Revolution Rock: Um ano após o MOA, São Luis mostra sua força
Resenha - Revolution Rock (Energy Club, São Luis, 20/04/2013)
Por Pedro Lucas Sousa
Postado em 21 de abril de 2013
20 de abril. Essa data para os headbangers de todo Brasil trazem tristes lembranças. O que era para ser a realização de um sonho se tornou um pesadelo. Exatamente um ano atrás, milhares de metalheads presenciaram um dos maiores fiascos da historia da música no Brasil. Calote, prejuízo financeiro, físico e emocional, o MOA marcou para sempre a historia do metal nacional. Porém, em vez de chorar pelo leite derramado e amargar uma "mancha" na imagem, São Luis do Maranhão mostrou toda a força do seu metal no Revolution Rock.
O evento aconteceu no Energy Club, casa de shows que tem tudo para se tornar um dos grandes points para shows na ilha. Excelente estrutura de som, luz e espaço. Apesar da distância e de ser um tanto difícil o acesso para quem depende de transporte público, os headbangers apareceram em peso, mostrando que quando a cena é forte, não há empecilho que impeça que o show aconteça.
A abertura do evento ficou por conta da banda Smoking Kills. Infelizmente, não consegui chegar a tempo de conferir, porém, analisando o show de estréia e os comentários que eu ouvi, foi um show de primeira! Os caras fazem um Rock And Roll visceral, em uma pegada bem AC/DC, mas sem parecer àquela cópia descarada que muitas bandas fazem por aí.
Logo após, subiu ao palco a banda Redbeer Club. De longe, a banda é um marco na cidade por trazer aquele revival do Hard Rock 80, juntamente com a banda Fúria Louca, que dessa vez não participou do evento. Músicos excelentes que esbanjaram técnica e versatilidade em uma apresentação empolgante. Pra completar ainda rolou um belíssimo cover de Beat The Bullet do Danger Danger, que foi um dos pontos altos do evento.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
A brutalidade começou com os riffs matadores da Tanatron. O Power trio maranhense retornou com força total, mostrando que mesmo depois de tanto tempo parados, ainda são músicos competentes que fazer um death metal de qualidade, abrindo uma roda violenta! A banda tocou as músicas do seu EP chamado Trivial Chaos, que está sendo relançado agora e ainda surpreendeu o público ao fazer uma inusitada versão death de Iron Maiden. Destaque para os vocais ferozes de Nyelson Weber!
Para finalizar e saciar os headbanger sedentos por mais metal, os thrash demons aparecem para terminar de quebrar tudo! A Jack Devil foi a última banda da noite, responsável por fechar com chave ouro. O quarteto lançou oficialmente o seu ep, intitulado Faster Than Evil e faz jus ao nome! Poucas vezes vi uma banda local ter tanto domínio de público como esses caras que iniciaram uma epidemia de mosh‘s e circle pits que levaram a galera à loucura.
Eventos como o Revolution Rock carregam mais de um motivo para que o público maranhense tenha orgulho de sua cena local. Primeiro, é exemplo em qualidade de organização e estrutura, além de abrir espaço para as bandas autorais mostrarem seu trabalho.
Além disso, A Jack Devil anunciou que logo estará iniciando uma turnê nacional passando por vários estados e carregando a bandeira do nosso estado e mostrando que apesar de tudo, o metal maranhense não está morto e é forte o bastante para conquistar esse país!
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