A Day To Remember e Of Mice And Men: Dois shows lotados em SP

Resenha - A Day To Remember e Of Mice And Men (Carioca Club, SP, 31/05/2014)

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Por Durr Campos
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

O clássico livro “Of Mice and Men” (Ratos e Homens, na tradução) foi escrito por John Steinbeck em 1937 e conta a história trágica de George e Lennie, dois trabalhadores rurais na Califórnia durante a Grande Depressão (1929-1939). A história se passa em um rancho a algumas milhas de Soledad no Salinas Valley, local em que o autor nasceu e cresceu. Nada melhor do que batizar sua banda com a obra de um conterrâneo famoso, não é verdade? Assim mais de sete décadas após ser editado, um grupo de rapazes ali em seus 20 e poucos anos montou aquela que hoje é uma das bandas mais importantes do metalcore estadunidense contemporâneo, assim como o A DAY TO REMEMBER, protagonista daquela noite de sábado em que eu e Diego Cabral da Câmara estivemos presentes cobrindo com exclusividade para o Whiplash.Net. Deste eu falo mais a seguir. Vamos ao resumo dos fatos.

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A abertura ficou por conta de um grupo a qual ouvira falar pouco, o ANCHOR. Eles estavam em casa, pois seu estilo – de acordo a página oficial no facebook – passeia ali pelo mundo de nomes como Underoath, The Ghost Inside, Parkway Drive, Bring Me The Horizon, Stick To Your Guns, August Burns Red, Killswitch Engage, Alexisonfire, Counterparts, As I Lay Dying, Deftones, Hundredth e eu diria pelo próprio OF MICE AND MEN, tendo em vista sua pegada mais extrema. Oriundos de Foz do Iguaçu, o quinteto liderado pelo vocalista Guilherme Barreto despejou canções de seu recente EP “Directions” e do debut “Sea of Mirros” (2012). Destaco as viscerais “Defy the Ocean”, cujo vídeo estará mais ao final deste texto, “Waves” e “John and Katherine”. Já pegaram a casa cheia e deram conta direitinho de abrir uma noite bastante disputada.

Line-up
Guilherme Barreto - vocais
Rodrigo Maia - guitarras
Bruno Baruta - baixo
Felipe Zampieri - bateria
Dilmo Jr - guitarras

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Of Mice and Men

A moçada de Costa Mesa, Califórnia, veio para promover seu derradeiro até agora trabalho de estúdio, o poderosíssimo “Restoring Force”, terceiro em sua discografia. No entanto, como esta era a primeira vez no país, nada melhor do que fazer um apanhado de toda a trajetória e mandar algumas de “Of Mice & Men” (2010) e “The Flood” (2011), que ainda detém o título de meu favorito. Quando anunciaram o álbum novo e seu produtor David Bendeth eu fiquei bastante empolgado, afinal o rapaz já colocou suas mãos em outras instituições de respeito tais quais Breaking Benjamin, Paramore, Papa Roach, Bring Me the Horizon, e o próprio A Day to Remember. Logicamente que há ali algo dessas bandas, mas também de Linkin Park, Limp Bizkit, Slipknot, Chevelle e mesmo Panic! At the Disco, se observarmos as excelentes linhas vocais de Aaron Pauley, também responsável pelo baixo. Aliás, já o conhecemos do “Jamie’s Elsewhere”, não é? Se não corre e escuta o “They Said a Storm Was Coming” (2010), onde o moço apenas canta e terá uma ideia do poder de seu gogó, bem como sua semelhança no timbre ao de Brendon Urie.

A festança teve início com o frontman Austin Carlile dando início a “Public Service Announcement”. Com o público na palma das mãos, o pandemônio estava instaurado. A plateia estava em êxtase, algo que não chega a ser uma novidade em shows de metalcore e post-hardcore da Liberation Music Company, responsável por toda a turnê latino-americana de ambas as atrações internacionais. Seguramente comento que estes eventos tem sido meus favoritos na capital. “The Flood”, composição primorosa, foi uma das que mais funcionaram naquela noite, apesar de não haver nada naquele repertório que desabonasse seu poderio de fogo ao vivo. Com os punhos erguidos e muito vigor, os fãs acompanhavam tudo atentamente, mas sem se esquecer da roda e de cantar as letras com os caras.

