Judas Priest: o rock pode até mudar forma, mas nunca vai acabar

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Em uma nova entrevista com o Daily Herald, o baixista do JUDAS PRIEST, Ian Hill, foi perguntando se ele acha que o rock está morto, como gosta de enunciar o baixista/vocalista do KISS, Gene Simmons.

"Eu acho que não", respondeu Ian. "Na verdade não. Quero dizer, com o que você vai substituí-lo? As pessoas falam essas coisas... Com o que você vai substituí-lo? É uma dessas coisas – o metal em particular, mas talvez até o rock em certo ponto – nunca esteve muito na moda, se entende bem o que quero dizer. Isso é música pop – seu Elvis Presley e aquilo que você tem até hoje, na modernidade. O Heavy Metal nunca esteve na moda, então realmente não sai de moda. É mais sobre a música do que sobre a imagem. Com essas músicas do Top 40, é totalmente o oposto. A imagem significa muito mais que a música na metade das vezes. E eu acho que é por isso que ainda está por aí, e é por isso que sempre estará por perto de alguma forma. Sempre esteve borbulhando abaixo da superfície. Algumas vezes sobe ao topo – como nos anos 1980 – e algumas vezes ele desce de novo. Mas está sempre lá, entende?"

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Quando perguntado se os membros do JUDAS PRIEST sabiam que estavam criando uma forma de música totalmente diferente há 40 anos, Hill disse: ‘Eu não acho que sabíamos. Não. Foi algo que evoluiu com o passar dos anos. Não foi algo que aconteceu do dia para noite. O JUDAS PRIEST evoluiu tanto quanto os outros. Nós começamos a tocar, nos anos 1960, no começo dos anos 1970, as pessoas chamam aquilo de ‘rock pesado’ ou ‘rock progressivo’ [...] Nós só fomos um pouco mais longe, talvez um pouco mais rápido e pesado do que os outros estavam indo naquela época."

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