Focus: Philip Catherine esbanja técnica e bom humor

Resenha - Philip Catherine (Auditório Ibirapuera, São Paulo, 28/08/2010)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Fábio Sales
Enviar correções  |  Ver Acessos

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Duas noites de um Auditório Ibirapuera lotado. Duas noites de pura magia e boa música. Duas horas de apresentação em cada dia. Assim, pode ser definida a breve passagem pelo Brasil do guitarrista Philip Catherine. Com shows apenas em São Paulo, o guitarrista belga hipnotizou a todos com as notas que saíam de sua guitarra mágica.

Raul Seixas: qual a origem da música "Gita"?Nirvana: Krist Novoselic comenta o suicídio de Cobain

Este que vos fala, compareceu ao segundo dia do concerto (sábado, 29/08). Acompanhado da Jazz Sinfônica (orquestra que completa duas décadas de existência neste ano de 2010), o ex-músico do Focus (integrou a banda durante a turnê do álbum Focus con Proby) mesclou um set de canções populares brasileiras, como dos músicos Guinga e Pixinguinha, além de composições de sua autoria. "Sempre tive vontade de tocar algo de vocês. A riqueza de ritmos das canções brasileiras me impressiona. Esta é a oportunidade de realizar um sonho", disse Catherine ao público, referindo logicamente aos artistas da música instrumental brasileira.

O programa do concerto começa com a execução de duas peças interpretadas pela Jazz Sinfônica. Sob a regência do maestro João Maurício Galindo, a orquestra interpreta Baião de Lacan, de Guinga, e Urubu Malandro, de Pixinguinha.

Eis que o ex-guitarrista do Focus entra em cena. Quando soam os primeiros acordes de seu instrumento é impossível não associá-los à banda holandesa. Até mesmo na contribuição das interpretações do cancioneiro brasileiro, como Catavento e Girassol, composição de Guinga. São notáveis as lembranças e referências a um dos maiores pilares do rock progressivo.

Na segunda parte do show, Catherine nos presenteia com alguns de seus êxitos jazzísticos como Twice a week, Bea e Arthur Rainbow. Entre uma canção e outra, Catherine mantinha contato com o público, seja para explicar a história das composições, seja para realizar comentários divertidos.

Platéia satisfeita e sonho do músico realizado. Final mais que perfeito para uma noite rara e inesquecível.




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Todas as matérias da seção Resenhas de ShowsTodas as matérias sobre "Focus"


Rock Progressivo: Os 15 maiores guitarristas do gêneroRock Progressivo
Os 15 maiores guitarristas do gênero

Rock: os 10 guitarristas mais subestimados da históriaRock
Os 10 guitarristas mais subestimados da história

Andre Matos: É um homem cantando!? Impressionante!Andre Matos
"É um homem cantando!? Impressionante!"


Raul Seixas: qual a origem da música Gita?Raul Seixas
Qual a origem da música "Gita"?

Nirvana: Krist Novoselic comenta o suicídio de CobainNirvana
Krist Novoselic comenta o suicídio de Cobain

Corey Taylor: não comprem a playboy da Lindsay LohanCorey Taylor
"não comprem a playboy da Lindsay Lohan"

Vegetarianismo: Nomes do Rock e do Metal que não comem carneNinguém é perfeito: os filhos "bastardos" de pais famososSolos: Alguns dos mais bonitos do Heavy MetalAngra: show da tour do "Angels Cry" disponível na íntegra

Sobre Fábio Sales

Autor sem foto e/ou descrição cadastrados. Caso seja o autor e tenha dez ou mais matérias publicadas no Whiplash.Net, entre em contato enviando sua descrição e link de uma foto.

Mais matérias de Fábio Sales no Whiplash.Net.