“Nossa primeira vez no Brasil, vocês estão maravilhosos!”, berrou Austin, para manda uma “velha”: “O.G. Loko”. Não ficou ninguém parado aos acordes tenebrosamente certeiros e levada irresistível dela. O refrão é cantado por Aaron, que teve o auxílio intenso da massa. Carlile pediu que o “Wall of Death” se formasse. Pimba! Fizeram em segundos e deixaram a coisa em uma beleza sem tamanho. “You Make Sick” e “Feels Like Forever” vieram emendadas, o que faz sentido pelo jeitão modernoso que as permeia. Os vocais iniciam com efeitos para o baixista então cantar e arrasar. Rapaz, foi lindo ver o povo cantar com eles novamente. Valentino Arteaga começa a peleja em “Bones Exposed” com sua bateria pesadíssima e bem equalizada (Nota do redator: O vídeo estará mais ao final desta resenha). Ótima composição para cantar ao lado dos artistas. Tudo fica ainda melhor sob aquela ‘rifferama’ densa e pegada hardcore old school em boa parte de suas soluções. O solo do guitarrista Phil Manasala é curto, mas encaixa-se como uma luva à canção.

“Would You Still Be There” é uma das mais legais dentre as mais novas. Uma aula de “pula-pula” desenfreado e melodias extremamente pegajosas permeiam todos os seus pouco mais de três minutos. Havia ali um peso extra que não me lembro de ter escutado em sua versão de estúdio. Isso foi um elogio, aliás. “Second & Sebring” chegou sem papo furado. Novamente Aaron lidera as vozes, o que - já o elogiei, sei disso - realiza com perfeição. Esta banda que não o perca. Sentia que muitos ali no público salvavam um pouco de energia para a atração principal, mas a participação era bem decente, justiça seja feita. Também pudera, com um refrão mais grudento que chiclete embaixo do tênis: “If I could find the words/ If I could shake the world/ If I could turn back time/ Would you still be there?” Ficou tão bacana que Austin pediu um repeteco à audiência.

O próprio tomou a palavra: “O segundo show que fiz na vida foi em 2007, quando abri pro A Day To Remember, vejam só. Havia ali cinquenta pessoas nos assistindo. Ver isso aqui em minha frente, uma casa cheia nos apoiando assim, não tem preço. Muito, muito e muito obrigado”, emocionou-se ele. Antes de abrir o berreiro, mandou “Glass Hearts” e a cerimônia continuou firme. O final deu-se com mais uma de “The Flood”, a sensacional “The Depths” e mais uma de “Restoring Force”, o hit “You're Not Alone”, plenamente cantada por todos em celebração à amizade. Quarenta memoráveis minutos, que poderiam ter sido um pouco mais.

Line-up
Phil Manansala – guitarra solo
Valentino Arteaga – bateria
Austin Carlile – vocais
Alan Ashby – guitarra
Aaron Pauley – baixo, vocais limpos

Set-list
Public Service Announcement
The Flood
O.G. Loko
You Make Me Sick
Feels Like Forever
Bones Exposed
Would You Still Be There
Second & Sebring
Glass Hearts
The Depths
You're Not Alone

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A Day to Remember

Bacana que antes do ADTR começar a produção distribuía água mineral ao pessoal da frente que se espremia corajosamente. Enquanto isso, “Renegades of Funk” do Rage Against The Machine, “Don't Stop Til You Get Enough” do Rei do Pop Michael Jackson, “I Get Around” dos Beach Boys, “Chop Suey!” do System of a Down (nunca vi um recepção tão incrível a algo tocado no som mecânico) e outras pérolas embalavam a galera. Outra coisa, aplausos à produtora por vender menos ingressos do que o Carioca comportaria, assim proporcionando mais conforto aos pagantes.

Pontualmente às 20h “All I Want” ecoou aos quatro cantos provando que esta banda é mesmo hoje uma das mais proeminentes do post-hardcore vindo dos Estados Unidos. O apelo comercial de suas músicas já denotava seu sucesso desde o debut “And Their Name Was Treason” (2005), mas sabemos que nem sempre isso garante a permanência no topo, por isso é de se aplaudir a persistência e talento de Jeremy McKinnon & Cia. Esta, por exemplo, poderia estar posicionado até no final porque tem cara tanto de abre alas quanto de até logo. A sequência veio na incrível “I’m Made of Wax, Larry, What Are You Made Of?” (Nota do redator: Que nome legal do caralho!), a qual manteve o clima nas alturas e a interação geral plena. A levada ultra-agressiva dela, mas também suas melodias, a credencia para ficar no set-list por muito tempo ainda. Creio que possa afirmar o mesmo de “Why Walk on Water When We've Got Boats”, do “For Those Who Have Heart” (2007). Que poder ela tem, em especial pelas guitarras de Neil Westfall e Kevin Skaff. Os fãs não deixarem por menos e tinham ela decoradinha: “You´re wasting my time, while they´re wasting away./ You´ll never, you´ll never save me./ You´ve dropped every line, but they don´t mean a thing. You´ll never, you´ll never save me.”

