Josh Todd: entrevista ao #VamosMusicalizar
Por Pedro Gianelli
Fonte: #VamosMusicalizar
Postado em 29 de dezembro de 2014
O Hard Rock teve seu auge na década de 80, com todo aquele laquê e blush, exemplos desse estilo são: Mötley Crüe, Poison, Twisted Sister, entre outros. E desde a chegada do Grunge – no início da década de 90 –, o Hard Rock foi dado como morto, quando em 1995, em Los Angeles, surge uma banda para manter vivo o espírito do Hard Rock americano, o Buckcherry.
O primeiro disco do Buckcherry só foi lançado quatro anos após o surgimento da banda, em 1999, com o homônimo, Buckcherry. Logo no primeiro disco, alguns dos clássicos da banda, como: Lit Up, Dead Again e For the Movies. Mas foi depois da parada da banda em 2002, que o Buckcherry estourou nas rádios, com o álbum, ‘15’, lançado em 2005, que carrega os verdadeiros hinos: Crazy Bitch e Sorry.
Em entrevista exclusiva para o Gazeta do Oeste e #VamosMusicalizar, o vocalista, Josh Todd, contou tudo sobre o Buckcherry, o lançamento do mais recente EP, ‘Fuck’, e sobre o Brasil, confira:
Pedro Gianelli: Sobre a última polêmica do rock n’ roll, Gene Simmons disse que o rock está morto. Mas em uma música do Buckcherry, ‘Dead’, você diz exatamente algo sobre isso. Mas agora, o rock está morto ou mais forte do que nunca?
Josh Todd: As pessoas estão dizendo que o rock está morto desde o nosso primeiro disco, em 1999, então... (risos) Não sei, mas não penso que o rock esteja morto, ele tomou formas diferentes. Rock n’ roll não é apenas o mainstream, e quando o rock não está no mainstream, as pessoas dizem que ele está morto, é como "se você não é o Foo Fighters ou o Green Day, você não é rock n’ roll" (risos), fazemos nossa parte, procuramos lançar discos todo ano, e mostrar para o mundo que o rock n’ roll não está morto.
P.G.: E sobre o Brasil, vocês tocaram aqui em 2011, com o Mötley Crüe, e no ano passado, no Monsters of Rock. Mas quando vamos ver o Buckcherry novamente?
J.T.: Nós estamos tentando voltar. É muito difícil para bandas americanas fazer turnê correta. Temos que ver se todas as áreas que tocamos sejam boas, financeiramente, para todos que estão envolvidos. Mas nós queremos muito voltar, queremos fazer uma turnê por toda a América do Sul, inclusive no Brasil. Estamos trabalhando em fazer uma turnê como co-headliner nesse momento.
Entrevista COMPLETA (EM PORTUGUÊS):
http://www.vamosmusicalizar.com.br/2014/12/joshtodd.html
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Falling in Reverse lança "Joseph" com Corey Taylor e Serj Tankian em colaboração inédita
Loudwire coloca álbum do Angra como "melhor álbum de progpower" da história
A criança que irritou Joey Ramone a ponto de inspirar um clássico dos Ramones
Edu Falaschi revela as músicas que gravou para tentar vaga no Iron Maiden
A banda holandesa dos anos 1970 que Humberto Gessinger está ouvindo sem parar
As quatro bandas que Dave Mustaine incluiria em um novo Big Four
O cantor jovem que assustava Freddie Mercury e a quem ele não tinha nada a ensinar
Garotos Podres lança clipe animado "Tá Na Hora di Naná"
Kiss anuncia box-set super deluxe do álbum "Rock and Roll Over"
A regra de vida que Mick Jagger achava que poderia ter mantido os Beatles juntos
O hit dos Titãs de 1989 gravado totalmente às escuras: "Você apagou a luz!"
O hit da Legião Urbana que foi mal interpretado como apologia ao fascismo
Como foi criado o efeito sonoro na abertura de "Runnin' With the Devil", do Van Halen
Fábio Laguna fará expedição de mais de 700 quilômetros de bicicleta pela Estrada Real
Nicko McBrain diz que voltaria a tocar e gravar com Iron Maiden com condição
A mulher que inspirou Lennon e McCartney, e fez sucesso no Rock in Rio sem cantar uma nota
O dia que Lobão viu Robert De Niro recusar drogas por motivo muito inesperado
Blaze Bayley, ex-vocalista do Iron Maiden, chorou muito quando ouviu "Brave New World"

Buckcherry se envolve em acidente com morte nos Estados Unidos
Metal Hammer: as melhores músicas sobre o ato de beber
Como uma revista transformou Alice Cooper de pária em querido por empresários



