Slayer: culpado ou inocente?

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Embora o processo movido contra o SLAYER tenha sido arquivado temporariamente por um tribunal na Califórnia, a banda ainda não têm motivos para comemorar, pois os responsáveis pela ação obtiveram um prazo de sessenta dias para apresentar algumas emendas e ajustes na acusação, que poderão ou não dar prosseguimento ao impasse.

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Tudo começou em março de 1996 quando foi encontrado na localidade de San Luis Obispo, Califórnia, o corpo de Elyse Pahler, uma adolescente de 15 anos de idade, que havia sido atraída por outros três jovens, Jacob Delashmutt, Joseph Fiorella e Royce Casey, na promessa de "curtirem um baseado". Porém, chegando ao local, Elyse foi sufocada e esfaqueada numa espécie de "ritual satânico", e horas mais tarde os assassinos ainda fizeram sexo com seu cadáver.

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Os três, fãs radicais do Slayer, confessaram depois acreditar que precisavam cometer um "sacrifício ao diabo" para dar um "toque profissional" à banda de Death Metal onde tocavam, chamada Hatred, de modo que um dia fossem tão ou mais famosos que seus ídolos.

Entretanto, mesmo com a afirmação de Jacob ao jornal The Washington Post, onde diz: "sim, a música (do Slayer) é destrutiva, mas não é por esse motivo que Elyse está morta, mas sim porque Joseph era obcecado por ela, e ainda mais para matá-la", os pais de Elyse, não satisfeitos com a sentença de 25 anos de prisão imputada a cada um dos três assassinos, não hesitaram em mover um processo contra a banda, onde afirmam que canções como "Postmortem" e "Dead Skin Mask" transmitiram instruções precisas aos assassinos sobre como deveriam "estuprar, torturar, matar e cometer atos de necrofilia" em sua filha, acrescentando também que certas canções da banda "incitam os jovens à violência".

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Conquanto não seja algo propriamente inédito no meio musical, a Sony Music, representante da gravadora da banda, a American Records, está apreensiva, haja visto a acusação estar sendo dirigida pela Milberg Weiss Bershad Hynes & Lerach, responsável entre outras coisas pelo recente processo movido contra a R.J. Reynolds Tobacco Co., que acabou resultando na proibição do uso do famoso "Joe Camel" pela indústria de cigarros, abrindo um precedente no que concerne a censura prévia sobre a suposta má influência exercida pela mídia sobre crianças e adolescentes.

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Enquanto isto, a banda se encontra em estúdio preparando o ainda não intitulado sucessor do "Diabolus in Musica", cujo lançamento previamente anunciado para fevereiro com toda certeza será prorrogado. A produção está a cargo de Matt Hyde, que já trabalhou com o Monster Magnet e o Porno For Pyros, além de recentemente ter produzido a canção "Bloodline", que o Slayer gravou para a trilha sonora do "Dracula 2000". Vale lembrar que juntamente com ela a banda registrou também outra canção intitulada "War Zone", que entrará numa compilação ainda em fase de produção, e que também poderá integrar o novo álbum.

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Maiores detalhes sobre as sessões de gravação podem ser conferidos no website oficial.




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