Em tempo, deixa eu comentar sobre o belíssimo pano de fundo trazido pelo ADTR. Incrível o esmero que alguns artistas tem nisso. A 'intro' entregou “2nd Sucks”, a qual pessoalmente adoro porque tem basicamente tudo o que pode-se esperar do quinteto. O peso absurdo e insanidade de todos em cena foram impressionantes, não sendo diferente na obrigatória “Right Back at It Again”, uma das mais festejadas em “Common Courtesy” (2013), item promovido nesta excursão pelo mundo. Aliás, esta vem sendo tocada em todos os shows desde que a bolachinha foi posta nas prateleiras. Novamente me veio o Panic! At The Disco em mente pelo timbre vocal de Jeremy. Que coisa! Eu aprecio inclusive os 'scratches' bem encaixados do DJ Rossstar e a bateria de Alex. Eu poderia falar mais dela, porém mandaram “City of Ocala” e a coisa ferveu! Antes cumprimentaram a plateia e relembraram duas coisas que todos já sabiam: era sua segunda vez no Brasil e que são dos EUA. Tudo bem, porque a entrada da canção compensou qualquer notícia velha. Atemporal como poucas, esta pequena preciosidade é uma demanda melódica ao pogo.

“Have Faith in Me” é mais uma das entregues pela entrada do baterista. Lembra quando falei do chamamento das músicas do ADTR acima? Esta aqui é na categoria “Super Bonder”, isto é, basta ouvir uma única vez para colar de imediato. Aconteceu comigo e sei que contigo idem. Bom, pelo menos se o caro leitor estava lá no sábado acompanhando o que descrevo aqui não me deixará passar por mentiroso. “It's Complicated” de complicada não tem nada, muito pelo contrário pois é uma balada das mais tenras. Tanto que Neil (que brincou com o sutiã atirado no palco) e Kevin estavam empunhando guitarras acústicas. Poderia ser apenas mais uma ali, mas sua estrutura mezzo country mezzo pop cabeça é que a deixam tão especial. Tentei encontrar um vídeo dela gravado lá no Carioca, mas até a publicação deste texto não havia nada postado, então vai a versão no 97X Green Room. É só descer o ‘mouse’ que tu achas. A farra ‘unplugged’ continuou com “If It Means a Lot to You”, a qual o vídeo da mesma forma ainda estava indisponível no YouTube em alguma versão registrada em Sampa, daí tomei a liberdade em postar um de Berlim (no famoso Huxley’s Neue Welt), que sempre assisto. Nela Jeremy recebeu seu próprio violão e junto a Kevin protagonizou um dos melhores momentos da noite.

Outra que a introdução não deixa mistério: “Mr. Highway's Thinking About the End”. O mosh-pit formado nas primeiras notas não deixou ninguém em dúvida: trata-se de uma das obras mais eficazes e essenciais em um concerto do ADTR. Não resisto ao refrão: “It's like speaking in tongues to all of you now/ When will we ever (when will we ever) get what we deserve?/ How long until the tables turn?/ When will we ever (when will we ever) get what we deserve?” Ainda bem que emendaram com “Life Lessons Learned the Hard Way”, outra das minhas favoritas. Extrema, veloz, ‘trampada’ e intensa. Exagero em adjetivos às vezes, mas você mesmo percebeu isto lá, não foi? Enfim, alguns desgostam de metal moderno afinado com guitarras em ré ou ainda mais abaixo do trivial aos puristas, mas eu escuto o que escuto e se me soa bem é boa e ponto. Comentem a respeito, por gentileza. A sequência em “Life Lessons Learned the Hard Way” só melhorou o negócio e “Better Off This Way” então, nem se fala. Ah! E as bolinhas rolaram! Isso mesmo, a banda soltou várias infláveis no público e a farra estava feita. Enquanto isso detonava com esta que é outra das mais queridas de seus seguidores. Aliás, sabia que eles estavam acampados na porta do Carioca Club desde a quinta-feira, dia 29 de maio? Agora você entende o porquê de duas datas seguidas. Inclusive quem esteve no domingo e quiser compartilhar conosco o que viu é só mandar o dedo no teclado e postar aí na área de comentários.

