Kiss: "nada de orquestra, corais ou teclados", diz Gene

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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KISS está de volta com o "Monster", vigésimo álbum de estúdio em sua história carreira, com lançamento previsto para outubro pela Universal Music Enterprises. O álbum com 12 faixas de puro rock 'n' roll traz o trabalho em conjunto dos quatro membros – inclusive os co-fundadores Paul Stanley e Gene Simmons e os membros de longa data, o guitarrista Tommy Thayer e o baterista Eric Singer — num álbum que mostra a banda em sua melhor forma. E isso é algo a se dizer, considerando sua ilustre história de mais de quarenta anos – 28 discos de ouro nos E.U.A., a maior quantia de discos de ouro que uma banda americana de rock tem, 40 milhões de discos vendidos nos E.U.A. e um total que ultrapassa 100 milhões no mundo todo.

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"Monster" é o primeiro álbum de estúdio da banda desde o sucesso arrasador de 2009, "Sonic Boom", e também foi produzido por Paul Stanley com Greg Collins no Conway Studios em Hollywood, Califórnia, e no The Nook em Studio City, Califórnia.

O primeiro single da banda, "Hell Or Hallelujah", que é um rock autobiográfico a todo vapor, estará disponível digitalmente na segunda-feira, dia 2 de julho, internacionalmente, e na terça-feira, dia 3 de julho, na América do Norte. Stanley definiu a principal faixa do álbum como "um grito de Guerra que encapsula o disco inteiro... de um jeito ou de outro, vamos fazer a coisa à nossa maneira".

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"Monster" representa o aceno do KISS para a música que os inspirou a pegar suas guitarras, lança-chamas, e maquiagem para entreter milhões de pessoas. O grupo retorna a seus primórdios com a faixa "Freak", no melhor estilo THE WHO, enquanto Gene faz jus à declaração da faixa título no rock rouco da faixa "Back To The Stone Age" e na arrebatadora "The Devil is Me". Até mesmo o guitarrista Thaye tem seu lugar de destaque na "Outta This World", um tributo a seu personagem "spaceman" no KISS, enquanto o baterista empresta seus vocais (e o pano de fundo) para o hino de arena "All For The Love Of Rock & Roll".

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"Não tem orquestra sinfônica, coral, teclado, produtores ou compositores vindos de fora nesse álbum", promete Gene Simmons. "A melhor coisa que fizemos foi nos voltarmos para dentro de nós mesmos. O Tommy e o Eric revitalizaram essa banda, com um trabalho ético e com o talento para dar suporte. Isso é um trabalho de uma banda de verdade. O KISS tornou-se uma criatura monstruosa. Estamos indo aonde nenhuma banda foi antes".

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No dia 4 de julho, um dia depois da "Hell Or Hallelujah" chegar ao varejo digital na América do Norte, o KISS vai atravessar o oceano para fazer seus próprios festejos, apresentando um show comemorando o Dia da Independência americano no The Forum, em Londres, um feriado que obviamente não é celebrado no Reino Unido, apesar de que esse show pode dar uma pequena compensação pela amarga derrota em 1776. O show será em benefício da organização britânica "Help For Heroes", que levanta fundos para os membros feridos, doentes e inválidos de suas tropas. A banda tem uma dívida de gratidão aos ingleses, admitindo que o "Monster" tem influência dos grandes e lendários grupos de rock do país que os influenciaram e inspiraram a pegar seus instrumentos pela primeira vez.

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"Todos nessa banda adoram a Grã-Bretanha", disse Simmons. "A América pode ter inventado o rock and roll, mas a Inglaterra soube o que fazer com ele. Ela nos deu THE BEATLES, THE ROLLING STONES, LED ZEPPELIN e THE WHO."

Programado para coincidir com o lançamento do álbum "Monster" está o livro de edição limitada KISS Monster, uma coletânea de artes, 126 fotos da carreira de 40 anos da banda, incluindo imagens inéditas feitas pelos maiores fotógrafos de rock do mundo. O livro estará disponível em cópias autografadas por todos os quatro membros da banda, limitadas a 1.000 em todo o mundo. Mais informações no www.kissmonsterbook.com.

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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