Nikki Sixx: sua opinião sobre a morte de Amy Winehouse

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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Abby Krizner, diretora musical e DJ da rádio 105.9 The X (WXDX-FM) em Pittsburgh, Pennsylvania, pediu ao baixista do MÖTLEY CRÜE Nikki Sixx na noite passada (domingo, 24 de julho) que comentasse sobre o falecimento de Amy Winehouse da perspectiva de alguém que lidou com a fama e com o vício. A resposta dele pode ser vista no vídeo do Youtube mais abaixo.

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A cantora de 27 anos foi encontrada morta em seu apartamento em Londres no sábado, 23 de julho. Não há pronunciamento sobre a exata causa da morte, mas Winehouse vinha lutando contra o vício por muitos anos.

Disse Nikki: "Eu não sei como era o funcionamento das coisas dentro daquela família – quero dizer seus produtores e gravadora – e sua família – mãe e pai, irmãos e irmãs se ela os tinha – e eu não conheço a banda dela. Em todas sociedades que temos, nós temos os permissivos, e esses permissivos irão deixar alguém como eu que era um viciado em drogas a continuar usando ao invés de enfrentar a possibilidade de ser despedido ou deixado de lado. E eles não querem irritar ninguém e o que acontece é que as pessoas morrem. Na minha situação isso aconteceu comigo. Eu passei por tantas coisas que olho para trás, por que ninguém disse, 'Quer saber?! Se você continuar usando drogas, não vamos lançar seus discos. Se você continuar usando drogas, não vamos marcar turnês.' etc, etc. Eu não conheço o mundo dela, eu não sei quais eram suas batalhas. Eu sei coisas sobre o vício, heroína, álcool, cocaína, pílulas... é tudo igual. Até você decidir que quer largar, não há nenhuma quantidade de gente a seu redor que vão te fazer largar. Eu não sei realmente a história por trás disso exceto que é triste. Ela era uma pessoa jovem muito talentosa que tinha muito a oferecer. E infelizmente, por mais frio que soe, alguns tem de morrer para que o resto de nós possa viver."

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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