“Sometimes You're the Hammer, Sometimes You're the Nail” também possui nome comprido e quase chega aos cinco minutos de duração, sendo uma das mais longas em “Common Courtesy”. Dizem que os músicos tiveram um trabalho extra para escrever o segundo verso dela, chegando ao atual após umas quatro tentativas. Vamos relembrar: “And the fears sets in, in an instant too much of myself gets exposed. This is where I go at my weakest, when I don't have to be scared to tell the truth.” A linha vocal é muito boa e a letra então nem se fala, releia acima. Esta é mais uma que resume o ADTR. Inspirada e com um Alex destruindo nas baquetas, a parte mais calma a deixa deveras cativante. “My Life for Hire” também é boa e soa bastante espontânea aos meus ouvidos. Só depois de ler algumas entrevistas de Jeremy descobri esta foi uma das primeiras compostas para “Homesick” (2009). As letras referem-se ao mundos dos negócios da música e versa sobre o posicionamento dos engravatados dizendo aos meninos que “eles não poderiam ser quem bem entendiam neste ramo.”

“Quem virá amanhã?”, questionou McKinnon sobre o concerto subsequente. Alguns levantaram as mãos. “Obrigado por todo o apoio. Quero saber se estão todos comigo ainda!” E o vocalista ainda tinha dúvidas? “The Plot to Bomb the Panhandle” é uma das músicas mais californianas deles, se é que os fãs de Green Day, NOFX e Pennywise me entendem. Claro que temos ali mais guitarras e vocais fortes, porém como negar aquela levada do famigerado ‘poppy punk’ e melodic hardcore dos nomes citados e de outros que me ocorreram? Com ela encerraram o set regular, o que deu brecha aos fãs para berrarem solicitando seus ídolos de volta ao palco.

O encore iniciou na manha com “Violence (Enough Is Enough)”, uma escolha interessante. Além de ser boa para agitar, possui umas melodias grudenta difícil de esquecer por uns tempos. O DJ Rossstar estava meio escondido, mas vale a menção novamente ao rapaz porque era ele quem cuidava das inserções e outros sons estranhos e bacanérrimos no rolê. Aproveito para fazer o mesmo ao Josh Woodard, um excelente baixista e grande performer. “Vocês estã pedindo ‘Monument’, é isso? Desculpem, não a conhecemos”, brincou Jeremy. Eu penso que não era bem esta, mas trata-se de um dos hinos do ADTR e, logicamente, fora carinhosamente recebida. Com as palmas ficou ainda mais bela e novamente ouço ali algo do punk do litoral da Califórnia. Pouco, mas está lá. “All Signs Point to Lauderdale” manteve tudo como estava, ou seja, banda e público 100% interligados e dando risadas por conta dos rolos de papel higiênico jogados na audiência, mas foi na cartada final em “The Downfall of Us All”, introduzida pelo DJ, que provocou o desespero da massa, no bom sentido. Quem conhece o mínimo sobre o A Day To Remember sabe o que significa esta em seu almanaque de sucessos. E cá para nós, é uma delícia de cantar e dançar com os camaradas e tendo uma ‘breja’ geladinha em mãos, melhor ainda. Ficou supimpa com tantas vozes entoando-a. Sabemos fazer um show ser mais incrível do que supostamente já deveria ser, fala sério.

Line-up
Jeremy McKinnon - vocais
Neil Westfall - guitarra-base, vocais
Josh Woodard - baixo
Alex Shelnutt - bateria
Kevin Skaff - guitarra-solo, vocais

Set-list
All I Want
I'm Made of Wax, Larry, What Are You Made Of?
Why Walk on Water When We've Got Boats
2nd Sucks
Right Back at It Again
City of Ocala
Have Faith in Me
It's Complicated
(acoustic)
If It Means a Lot to You
Mr. Highway's Thinking About the End
Life Lessons Learned the Hard Way
Better Off This Way
Sometimes You're the Hammer, Sometimes You're the Nail
My Life for Hire
The Plot to Bomb the Panhandle
Encore:
Violence (Enough Is Enough)
Monument
All Signs Point to Lauderdale
(Staff throws toilet paper … more)
The Downfall of Us All

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It’s Complicated live and acoustic on 97X Green Room

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If It Means A Lot To You Live at Huxley's Neue Welt, Berlim

Fotos: Diego Camara. Galeria completa em:
https://www.flickr.com/photos/diegocamara/sets/7215764496345...









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Sobre Durr Campos

Graduado em Jornalismo, o autor já atuou em diversos segmentos de sua área, mas a paixão pela música que tanto ama sempre falou mais alto e lá foi ele se aventurar pela Alemanha, país onde reside atualmente e possui família. Lendo seus diversos artigos, reviews e traduções publicados aqui no site, pode-se ter uma ideia do leque de estilos que fazem sua cabeça. Como costuma dizer, não vê problema algum em colocar para tocar um Scum do Napalm Death, seguido de Substance do New Order ou Black Celebration do Depeche Mode, daí viajar no tempo com Stormbringer do Deep Purple, se acabar ao som do Bounded By Blood do Exodus e finalizar o dia com alguma coisa do ABBA ou Impetigo. Simples assim.

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