Bandas extremas: 10 álbuns que causaram surpresa
Por Leonardo M. Brauna
Postado em 26 de outubro de 2012
No decorrer dos anos bandas que faziam um som brutal e gutural passaram por novas experiências musicais, umas com boa aceitação, outras nem tanto. Aqui relacionei dez álbuns que representam bem tais mudanças.
01 – INTO THE PANDEMONIUM
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Para alguns radicais foi difícil de digerir a nova banda de TOM WARRIOR que antes se chamava HELLHAMMER e que havia mudado o nome para CELTIC FROST. No entanto os seus três primeiros lançamentos com a nova fase conseguiram resultados ponderados na cena Thrash Metal mundial. Então eles resolvem arriscar mais com este trabalho de 1987. Há quem diga que a ruína dos suíços começou daí, como também há quem defenda este álbum como o embrião para os estilos Doom Metal e Gothic Metal por conter elementos inusitados em suas músicas tais como violino, vocais femininos em francês e os típicos riffs arrastados, porém o mais curioso e ousado são suas partes eletrônicas.
02 – SHADES OF GOD
O PARADISE LOST é uma banda que reúne muitas fases, mesmo assim é considerado um ícone que ajudou a consolidar a cena Gothic/Doom Metal. Este seu terceiro lançamento pode-se dizer que foi marcado por uma sonoridade mais lapidada que seus antecessores e mostra uma grande evolução musical, tanto na melodia quanto nos riffs mais velozes, fazendo este ótimo disco flertar com o Thrash Metal.
José Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
03 – THE ASTRAL SLEEP
Aqui os suecos do TIAMAT "viram a mesa" completamente depois de terem lançado o seu debut "Sumerian Cry" que trazia um Death Metal consistente. Nesta segunda obra os rapazes começam a explorar em demasia recursos que vão de melodias com cordas dedilhadas a passagens suntuosas de teclados, seus temas também não abordam mais o satanismo. Para alguns, ótima surpresa, para outros, decepção total.
04 – THE DREAMS YOU DREAD
Os britânicos do BENEDICTION entraram para a história como um dos grandes nomes do Death Metal. A brutalidade tanto na instrumental vigorosa como nos vocais guturais de seus primeiros álbuns sempre foram referência para o estilo. Este registro de 1995 é marcado por duas transformações, a primeira no line-up onde virtuoso baterista IAN TREACY sai de cena dando lugar ao não menos talentoso NEIL HUTTON, e a segunda na própria música onde encontramos uma banda mais voltada para o Trash/Death Metal com riffs mais pesados e elaborados e as vocalizações de DAVE INGRAM mais moderadas.
05 – ROTTING
Desde as primeiras DTs, uma importante participação na renomada coletânea WARFARE NOISE, e o lançamento do clássico I.N.R.I. os mineiros do SARCÓFAGO conseguiram cravar o nome da banda na cena Black/Death Metal mundial. Em 1989 o seu segundo registro oficial chegava com novidades: eram apenas três integrantes que apresentara uma nova vestimenta, o som mais trabalhado e com uma enorme carência dos blast beats de seu antigo baterista D. D. Crazy. No entanto o álbum teve uma valorosa atenção.
06 – SYMPHONY MASSES: HO DRAKON HO MEGAS
Desde o segundo álbum do THERION as coisas já vinham se encaminhando para o que a banda representa hoje. Com este terceiro lançamento dá-se início completamente ao seu processo de mutação. O Death Metal praticado em seu debut "Of Darkness..." não está mais presente, dando lugar a uma sonoridade mais para o Metal Tradicional, música clássica e árabe, porém algumas canções ainda contém vocais guturais.
07 – BENEATH THE REMAINS
A banda já não executava mais aquele Death Metal tosco dos primeiros trabalhos, e desde o álbum " Schizophrenia" o SEPULTURA já vinha investindo em outra sonoridade, portanto o grande "Boom" surgiu com esta bolacha de 1989 trazendo uma produção mais apurada e riffs matadores que os consolidaram de vez no cenário Thrash Metal.
08 – NECROTICISM – DESCANTING THE INSALUBRIOUS
Mestres do Splatter, o CARCASS causou muita náusea em seu primeiro registro, o podre "Reek of Putrefaction". Em Symphonies of Sickness deram uma desacelerada no seu ritmo Grindcore e melhoraram mais a produção, mais foi neste terceiro disco que eles definitivamente deram outro rumo a sua sonoridade, se superando nas mixagens, riffs pesados e músicas mais longas.
09 – WOLVERINE BLUES
Depois de duas grandes obras do Death Metal, "Left Hand Path" e "Clandestine", o ENTOMBED resolve inovar suas composições para um estilo mais stoner e promovem um chamado "Death ‘n’ Roll" com o lançamento deste petardo, assim a banda torna-se criadora dessa nova vertente.
José Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
10 – HARMONY CORRUPTION
Devido aos dois primeiros álbuns do NAPALM DEATH a banda ficou conhecida como "os pais do Grindcore", mas neste terceiro lançamento junto com uma significante mudança de formação, fez o grupo transformar a sua música para um clássico Death Metal , porém a composição das letras e o antigo título os acompanha até hoje.
Bem, guerreiros Headbangers, observamos que nesta lista existe um presença nítida de artistas britânicos e suecos, mas isso é apenas uma questão de escolha minha para comentar. O importante é que cada uma dessas bandas deram ou dão importantes contribuições para manter acesa a chama do Metal. Fica aberto então, o espaço para mais sugestões e complementos.
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