Slayer: culpado ou inocente?

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Matéria de 26/01/01. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Embora o processo movido contra o SLAYER tenha sido arquivado temporariamente por um tribunal na Califórnia, a banda ainda não têm motivos para comemorar, pois os responsáveis pela ação obtiveram um prazo de sessenta dias para apresentar algumas emendas e ajustes na acusação, que poderão ou não dar prosseguimento ao impasse.

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Tudo começou em março de 1996 quando foi encontrado na localidade de San Luis Obispo, Califórnia, o corpo de Elyse Pahler, uma adolescente de 15 anos de idade, que havia sido atraída por outros três jovens, Jacob Delashmutt, Joseph Fiorella e Royce Casey, na promessa de "curtirem um baseado". Porém, chegando ao local, Elyse foi sufocada e esfaqueada numa espécie de "ritual satânico", e horas mais tarde os assassinos ainda fizeram sexo com seu cadáver.

Os três, fãs radicais do Slayer, confessaram depois acreditar que precisavam cometer um "sacrifício ao diabo" para dar um "toque profissional" à banda de Death Metal onde tocavam, chamada Hatred, de modo que um dia fossem tão ou mais famosos que seus ídolos.

Entretanto, mesmo com a afirmação de Jacob ao jornal The Washington Post, onde diz: "sim, a música (do Slayer) é destrutiva, mas não é por esse motivo que Elyse está morta, mas sim porque Joseph era obcecado por ela, e ainda mais para matá-la", os pais de Elyse, não satisfeitos com a sentença de 25 anos de prisão imputada a cada um dos três assassinos, não hesitaram em mover um processo contra a banda, onde afirmam que canções como "Postmortem" e "Dead Skin Mask" transmitiram instruções precisas aos assassinos sobre como deveriam "estuprar, torturar, matar e cometer atos de necrofilia" em sua filha, acrescentando também que certas canções da banda "incitam os jovens à violência".

Conquanto não seja algo propriamente inédito no meio musical, a Sony Music, representante da gravadora da banda, a American Records, está apreensiva, haja visto a acusação estar sendo dirigida pela Milberg Weiss Bershad Hynes & Lerach, responsável entre outras coisas pelo recente processo movido contra a R.J. Reynolds Tobacco Co., que acabou resultando na proibição do uso do famoso "Joe Camel" pela indústria de cigarros, abrindo um precedente no que concerne a censura prévia sobre a suposta má influência exercida pela mídia sobre crianças e adolescentes.

Enquanto isto, a banda se encontra em estúdio preparando o ainda não intitulado sucessor do "Diabolus in Musica", cujo lançamento previamente anunciado para fevereiro com toda certeza será prorrogado. A produção está a cargo de Matt Hyde, que já trabalhou com o Monster Magnet e o Porno For Pyros, além de recentemente ter produzido a canção "Bloodline", que o Slayer gravou para a trilha sonora do "Dracula 2000". Vale lembrar que juntamente com ela a banda registrou também outra canção intitulada "War Zone", que entrará numa compilação ainda em fase de produção, e que também poderá integrar o novo álbum.

Maiores detalhes sobre as sessões de gravação podem ser conferidos no website oficial.

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