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Dream Theater 2022

Pandemmy: as canções de "Reflections & Rebellions"

Por Ben Ami Scopinho
Em 23/11/12

Os pernambucanos do Pandemmy divulgaram em seu blog oficial um resumo faixa-a-faixa das músicas que irão compor o seu primeiro álbum oficial intitulado "Reflections & Rebellions". A mixagem do debut está em sua fase final, no estúdio paulistano El Diablo, sob os cuidados do produtor Fabiano Penna.

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01 – Farewell

Introdução composta pelo produtor do álbum, Fabiano Penna, baseada no tema principal da música "Mind Effigies" e reproduzida nos instrumentos de corda de uma orquestra, como violoncelos, violinos, violas e contrabaixo.

02 – Mind Effigies

Escolhemos essa faixa para abrir o nosso álbum por sua energia e pulsação. Possui levadas rápidas do Thrash Metal, blast beats, longos solos de guitarra e um refrão bem forte. A temática lírica aborda a história de um profeta com legítimos poderes de clarividência, mas que se vê acometido pela loucura, e vai perdendo os poderes à medida que os problemas mentais vão se agravando.

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03 – Self-Destruction

Uma das primeiras faixas compostas pela banda e que foi regravada para este primeiro full-length. Esta nova roupagem deixou a música mais agressiva do que a versão demo. A letra aborda de forma bem direta sobre todas as mazelas da sociedade como a alienação religiosa e suas conseqüências, falta de cidadania, preconceito e egoísmo humano.

04 – Common Is Different Than Normal

Faixa regravada do ep "Dialectic" e que mantém uma pegada bem Heavy Metal tradicional, com direito a solo de baixo. A letra fala de coisas comuns de nosso cotidiano que, mesmo sendo ruins, julgamos como normais e é dessa falta de discernimento entre o comum e o normal que vem toda a inspiração para esta canção.

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05 - Idiocracy

Uma das nossas músicas mais agressivas e versáteis, pois possui passagens rápidas, cadenciadas e mais técnicas. Apesar de todas essas características, consegue ser uma música bem acessível. O termo Idiocracy é a junção dos termos 'Idiot' e 'Democracy', ou apenas do sufixo '-cracy', que significa força, poder ou domínio. Portanto, 'Domínio dos Idiotas'. O nome segue os conceitos e temáticas que buscam criticar, de forma direta ou mais abstrata, as aflições e mazelas da sociedade do sec XXI e como um dia (que pode estar bem mais próximo do que imaginamos) tais elementos vão nos levar à destruição.

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06 – Without Opinion

Essa faixa é a mais cadenciada de todo o álbum, bem densa e com os vocais guturais predominando toda a canção, que ainda conta com a participação especial do produtor Fabiano Penna, que gravou o solo de guitarra desta música. A letra fala sobre pessoas que mais copiam opiniões formadas do que desenvolvem seu senso crítico.

07 – Heretic Life

Faixa que caracteriza a proposta de Death/Thrash Metal da banda. O andamento alterna entre a típica levada de Thrash Metal com os tradicionais blast-beats do Death Metal. Contamos com as participações especiais do vocalista Alcides Burn (INNER DEMONS RISE) para acrescentar mais fúria a esta música, além de um solo de guitarra do guitarrista Antônio Araújo (KORZUS), onde a letra fala de uma forma bem simples e direta sobre as características e reflexões de uma vida herege.

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08 – Involution of a Lost Society

Essa canção é bem ao estilo fast thrash, com riffs pulsantes e um refrão para ser cantado em uníssono. A parte lírica trata da constante involução da sociedade que se encontra perdida em meio a tanto caos.

09 – The Price of Dignity

Esta faixa não possui andamentos rápidos, é bem cadenciada, valorizando bem a temática lírica sobre a falta de dignidade e de reconhecimento no âmbito profissional. O refrão possui influências de Heavy Metal tradicional, só que com o baixo fazendo a linha melódica e com o melhor dueto de solos dos guitarristas Diego Lacerda e Pedro Valença

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

10 – Rubicon (Point of No Return)

Análise religiosa sob o ponto de vista de um ex-fanático que conseguiu abrir os olhos. O eu-lírico critica diretamente um dos líderes da religião da qual fazia parte. O 'ponto do qual não há retorno' é uma alegoria ao momento no qual uma pessoa já está tão alienada pelos dogmas, que não consegue mais escapar. O instrumental é bem Thrash Metal, iniciando com partes rápidas e depois varia alguns andamentos.

11 – Ode To The Renegade

Escolhemos essa faixa para encerrar o álbum por ser a que mais se distancia musicalmente das demais. Digamos que possui uma pegada mais Death n’ Roll com algo de punk e com um longo solo de guitarra. A temática é sobre história de um justiceiro urbano, que percorre a noite fazendo justiça com as próprias mãos.

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Fonte:
http://pandemmy.blogspot.com.br/2012/11/resumo-faixa-faixa-de-reflections.html

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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