Scorpions: Um misto de respeito e excelência em São Paulo

Resenha - Scorpions (Credicard Hall, São Paulo, 20/09/2012)

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Por Gabriela G. Barros
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No último dia 20, a banda alemã Scorpions desembarcou na cidade de São Paulo para o primeiro de dois shows da turnê “Final Sting World Tour”, que passa pela capital paulista pela segunda vez em dois anos. Com ingressos esgotados, a casa contou com jovens, senhores e famílias para ver os veteranos do heavy metal alemão.

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Após imagens do telão projetarem cenas da carreira da banda, o show foi iniciado com “Sting in the Tail”, faixa título do álbum lançado em 2010 - e antecessor ao Comeblack, álbum de regravações lançado no ano passado – seguida por “Make it Real” e “Is There Anybody There”, que entrou para o setlist esse ano, fazendo pequenas alterações no que foi apresentado em 2010. A clássica “The Zoo” veio logo depois e teve seu refrão entoado às alturas pelos fãs presentes na casa.

“Coast to Coast” abriu espaço a uma característica marcante da banda, o entrosamento entre os integrantes. A canção instrumental trouxe Rudolph Schenker, Matthias Jabs e Pawel Maciwoda ao centro do palco, acompanhando por Klaus Meine nas guitarras. “Loving you Sunday Morning” deu sequência ao show, seguida por “Rhythm of Love” e a belíssima “The Best is Yet to Come”, - música do último álbum de inéditas, “Sting in the Tail” - cantada pelo público sem acompanhamento da banda como a mesma emoção de grandes hits de sua carreira.

“Send me an Angel” e “Holiday”, arrancaram gritos emocionados de uma plateia que cantou em uníssono todas as canções. “Raised on Rock”, “Tease me, Please me” e a agitada “Hit Between the Eyes”, deram sequência e o show seguiu com um solo enérgico de James Kottak. O baterista, simpático e brincalhão como sempre, arrancou gritos dos fãs e interagiu com o público naquele que era o seu momento. Curiosamente, o telão exibia o baterista como protagonista de uma série de vídeos que recriavam capas de álbuns históricos da banda, um show à parte.

Na sequência, a banda entrou para cantar “Blackout”, com Rudolph Schenker representando o personagem da capa do disco homônimo. “Six String Sting” deu espaço ao guitarrista Matthias Jabs, consagrado por alguns dos solos clássicos da carreira da banda e um dos melhores guitarristas do mundo. “Big City Nights” encerrou a primeira parte do show, seguida pelo bis “Still Loving You”, “Wind of Change” e a agitada “Rock You Like a Hurricane”.

Com poucos minutos de atraso, o show teve duração de quase duas horas, tempo suficiente para quem estava presente se emocionar com os hits executados, porém pequeno para uma banda com tanta bagagem musical. Com um setlist de 20 músicas, que contou com sucessos de álbuns como “Lovedrive” (1979), “Animal Magnetism” (1980) e “Blackout” (1982), a banda que demonstrou carinho aos fãs brasileiros, levou um Credicard Hall lotado abaixo, mostrando que se dependesse apenas do público, essa não seria uma turnê de despedida.

Capaz de reunir jovens e senhores de idade em plena quinta-feira para um show com ingressos esgotados, o Scorpions representa para os fãs (como essa que vos fala), um misto de respeito e excelência. Consagrada por seu talento e obras musicais de grande importância no cenário, o Scorpions deixa seu legado na história do rock n’ roll mundial.

Scorpions:
Klaus Meine: vocal
Rudolph Schenker: guitarra
Matthias Jabs: guitarra solo
Pawel Maciwoda: baixo
James Kottak: bateria

Setlist:
Sting in the Tail
Make It Real
Is There Anybody There?
The Zoo
Coast to Coast
Loving You Sunday Morning
Rhythm of Love
The Best Is Yet to Come
Send Me an Angel
Holiday
Raised on Rock
Tease Me Please Me
Hit Between the Eyes
Kottak Attack
Blackout
Six String Sting
Big City Nights
Bis:
Still Loving You
Wind of Change
Rock You Like a Hurricane

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