Iron Maiden: Uma paixão tardia
Por Ricardo Bellucci
Postado em 14 de abril de 2018
Já no final dos idos dos lendários anos setenta, era fã confesso do rock progressivo do Pink Floyd. Curtia sua sonoridade leve, "lenta", curtia muito seu som. Também era fã de outras bandas do gênero como Genesis, Yes e por aí vai.
A vida seguia e já no início dos anos oitenta fui apresentado ao gênero Heavy Metal através de bandas da New Wave British Heavy Metal: Iron Maiden, Saxon, Deff Lepard, Angel Wich, Diamond Head, dentre outras.
Logo de cara "simpatizei" com a sonoridade do Iron Maiden. Era pesada, muito pesada, mas possui um ritmo próprio seu, uma sonoridade única. Mas para mim, o ponto alto eram as suas letras ( que ao longo da carreira sempre enveredaram pela trilha do histórico ou do místico) e sua presença de palco. O primeiro álbum que escutei da banda foi Killers, com Paul Di'Anno nos vocais. Mas a afirmação da "paixão" pelo Maiden viria através do álbum The Number of the Beast, já com Bruce Dickinson nos vocais.
Mas para mim, e essa é uma opinião pessoal, profundamente subjetiva, e sei que muitos vão discordar de mim (ainda bem!), a sonoridade suprema do Maiden está registrada em um álbum magnífico ao vivo: The Live After Death!!!
Uma porrada!!! Cara ouvir Aces High ao vivo!! O histórico discurso de Winston Churchill em sua introdução!! Demais!! Faixas fantásticas alí, com a sonoridade típica dos registros ao vivo!! Demais!! The Trooper!! ,Flight of Icarus!! ,Powersalve! ,The Number of the Beast!! , Hallowed be Thy Name !!, Iron Maiden" !! "Run to the Hills"!!, Two Minutes to Midnight!!, Revelations!!
Poxa, demais!!

Essa foi minha porta de entrada metal a dentro, depois não parei mais! Outras paixões se seguiram, como o Black Sabbath e o AC/DC. Mas a paixão pelo metal realmente, começou com o Maiden!!
Up the Irons!!!
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