Meu trabalho solo é uma coisa, o Henceforth outra, agora com o André é ainda outra, então você consegue colocar para fora outras coisas que você curte. Foi legal que a gente viu uma boa aceitação. O Frank (Harris), que não é aquele vocal de metal mais tradicional, está entre os mais votados em pesquisas de melhores do ano, o disco também, então foi muito legal para uma banda praticamente nova...

Luis Mariutti: E que fez tudo no primeiro CD (N.R.: refere-se à parte burocrática). A banda faz tudo, então é difícil, os passos são lentos. Mas estamos aí, compondo pra lançar um segundo disco e vamos tentar trabalhar melhor essas músicas.

Whiplash: O seu projeto solo ainda está em andamento, Hugo?

Hugo Mariutti: Estou com as músicas prontas, devo ter umas dez, e também quero começar a gravar em breve. Estou produzindo sozinho e vou cuidar da parte de mixagem. Quero que seja um trabalho para satisfação pessoal mesmo, para eu botar as coisas que aprendi nesse tempo.

Luis Mariutti: E eu ainda tenho o Motor Blues (que também contava com Confessori, originalmente), que é um som com influência bem de blues mais antigo, tipo Cream, só que com uma pegada um pouco mais pesada.

Whiplash: Para encerrar, deixem uma mensagem para os fãs, com certeza ansiosos pelo novo álbum com o André Matos.

Hugo Mariutti: Nós estamos voltando aí em breve, com disco lançado e tudo, e a gente espera encontrar todo mundo na turnê. Pedimos desculpas pelo transtorno de tudo isso, mas que pensem foi um transtorno para nós também, ninguém queria estar numa situação dessas.

Luis Mariutti: A gente gosta de tocar de verdade, com prazer... É assim que se consegue passar pros fãs tudo o que você está fazendo. Um abraço e obrigado a todos!

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Sobre Maurício Dehò

Nascido em 1986, é mais um "maidenmaníaco". Iniciou-se no metal ao som da chuva e dos sinos de "Black Sabbath", aos 11 anos, em Jundiaí/SP. Hoje morando em São Paulo, formou-se em jornalismo pela PUC e é repórter de esportes, sem deixar de lado o amor pela música (e tentando fazer dela um segundo emprego!). Desde meados de 2007, também colabora para a Roadie Crew. Tratando-se do duo rock/metal, é eclético, ouvindo do hard rock ao metal mais extremo: Maiden, Sabbath, Kiss, Bon Jovi, Sepultura, Dimmu Borgir, Megadeth, Slayer e muitas, muitas outras. E é de um quarteto básico que espera viver: jornalismo, esporte, música e amor (da eterna namorada Carol).

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