Confira review de "Death Magnetic", do Metallica, pela revista Terrorizer
Por Douglas Morita
Fonte: Metallica Remains
Postado em 29 de agosto de 2008
Stavros Pamballis, da revista Terrorizer do Reino Unido, teve a oportunidade de ouvir o novo álbum do METALLICA, "Death Magnetic" na íntegra. Seguem suas primeiras impressões do disco.
Se você pudesse voltar no tempo de volta a 1983 com uma cópida do "Death Magnetic" em suas mãos e tocar para os pivetes cabeludos que acabaram de gravar o "Kill'em All", eles não teriam problemas em reconhecer a eles mesmos nas estruturas épicas das músicas, trabalhos de guitarra de deixar de queixo caído (guitarras rápidas e solos de derreter a cara) e energia pura de bateção de cabeça. Na verdade, eles provavelmente se impressionariam.
É isso mesmo, crianças, pela primeira vez vocês podem acreditar no hype: o "seu" Metalllica está de volta e eles estão com as bolas deles dessa vez.
O álbum é tão complexo, tão quebrado com paradas, começos, mudanças e solos, parecido como o "...And Justice For All" que é virtualmente impossível de digerir de uma vez, mas algumas questões podem ser respondidas:
É pesado? Com certeza! Algumas vezes pelo menos. A faixa de abertura "That Was Just Your Life" é a coisa mais pesada que eles fizeram desde "Bettery" enquanto a "All Nightmare Long" soa como se tivesse sido escrita pelo Slayer. Como um todo, o álbum parece como um elo perdido entre o "...And Justice For All" e o álbum preto. Os vocais de James tem algo a ver com isso já que ele raramente usa os gritos rasgados do começo da carreira, preferindo pelos tons mais altos dos dias de Bob Rock como produtor.
Como é a produção? Muito melhor que a do "St. Anger", mas isso não é dizer muito. Bem forte como um todo, mas a bateria está um pouco alta na mixagem e as dinâmicas sofrem como resultado. Lembra o álbum preto algumas horas com um toque do "Reign in Blood".
Quais são os destaques? Quase todas as músicas neste álbum são no mínimo interessantes. "Judas Kiss" é um clássico instantâneo de bateção de cabeça enquanto a "Unforgiven III" é a verdadeira balada épica do álbum. Vamos só dizer que ela detona as outras duas.
Tá certo... Algo negativo então? Lars Ulrich. As limitações do cara são expostas pelo trabalho de guitarra espetacular deste álbum.
Então, é tão bom quanto os primeiros quatro? Só o tempo dirá... Provavelmente não, mas pelo menos soa como se fosse do mesmo catálogo desses álbuns. Um álbum do Metallica (escrito da forma antiga) de ponta a ponta!
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
O álbum do U2 que para Bono não tem nenhuma música fraca, mas também é difícil de ouvir
O motivo que levou Fabio Lione a quase sair do Angra em 2023, segundo Marcelo Barbosa
A conversa franca entre Angra e Fabio Lione que levou à saída do italiano, segundo Barbosa
Grammy omite Brent Hinds (Mastodon) da homenagem aos falecidos
Andreas Kisser participa de novo álbum do Bruce Dickinson - sem tocar guitarra
Novo disco do Megadeth alcança o topo das paradas da Billboard
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
A era do metal que Dave Mustaine odeia; "ainda bem que passou"
O disco dos anos 1980 que foi muito influente para Metallica e Megadeth, segundo Dave Mustaine
A respeitosa opinião de Dave Mustaine sobre Ritchie Blackmore
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Bruce Dickinson: se dinheiro é tudo na sua vida, vá roubar bancos
Quem é a verdadeira Sopa onde pousou a Mosca da canção de Raul Seixas
Regis Tadeu fica indignado após descobrir que Lobão nunca ouviu duas bandas clássicas

As 40 melhores músicas lançadas em 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
Para Lars Ulrich, o que tornava o Slayer interessante era seu extremismo
Os melhores álbuns de hard rock e heavy metal de 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
A frase surpreendente de Lars Ulrich ao vocalista do Lamb of God no último show do Sabbath
Dave Mustaine revela que última conversa com James Hetfield terminou mal
Dave Mustaine diz que foi divertido regravar "Ride the Lightning", do Metallica
As músicas de metal favoritas de James Hetfield, frontman do Metallica
Por que James Hetfield não gosta do Guns N' Roses, com quem Metallica tocou em 1992



